Mercado formal de segurança eletrônica no Brasil deve crescer 20,6% até 2017
Pesquisa divulgada pela SIA mostra que Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos são os principais fatores do aumento deste setor
O mercado formal de segurança eletrônica no Brasil vêm crescendo constantemente, segundo uma pesquisa divulgada pela SIA (Security Industry Association) recentemente. De acordo com a análise, o mercado formal de segurança eletrônica brasileiro teve um volume de negócios de R$ 1,2 bilhão em 2011. Até 2017 espera-se um crescimento de 20,6%, atingindo R$ 3,7 bilhões.
De olho neste mercado, a Schneider Electric, especialista global na gestão de energia, desenvolve soluções completas para infraestrutura e segurança para mercados residenciais e prediais. Entre os produtos estão as câmeras domes e caixas de proteção para sistemas de vídeo vigilância, matrizes virtuais, software de gerenciamento de vídeos, DVRs, monitores LCD Full HD, câmeras IP megapixel HD, câmeras IP e outras soluções IP/IT.
Segundo a pesquisa da SIA, o segmento de circuito de videovigilância é o que mais se destaca no Brasil, representando 39,6% do mercado de segurança. Uma da soluções mais recentes lançadas pela Schneider Electric nesta área é Sarix, com tecnologia SureVision, da Pelco (empresa adquirida pela Schneider Electric). Equipada com recurso de compensação de níveis de luminosidade do ambiente, a novo equipamento de vídeo permite a visualização da imagem em condições críticas de luminosidade.
A perfeita captação é possível devido à nova tecnologia da câmera, que combina Wide Dynamic Range, Low light e Anti-flor, além de recursos inteligentes de correção da imagem. O equipamento do tipo IP disponibiliza o vídeo capturado via rede – Ethernet.
A Sarix SureVision transmite imagens diretamente para o computador, através de um software que acompanha o produto. A câmera pode ser instalada em lugares como condomínios, escolas, hospitais, shopping centers, estacionamentos e escritórios, gerando mais segurança e tranquilidade para os usuários.
O mercado de segurança tem também apresentado um crescimento constante e vêm se desenvolvendo a cada ano por conta dos eventos esportivos que serão sediados no Brasil. As Olímpiadas de 2016 e a Copa do mundo de 2014 devem promover um aumento ainda maior deste mercado, não só por conta da infraestrutura dos estádios, mas pela contrução e aprimoramento de hotéis, restaurantes, shoppings e aeroportos.
“A segurança eletrônica é um mercado que está em grande expansão no Brasil e o crescimento é notório. Este boom, com certeza, está ligado aos eventos mundiais que sediaremos aqui. Nós, sem dúvida, estamos aptos para atender o mercado nacional e internacional, com as tecnologias mais avançado no segmento”, explica José Antônio Torelli, chefe de produtos da unidade de negócios Building da Schneider Electric Brasil.
Uma das principais tendências para a infraestrutura dos eventos mundiais são os produtos de videovigilância e sistemas de controle de acesso. Este último segmento representa 20,8% do mercado brasileiro.
Um dos destaques da Schneider Electric neste mercado é o EcoStruxure, projetado exclusivamente para integrar os demais sistemas dentro de um estádio e fazer com que todos trabalhem de maneira unificada. Trata-se de uma solução para os gerentes de produção, processo e energia, que reúne informações cruciais para eficiência produtiva, associada à gestão dos insumos operacionais, como energia e vapor, por exemplo. Seu diferencial em relação às soluções disponíveis no mercado é a fácil integração com diversos sistemas elétricos e eletrônicos.
A solução é uma abordagem simples, transparente e econômica para criação de sistemas de gerenciamento inteligentes. Ele mede em tempo real o uso energético em toda planta dos estádios, processos e máquinas, sendo possível controlar de forma confiável, eficiente, produtiva e sustentável a energia, reduzindo o seu consumo em até 30%.
Com experiência neste mercado, as soluções criadas pela Schneider Electric já foram aplicadas em estádios europeus, como o Espanyol, na Espanha, e o Luz de Benfica, em Portugal. A empresa instalou neles Cubículos MT SM6, Painéis BT Prisma, automação elétrica e de ar-condicionado e Barramentos Blindados Canalis, concebidos para transportar e distribuir energia elétrica por um sistema de baixo custo e seguro.
Nos Jogos Olímpicos de 2008 a companhia colaborou efetivamente na elaboração da iluminação do Ninho de Pássaros, o principal estádio de Pequim, na China. Com o sistema KNX foram colocados mais de 1.700 produtos que são gerenciados de uma central, por meio de um computador com software ou por sistemas locais (pulsadores). Ele permite o controle da iluminação dos banheiros, com dos sensores de presença e luminosidade, o que garante a economia no consumo . Também é possível controlar a iluminação de emergência nas escadas, áreas vips e até mesmo nas cabines dos jornalistas.
Além disso, a Schneider Electric contribuiu com 17 soluções nos estádios que sediaram a última Copa na África do Sul, entre eles o Green Point Stadium, Nelson Mandela Bay, FNB Stadium, Coca Cola Stadium, Luftus Versfeld e o Moses Mabhida Stadium.
A SIA também revelou mais dados de sua pesquisa. De acordo com a associação, o segmento de alarme e intrusão representa hoje 19,2% do mercado, enquanto o de detectores de incêncio é de 10,4%. Já as empresas com foco em electronic article surveillance, ficam com 10%. Em paralelo, também foram pesquisados os segmentos residencial e não residencial (indústrias, empresas, etc). O primeiro representa 90,9% do mercado, já o não residencial, 9,1%. Também foi divulgado que os produtos importados conquistam 55,6% do mercado e os nacionais 44,4%.
A pesquisa completa pode ser comprada pelo link: http://www.siaonline.org/content.aspx?id=6146.
Sobre a Pelco by Schneider Electric
Com uma longa e prestigiosa história como provedora de produtos inovadores e excelência em serviços, Pelco by Schneider Electric, fundada em 1957 e sediada em Clovis, Califórnia, é uma empresa referência em soluções de vídeo segurança. Desde 2007, Pelco passou a fazer parte da Schneider Electric, uma especialista global em gestão de energia e gestão da segurança. Juntas, Pelco e Schneider Electric possuem uma capacidade única de fornecer aos clientes uma combinação inigualável de soluções para infraestrutura e segurança. Pelco by Schneider Electric oferece câmeras domes e caixas de proteção para sistemas de vídeo vigilância, matrizes de vídeo, matrizes virtuais, software de gerenciamento de vídeos, DVRs, monitores LCD Full HD, câmeras IP megapixel HD, câmeras IP e outras soluções IP/IT. Para mais informações, acessar: www.pelco.com.
Sobre a Schneider Electric
Como especialista global na gestão de energia, presente em mais de 100 países, a Schneider Electric oferece soluções integradas para diversos segmentos de mercado, obtendo posições de liderança em Energia e Infraestrutura, Indústrias e Fabricantes de Máquinas, Prédios não-residenciais, Data Centers e Networks, assim como residencial. Focada em oferecer energia mais segura, confiável, eficiente, produtiva e sustentável, a Schneider Electric, com mais de 130.000 colaboradores em todo o mundo, atingiu em 2011 um faturamento de 22,4 bilhões de euros, através de seu forte compromisso em ajudar as pessoas e organizações a fazerem o máximo da sua energia. No Brasil, presente há 65 anos, a empresa conta com mais de 5.000 colaboradores, 13 filiais comerciais e 9 unidades fabris: Guararema (São Paulo), Sumaré (São Paulo), Curitiba (Paraná), Fortaleza (Ceará), Blumenau (Santa Catarina), Caxias do Sul (Rio Grande do Sul), Manaus (Amazonas) e 2 na cidade de São Paulo. Para mais informações, acessar: www.schneider-electric.com.
Exposec 2012: Grupo Policom mostra tecnologia de CFTV de alta definição para estádios
Em video wall com 8 m², será apresentado o resultado dos testes realizados no Estádio do Pacaembu com o apoio da Federação Paulista de Futebol e da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
Durante os três dias da Exposec 2012 – XV International Securty Fair – que acontece de 8 a 10 de maio no Centro de Exposições Imigrantes, das 13h às 20h30 – o Grupo Policom apresenta os resultados do projeto piloto de monitoramento de alta definição com biometria facial para estádios modernos.
Em conjunto com a Abex Brasil e a NNW, com o apoio da Federação Paulista de Futebol e da Polícia Militar do Estado de São Paulo, o projeto piloto abrangeu quatro jogos pelo Campeonato Paulista de Futebol: Corinthians x São Paulo, no dia 12 de fevereiro; Palmeiras x Ajax, em 14 de fevereiro; Palmeiras x Oeste, em 23 de fevereiro; e Corinthians x Palmeiras, em 25 de março.
Na Exposec, um video wall com cerca de 4 metros quadrados estará montado na rua 300, e ficará, permanentemente, passando as imagens captadas, demonstrando a tecnologia Avigilon, comercializada no Brasil pelo Grupo Policom. Além disso, estarão expostas câmeras de 29 mega pixel e de 2 mega da Avigilon, utilizadas nos testes realizados no Estádio do Pacaembu.
Em termos gerais, o projeto piloto de monitoramento de alta definição desenvolvido em conjunto pelas empresas respondeu pelo monitoramento de alguns pontos do Estádio do Pacaembu com câmeras Avigilon de 16 e 29 megapixel e de 2 megapixel (fornecidas pelo Grupo Policom), interligadas ao software de biometria facial Ex-Sight, representado no Brasil pela empresa Abex Brasil. A instalação do sistema foi feita pela NNW, empresa especializada em projetos e instalação de rede, CFTV e controle de acesso, constituindo-se canal credenciado Avigilon desde 2011.
Sobre o Grupo Policom
Fundado em 1995, o Grupo Policom (www.grupopolicom.com.br) é referência no mercado nacional de distribuição de produtos para Cabeamento Estruturado direcionados a aplicações de dados, voz, vídeo e controles prediais, e para CFTV IP dos principais fabricantes do mercado, reconhecidos internacionalmente, a exemplo de Brady, CommsCope, Coopersalto, Dätwyler, Fluke Networks, Knürr-Emerson, Micronet, NVT, OCC, Pekon, Pelco, Transition Networks e Tyco/AMP. Além disso, o Grupo Policom oferta diversas soluções em CFTV e direcionadas a Redes Industriais.
Contando com estrutura logística em condições de atender a todo o território nacional, o Grupo Policom oferece suporte técnico e comercial aos seus clientes. O seu corpo de profissionais participa constantemente de cursos ministrados pelos fornecedores e parceiros, mantendo-se atualizados para orientar corretamente os clientes com relação às melhores soluções de conectividade. Atualmente, o Grupo Policom possui diversos engenheiros, MBAs e RCDDs entre seus mais de 150 colaboradores.
Tudo isso possibilita que o Grupo Policom, além de comercializar produtos e soluções completas, preste suporte operacional a seus clientes, ações que são reconhecidas com premiações nacionais que mostram a preferência e a capacitação de sua equipe, seja no cumprimento de prazos, seja no suporte à venda e no treinamento aos canais. Em 2007, o Grupo Policom criou a Divisão Industrial Networks, que objetiva o atendimento de empresas do setor industrial e em 2008 iniciou forte atuação no setor de segurança, passando a ofertar soluções em monitoramento e gravação para CFTV.
Consciente de sua responsabilidade ambiental, disponibiliza produtos em conformidade com o padrão internacional RoHS (Restriction of the use of certain Hazardous Substances in Electrical and Electronic Equipment) e certificados ISO 14000.
Com sede na capital paulista, é formado pelas empresas Policom SP (São Paulo-SP), Policom Rio (Rio de Janeiro-RJ), Paris Cabos (São Paulo-SP), Policom Paraná (Curitiba-PR) e Policom RS (Porto Alegre-RS), mantendo representantes regionais para áreas específicas, como interior dos Estados de Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná. Em 2010, inaugurou o Policom Solution Center, com área de 130 metros quadrados para treinamentos e showroom das soluções de alta tecnologia comercializadas, que é também aberto à visita dos clientes, mediante agendamento prévio.
Projeto piloto mostra como a tecnologia de CFTV de alta definição com biometria facial pode tornar os estádios mais seguros

A solução é resultado de parceria entre Grupo Policom, Abex Brasil e NNW, com apoio da Federação Paulista de Futebol e da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Demonstração será feita na entrada principal do Estádio do Pacaembu, no dia 25 de março, às 16h.
No dia 25 de março, o Grupo Policom, em conjunto com a Abex Brasil e a NNW, divulga projeto piloto de monitoramento de alta definição com biometria facial para estádios modernos. Com o apoio da Federação Paulista de Futebol e da Polícia Militar do Estado de São Paulo, o anúncio será feito durante partida entre Corinthians e Palmeiras pelo Campeonato Paulista de Futebol, a ser realizada no Estádio do Pacaembu, às 16h. A divulgação acontece após testes realizados naquele mesmo estádio nos jogos Corinthians x São Paulo, no dia 12 de fevereiro; Palmeiras x Ajax, em 14 de fevereiro; e Palmeiras x Oeste, em 23 de fevereiro.
Em termos gerais, o projeto piloto de monitoramento de alta definição desenvolvido em conjunto pelas empresas prevê o monitoramento de alguns pontos do Pacaembu com câmeras Avigilon de 16 e 29 megapixel e de 2 megapixel (fornecidas pelo Grupo Policom), interligadas ao software de biometria facial Ex-Sight, representado no Brasil pela empresa Abex Brasil. A instalação do sistema será feita pela NNW, empresa especializada em projetos e instalação de rede, CFTV e controle de acesso, constituindo-se canal credenciado Avigilon desde 2011.
Em uma das entradas do estádio, um quiosque com os monitores e demonstração do sistema estará disponível para os jornalistas acompanharem o funcionamento das tecnologias aplicadas, que envolvem monitoramento IP de alta definição Avigilon e Solução em Biometria Facial Ex-Sight.
O projeto piloto teve como meta atender a necessidade da Federação Paulista de Futebol e da Policia Militar por um sistema que, utilizando tecnologia de ponta, faça o reconhecimento facial de torcedores na vistoria antes de os torcedores adentrarem ao estádio. Esse sistema também faz a identificação clara e a visualização perfeita dos eventos tanto ao vivo quanto gravados, permitindo uma analise imediata ou posterior com qualidade. Para isso, a solução de CFTV é de alta resolução (Full HD), aplica câmeras fixas para monitorar as arquibancadas e se baseia no conceito Pixel Por Metro que, ao dividir a resolução horizontal da câmera de CFTV pela largura da cena, torna possível pré-estabelecer a qualidade da imagem que será capturada e gravada.
Esse conceito, em uma aplicação real, permite que 100% dos torcedores sejam cadastrados nas entradas do estádio. Com isso, os torcedores que eventualmente se envolverem em tumulto dentro das dependências do estádio poderão ser identificados com nitidez com as câmeras de alta definição, auxiliando a atuação dos policiais. Como é criado um banco de dados com as imagens dos torcedores problemáticos, no próximo jogo a que comparecer, não conseguirá entrar no estádio, pois o sistema de biometria facial auxiliado pelas câmeras emitirá alerta aos operadores sobre o fato de que aquele é um torcedor que já causou problemas em jogos anteriores.
O projeto piloto prevê monitorar a entrada Portão 03 com duas câmeras de 2 MP, o Portão 22 (visitantes), com uma câmera de 2 MP, duas câmeras de 16 MP e mais uma câmera de 29 MP com o objetivo de monitorar possíveis tumultosnas áreas de arquibancada, reconhecendo nitidamente os rostos dos torcedores, utilizando o conceito “Pixel por Metro”, gerando imagens de alta definição para posteriar análise.
Nos portões 03 e 22 prevê o software de Biometria Facial Ex-Sight. A câmera estará posicionada de modo a que os torcedores sejam monitorados e tenham suas faces cadastradas no momento da revista ao adentrarem no estádio.
Diferentemente dos projetos convencionais que utilizam câmeras móveis e raramente conseguem garantir a totalidade da cobertura nas arquibancadas, este projeto piloto será montado com câmeras fixas de alta definição (16 MP e 29 MP) e garantirá a total cobertura do espaço monitorado, sem perda de qualidade de imagem.
Informações sobre este projeto piloto de monitoramento de alta definição com biometria facial para estádios modernos também podem ser obtidasem vídeo disponível em vídeo no link:
https://picasaweb.google.com/lh/photo/uxxoqiEw02-LxdNWhhACFhv1eoyWOluBQjWdP7xSWfM?feat=directlink
O Software de Biometria Facial Ex-Sight
O Software de Biometria Facial Ex-Sight é representado no país pela empresa Abex Brasil.
Essas soluções, embasadas na biometria facial, são desenvolvidas para detectar suspeitos em áreas de grande fluxo, atitudes suspeitas e manter o controle de acesso em uma área específica.
O Sistema de monitoramento com tecnologia de reconhecimento facial realiza indexação facial, detectando pessoas suspeitas e comparando com um banco de dados.
Conta com a plataforma CFASII de Interface Web indexável & Correlacional, que permite uma arquitetura centralizada ou descentralizada e combina diversos algoritmos de correlação e detecção de forma a alcançar os melhores resultados.
A solução permite câmeras em diferentes ambientes podendo ser integradas a outras soluções para suprir desde reconhecimento facial, vídeo vigilância, além de detecção de placa de automóveis.
Além disso, o CFASII suporta múltiplos bancos de dados com ilimitado número de faces registrado. Suporta ações de importação e exportação de dados, inscrição a partir de imagens estáticas ou vídeo e alertas em tempo real.
O conceito pixel por metro
Aplicado pela canadense Avigilon, o conceito Pixel por Metro que, ao dividir a resolução horizontal da câmera de CFTV pela largura da cena, torna possível pré-estabelecer a qualidade da imagem que será capturada e gravada.
Desse modo, por exemplo, na visualização de uma cena que mede 3 metros de largura com uma câmera que tenha uma resolução horizontal de 1000 pixels, o resultado é 1000/ 3 ou 333 pixels por metro de definição na imagem capturada. Ao definir com cuidado o que é desejável capturar – como o detalhe das fontes para reconhecimento de caracteres visuais – é possível projetar um sistema de captura de vídeo de vigilância (câmeras) que será apropriado para o propósito especificado no projeto uma vez que é sabido, por experiencia e pesquisas, que números de placas de carros precisam de aproximadamente 333 pixels por metro para serem identificadas, enquanto que para capturar os detalhes de um rosto (que é diferente de reconhecimento facial, que é uma capacidade de análise de vídeo) é essencial capturar cerca de 164 pixels por metro para efeitos de definição forense de vídeo.
Avigilon: mais resolução com menos câmeras
A linha CFTV IP de alta resolução da Avigilon, comercializada no Brasil pelo Grupo Policom, por suas características, é indicada para locais em que é necessária a identificação e a qualidade de imagens, sendo especialmente direcionada para áreas abertas com grande concentração de pessoas, a exemplo de estádios e arenas multiuso; plataformas de trem e metrô: segurança pública; portos, aeroportos e rodoviárias; a solução também é indicada para aplicações em varejo, ambiente em que imagens em alta definição favorecem o combate a furtos e assaltos.
Por oferecer altas resoluções de imagem, a Avigilon proporciona aos usuários finais redução considerável no número de câmeras necessárias para um monitoramento eficiente, sem perda de informação. Por exemplo, em um estádio, apenas 28 câmeras de 16 MP conseguem o mesmo nível de qualidade que seria obtido com a instalação de 1.360 câmeras analógicas convencionais, proporcionando significativa redução no custo e no prazo de instalação do sistema, assim como otimização dos recursos humanos na sala de segurança e cobertura perimetral, redução dos custos de manutenção, de administração e suporte.
A linha completa de produtos, que conta com garantia de três anos e inclui todos os acessórios necessários, é formada por soluções H.264 ONVIF – padrão que tende a ser convencional do mercado – fixa e dome, de 1 MP e 2 MP; câmeras HDSM fixa e dome de 1 MP a 5 MP; câmeras panorâmicas de 180º e 360º, câmeras fixas profissionais de 8, 11, 16 e 29 MP, além de gravadores digitais (NVRs) e Workstations. Os encoders também ofertados pelo fabricante permitem a modernização consciente do legado existente em câmeras analógicas. Disponibiliza, ainda, o Avigilon Control Center, software de gerenciamento da Avigilon, com garantia durante toda a vida útil da instalação, que permite a gravação de toda a área de abrangência da câmera, ou seja, quando o operador aplica zoom digital, seja no vídeo ao vivo ou gravado, o restante da cena permanece sendo captado pela câmera, resultando em imagens sem perdas.
A solução roda sobre plataforma Windows e o software é em português, facilitando a utilização pelos funcionários do condomínio, que rapidamente podem exportar imagens e vídeos de ocorrências, entre inúmeros outros benefícios.
Os gestores do sistema contam com o benefício do acesso remoto ao monitoramento via internet ou mesmo iPhone, iPod Touch e iPad.
Apesar de a solução ser novidade - está disponível no mercado brasileiro desde março de 2011 – já está em funcionamento em um condomínio residencial na capital paulista, cujo case pode ser consultado no hotsite da Avigilon www.grupopolicom.com.br/avigilon, espaço virtual em que também são disponibilizados inúmeros casos de sucesso em todo o mundo, download da versão demo do software Avigilon Control Center e cadastro para inscrição em treinamentos e webinars sobre CFTV IP de alta definição.
Além disso, o Grupo Policom faz demonstração de toda a linha no Policom Solution Center e também no local mais conveniente para o interessado, mediante agendamento prévio.
Sobre a Abex Brasil
Abex Brasil, com sede na cidade de São Paulo e em Campinas (SP), verificou a necessidade no mercado brasileiro em investir em novas tecnologias, especialmente no que diz respeito às áreas de Segurança em Tecnologia da Informação e ao uso de tecnologias para as áreas de segurança corporativa, governamental e pessoal.
De olho no mercado mundial trouxe para o Brasil todo o know-how da Ex-Sight.Com., empresa Israelense especializada em pesquisas e desenvolvimento de softwares de engenharia biométrica e vídeo analítico, que continuamente busca a inovação, trabalhando parcerias mundiais com grandes empresas do setor.
Com o aumento da preocupação com segurança em todo o mundo, a Abex Brasil, há dois anos, implanta e desenvolve, em âmbito nacional e em outros países, junto à Ex-Sight.Com soluções de biometria facial, através de algoritmos inteligentes que ajudam a identificar pessoas, de maneira não invasiva, rápida, totalmente segura e sem causar repúdio, ou seja, o utilizador não tem de tocar ou interagir com nenhum equipamento.
As soluções tecnológicas se encaixam perfeitamente ao mercado de segurança, proporcionando inteligência aos sistemas de CFTV, sejam em ruas, aeroportos, estádios, eventos esportivos, shoppings, rodoviárias, shows, entre outros, fornecendo também dados estatísticos para planejamento estratégico e de marketing.
Dentre as diversas soluções, destacam-se vídeo analítico, detector de suspeitos, identificação de placas de veículos, reconhecimento facial – controle de acesso.
Todas as soluções estão baseadas em simplicidade e segurança aos usuários.
Sobre a NNW
A NNW é uma provedora de soluções para infraestrutura de comunicações em redes locais e remotas e se destaca como uma importante integradora de redes, comunicações e sistemas de CFTV IP no País. Oferecendo as melhores tecnologias e serviços para seus clientes serem mais competitivos nos mercados em que atuam, a empresa executa desde cabeamento estruturado à solução em ambientes LAN e WAN, da convergência das tecnologias de dados, voz e imagem à segurança da rede, passando por CFTV IP, VoIP, segurança de dados, gerenciamento de redes e consultoria e implantação de sistemas, além de prestar serviços profissionais especializados e fornecer equipamentos de alta tecnologia, Mais informações em www.nnw.com.br.
Sobre o Grupo Policom
Fundado em 1995, o Grupo Policom (www.grupopolicom.com.br) é referência no mercado nacional de distribuição de produtos para Cabeamento Estruturado direcionados a aplicações de dados, voz, vídeo e controles prediais, e para CFTV IP dos principais fabricantes do mercado, reconhecidos internacionalmente.
Com sede na capital paulista, é formado pelas empresas Policom SP (São Paulo-SP), Policom Rio (Rio de Janeiro-RJ), Paris Cabos (São Paulo-SP), Policom Paraná (Curitiba-PR) e Policom RS (Porto Alegre-RS), mantendo representantes regionais para áreas específicas, como interior dos Estados de Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná. Em 2010, inaugurou o Policom Solution Center, com área de 130 metros quadrados para treinamentos e showroom das soluções de alta tecnologia comercializadas, que é também aberto à visita dos clientes, mediante agendamento prévio.
Contando com estrutura logística em condições de atender a todo o território nacional, o Grupo Policom oferece suporte técnico e comercial aos seus clientes. O seu corpo de profissionais participa constantemente de cursos ministrados pelos fornecedores e parceiros, mantendo-se atualizados para orientar corretamente os clientes com relação às melhores soluções de conectividade. Atualmente, o Grupo Policom possui diversos engenheiros, MBAs e RCDDs entre seus mais de 150 colaboradores.
ABESE participa do 1º encontro com o Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA
Carlos Progianti, presidente da ABESE (Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança) participou do 1º encontro entre a Gerência Geral do Comitê da FIFA e os Representantes das Entidades de Classe e Patronal das Empresas de Segurança Privada, no Rio de Janeiro.
Junto com outras autoridades do setor discutiram temas ligados a segurança durante a Copa do Mundo de 2014. “Foi muito importante participar deste encontro e apresentar o perfil das empresas de sistemas eletrônicos de segurança.
No futuro teremos outros contatos para ter uma participação mais efetiva neste grande evento, que será a Copa de 2014”, comenta Progianti. Um dos momentos mais aguardados do evento foi a apresentação do Gerente de Planejamento do Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA Brasil, Pedro Miranda, que explicou como vai funcionar a contratação das empresas e o perfil desejado pela organização.
Durante a reunião, os participantes discutiram assuntos sobre o modelo da segurança eletrônica e debateram os perfis das empresas de sistemas eletrônicos de segurança, como o modelo de segurança integrada para a Copa das Confederações e Copa 2014; perfil, equipamentos e capacitação dos profissionais; além de explicações sobre o contrato trabalhista e a legislação pertinente.
MODELO DE SEGURANÇA DA COPA 2014 É APRESENTADO À SEGURANÇA PRIVADA
No dia 31 de Janeiro, representantes de entidades de classe e de sindicatos de empresas de segurança privada, das 12 cidades sedes, fizeram a 1ª reunião com a Gerência Geral de Segurança do Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, no Rio de Janeiro/RJ. “Foi um primeiro encontro nacional com o segmento para discutir o modelo de segurança a ser implantado na Copa das Confederações 2013 e Copa 2014; alinhar as exigências do modelo com o setor; e esclarecer como se dará a contratação das empresas”, explica o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp), José Adir Loiola, que esteve presente na reunião.
Na ocasião, foi apresentada a proposta do Curso de Extensão para Grandes Eventos. A intenção é fazer com que somente os vigilantes de empresas privadas atuem nos estádios de futebol se estiverem desarmados e se tiver concluído o Curso de Extensão para Grandes Eventos nas escolas de formação de vigilantes. O curso foi formatado pela Coordenadoria-Geral de Controle de Segurança Privada da Polícia Federal, que utilizou como base conhecimentos de especialistas em segurança, materiais nacionais e internacionais, assim como o regulamento de segurança da FIFA, além de ter analisado as sugestões e propostas das entidades de classe.
Estiveram presentes também representantes da Secretaria Nacional de Segurança para Grandes Eventos (Sesge) e da Coordenação Geral de Controle da Segurança Pública da Polícia Federal (CGCSP/DPF). “Assim como esta reunião, já fizemos e faremos outros encontros com todas as áreas de segurança que pretendemos contar nos eventos em 2013 e 2014. Esta integração entre as forças públicas e privadas é fundamental e todos precisam entender a função de cada um para que possamos oferecer um padrão internacional nos grandes eventos esportivos que somos responsáveis”, enfatizou o gerente geral de segurança do Comitê Organizador Local (COL), Hilário Medeiros.
Números
Pelo menos 50 mil profissionais da segurança privada devem ser escalados para o esquema de segurança da Copa do Mundo de Futebol no Brasil, em 2014. Em cada estádio, aproximadamente três mil vigilantes, devidamente cadastrados na Polícia Federal, devem ficar responsáveis pela segurança no complexo interno das arenas (tendas de patrocinadores, área de circulação de pessoas, estacionamentos e catracas).
Há aproximadamente 167 mil vigilantes (entre homens e mulheres) em 400 empresas de segurança legalizadas no Estado de São Paulo, sendo que quase 200 são associadas ao Sesvesp. No Brasil, o efetivo da segurança privada é de 540 mil vigilantes trabalhando em 1.500 empresas autorizadas a funcionar no País.
Sesvesp – Fundado em 1988, trabalha como entidade sindical que congrega e representa as empresas de segurança privada, segurança eletrônica e dos cursos de formação e aperfeiçoamento de vigilantes no Estado de São Paulo. Trabalha para coibir a prestação de serviços por empresas informais, que somam cerca de um terço do total de companhias do segmento. Luta, também, para que seja aprovado o Estatuto da Segurança Privada, que prevê uma regulação maior ao setor e qualifica como crime a contratação de serviço de segurança privada clandestina, além da utilização de vigilantes sem treinamento e registro na Polícia Federal, que é o órgão público responsável pelo controle da segurança privada no Brasil. www.sesvesp.com.br
GOLFE ► Embrase fecha temporada 2011 do Circuito Empresarial de Golfe com torneio para cem empresários
Competição aconteceu na sexta-feira dia 9 no Quinta da Baroneza Golf Club, em Bragança Paulista, e terá representantes de vários setores da economia
A Embrase Segurança & Serviços é a patrocinadora máster da etapa final do Circuito Empresarial de Golfe 2011, que aconteceu na sexta-feira dia 9 de dezembro no Quinta da Baroneza Golf Club, em Bragança Paulista (SP). Esse é o mais importante circuito de golfe voltado para empresários e executivos amantes do esporte e finaliza este ano sua 9ª edição consecutiva.
Há 25 anos, a Embrase oferece máxima qualidade em prestação de serviços nas áreas de segurança patrimonial, serviços gerais e multisserviços. Todo o know-how da empresa, aliado ao comprometimento pessoal de seus colaboradores e ao investimento contínuo em alta tecnologia, fez com que a Embrase registrasse seu nome da história do setor. A empresa conta com uma equipe composta por profissionais especializados em planejamento de segurança, análise de riscos e uma organizada estrutura que atende amplamente aos mais rigorosos critérios internacionais e possui uma Central de Operações devidamente aparelhada para operar 24 horas, 365 dias ao ano.
Além disso, a Embrase é hoje a maior parceira do golfe nacional e já esteve presente em mais de 50 eventos, entre eles torneios empresariais, abertos de clubes, beneficentes, competições profissionais e confraternizações.
"O golfe e seus valores fazem parte da filosofia da empresa. Nosso apoio ao esporte é uma retribuição ao que ele tem feito por nós. O Circuito Empresarial de Golfe é uma excelente oportunidade para reunirmos os amigos e parceiros para uma confraternização de final de ano", diz Wagner Martins, presidente da Embrase.
O jogo, voltado para convidados dos patrocinadores, está marcado para começar às 12h. Haverá também uma clínica de golfe para convidados e entrega de prêmios no final da tarde.
Os empresários convidados dos patrocinadores disputarão um torneio individual dividido por categorias e também um campeonato por equipes, que dará ao time campeão a Copa Empresarial de Golfe de cada etapa - a Embrase busca seu terceiro título consecutivo, pois foi campeã das etapas Anixter e Seguros Volkswagen.
Além da Embrase, também patrocinam o CEG a Anixter, o SuperClubs Breezes e os Seguros Volkswagen.
O evento conta com o apoio de Aruba, Associação Brasileira de Golfe Sênior, BI International, Club A, Confederação Brasileira de Golfe, Estacenter, Grupo BEM, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Instituto Barrichello Kanaan, LG, New Golf, TAM Viagens e Editora Três - a revista oficial é a ISTOÉ Dinheiro. A realização é da Golfe & Cia.
1º Copa Embrase de Profissionais Sêniores acontece em SP
Iniciativa inédita reunirá 30 atletas com mais de 50 anos que disputarão uma bolsa de R$ 30 mil
A Embrase é a principal patrocinadora da 1ª Copa Embrase de Profissionais Sêniores, que será disputada de quinta a domingo em paralelo com o 40º Campeonato Aberto Masculino e Feminino do Guarapiranga Golf & Country Club, na zona sul da capital paulistana.
Os profissionais com mais de 50 anos de idade disputarão uma bolsa de R$ 30 mil no total. A disputa será em 54 buracos, com 18 buracos por dia. Após as duas primeiras rodadas, que serão disputadas quinta e sexta-feira, haverá corte e apenas os 15 melhores colocados disputarão a final, no domingo - no sábado não haverá jogo para os profissionais.
Esse é o primeiro torneio de golfe profissional exclusivamente sênior a ser disputado junto de um aberto de clube no Brasil.
Já os amadores jogarão no sábado e domingo, numa disputa de 36 buracos no total, sendo 18 por dia. O torneio é válido para o ranking paulista por handicap index e scratch. Os jogadores e jogadoras serão divididos nas categorias scratch e em outras seis categorias.
"Achamos excelente a oportunidade de patrocinar essa iniciativa que visa prestigiar os profissionais com mais experiência. Eles ainda têm muito talento a demonstrar", diz Wagner Martins, presidente da Embrase.
A Embrase e o golfe
A Embrase é uma das maiores patrocinadoras do golfe brasileiro da atualidade. Recentemente, foi a responsável pela segurança do 58º Aberto de Golfe do Brasil e esteve fortemente presente também em torneios como o São Fernando Golf Club Open 2011, os Abertos do Terras de São José Golf Club e do Guarapiranga Golf & Country Club, a Taça Maianos, o Help BEM Embrase, o Circuito Empresarial de Golfe, o Torneio do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e o 1º Open TAM Viagens Embrase de golfe, entre outros importantes eventos do calendário nacional.
Sobre a Embrase
Há mais de duas décadas no mercado, a Embrase oferece máxima qualidade em serviços nas áreas de segurança e vigilância patrimonial e serviços gerais. Atualmente possui mais de 14 mil funcionários em atuação.
A Embrase se firmou no mercado pela qualidade e seriedade em todas suas atividades, tanto na implantação e operação de soluções de segurança, quanto na prestação de serviços gerais para diversos tipos de clientes. As soluções de segurança Embrase são traçadas de forma personalizada, por meio de uma criteriosa análise das necessidades de cada um dos clientes.
A empresa conta com uma equipe composta por profissionais especializados em planejamento de segurança, análise de riscos e uma organizada estrutura que atende amplamente aos mais rigorosos critérios internacionais e possui uma Central de Operações devidamente aparelhada para operar 24 horas, 365 dias ao ano.
Copa e Olimpíadas irão agregar mais de R$ 285,2 bilhões ao Brasil
Com os mundiais, Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer 0,4% ao ano até 2019
Um estudo recente encomendado pelo Ministério do Esporte à Fundação Instituto de Administração (FIA) mostra que a Copa do Mundo e as Olimpíadas devem agregar, pelo menos, R$ 285,2 bilhões ao Brasil até 2027. A estimativa é que o impacto no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro chegue a 0,4% ao ano (3,2% no total) com os mundiais, até 2019.
Em meio a toda estrutura organizada para receber os megaeventos, olhos do mundo inteiro estarão voltados às arenas esportivas, palco das grandes competições. Por isso, a menos de 1000 dias da Copa do Mundo, o Brasil necessita de soluções rápidas e viáveis para atender às cobranças da Federação Internacional de Futebol (Fifa) relacionadas aos estádios.
Arenas no padrão exigido pelos órgãos organizadores devem apresentar as características fundamentais para atender às necessidades do público, como conforto, visibilidade, sistemas inteligentes de imagem e som, acessibilidade, diversidade de serviços e, principalmente, segurança. Segundo a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, responsável pelo planejamento de segurança para a Copa e as Olimpíadas, “integração” e “tecnologia” são as chaves do plano estratégico de preparação do país para eventos desse porte.
Tecnologia e segurança nas arenas
Julian Baria, gerente comercial da multinacional de segurança privada G4S, dá exemplos de algumas tecnologias que podem ser utilizadas nas arenas esportivas: “Soluções para sistemas de CFTV (Circuito Fechado de Televisão), Controle de Acesso, Alarme e Detecção de Incêndio, Gerenciamento de Utilidades e Conforto, Gestão de Bilhetagem, Automação para Parking, Sistemas de Mídia e Digital Signage, Sistemas de Controle de Demanda e Eficiência Energética, além da integração de todas estas disciplinas em uma arquitetura de fácil operação, o que acelera o ROI (taxa de lucro) do empreendimento pela sua plena utilização”, diz.
A G4S hoje atua no Brasil nos setores de integração de sistemas e automação. A empresa já tem experiência em grandes eventos esportivos: organiza a segurança do GP de Fórmula 1 na Inglaterra, do torneio de Wimbledon – o mais tradicional torneio de tênis do mundo – e agora irá nortear o esquema de segurança dos Jogos Olímpicos de 2012 em Londres.
Além disso, a G4S teve outras participações, como no espaço multiuso O2 Arena, também em Londres, onde entrou com efetivo técnico e orgânico, e no projeto da Mälmo Arena, na Suécia, em que a G4S foi consultada no processo de pré-construção para o controle garantido no fluxo de multidões e segurança antiterrorismo.
Baria apresenta ainda os principais enfoques na empresa visando as competições sediadas no Brasil: “Sabemos que a demanda de serviços está muito além das quatro linhas do gramado e das paredes das arenas. Estamos em busca de soluções para mobilidade e entorno, ou seja, estamos preocupados com o legado dos eventos, pois este é o real prêmio para os torcedores brasileiros”.
O principal legado
Se as arenas são os palcos da Copa do Mundo da FIFA 2014 e dos Jogos Olímpicos Rio 2016, para o Ministério do Esporte, as melhorias na mobilidade urbana são o grande legado que os mundiais deixarão. De acordo com o Ministério, esta é uma grande oportunidade de executar planos de investimentos e de melhorar a qualidade dos serviços nas grandes cidades, sobretudo, o transporte público.
Estima-se que cerca de R$ 13 bilhões sejam investidos em 49 obras nas cidades-sede, garantindo a locomoção dos turistas e torcedores. As melhorias se resumem a construção de corredores viários, monotrilhos, vias para passagem de ônibus (BRTs), e VLTs. O início das obras está previsto para novembro de 2011.
Porto Alegre recebe primeira reunião geral de segurança para Copa 2014
Uma das 12 sedes da Copa de 2014, Porto Alegre recebeu a primeira Reunião de Alinhamento de Segurança Pública e reunião da Câmara Temática de Segurança para a Copa 2014, que começará a detalhar as atribuições dos setores da polícia no torneio que acontecerá daqui a pouco mais de dois anos e meio. O evento teve a organização da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (Sesge) - do Ministério da Justiça -, e da Secretaria Estadual do Esporte e do Lazer do RS (SEL), por meio do Comitê Gestor da Copa 2014 RS (CGCopa).
Políticos e dirigentes - como o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, e o coordenador geral do CGCopa, Kalil Sehbe - estiveram presentes, assim como os secretários de segurança dos outros estados do país, além de integrantes das forças policiais envolvidas na Câmara Temática. O encontro durou o dia inteiro (9h às 18h) e foi realizado no auditório da Academia Policial Militar.
O Beira-Rio, estádio do Internacional, abrigará as partidas do grupo que for destacado para a capital gaúcha. No momento, questões burocráticas com a construtoras impedem a continuidade das obras de adaptação, que estão paradas desde o primeiro semestre. O Grêmio terá pronta sua nova Arena, que deverá receber treinamentos e eventos ao longo do Mundial.
ASIS CHAPTER SÃO PAULO BRASIL apresenta palestra sobre segurança em Mega Eventos Esportivos
Informamos que as palestras do Sr. Shemi Alaloof, um grande Especialista em Segurança, com vasta experiência em segurança de Mega Eventos Esportivos e Infraestruturas cruciais acontecerá no dia 1º/9 em São Paulo e será organizado em conjunto com a ASIS e a ABSEG.
ASIS
CHAPTER SÃO PAULO BRASIL
16º Workshop ASIS São Paulo Brasil
de
capacitação em segurança empresarial
TEMA - A SEGURANÇA DE MEGA EVENTOS
Data 01 de setembro de 2011 (quinta feira)
08h30
credenciamento
09h00
Informações sobre a ASIS - Marcy
José de Campos Verde, CPP, ADS – presidente da
ASIS Chapter 214 São Paulo Brasil
09h30
Segurança em mega eventos - Shemi Alaloof –
especialista em segurança da ISDS Brasil (participou de
projetos na Venezuela, Paraguai, Argentina, Equador, México,
Etiópia, India, Grécia e Itália)
10h30 coffe break
11h00
Segurança em edifícios - Shemi Alaloof
– especialista em segurança da ISDS Brasil
12h00 Entrega
de certificados de participação e
encerramento.
Local
Golden Tower SP - Rua Dep. Lacerda Franco 148 - Pinheiros
São Paulo SP
Investimento R$ 60,00 (individual / pagamento os no local do evento)
(associado ASIS, ABSEG e SESVESP gratuito)
Inscrições
pelo email falecom@marcy.com.br
Organização
ASIS Chapter São Paulo Brasil
ABSEG Associação Brasileira de Profissionais de
Segurança
Patrocínio
ISDS BRASIL SEGURANCA E LOGISTICA (www.isds-brasil.com)
Atenciosamente,
Marcy
José de
Campos Verde, CPP, ADS.
Chairman
Chapter ASIS São Paulo BR
(www.asisbrasil.org.br)
e-mail
- falecom@marcy.com.br
GOLFE: Embrase patrocina torneio beneficente Copa Brasil-Alemanha no São Paulo Golf Club
Torneio visa arrecadar fundos para entidade paulistana que trabalha com menores carentes
A Embrase Segurança e Serviços é uma das patrocinadorasda 1ª Copa de Golfe Brasil-Alemanha, iniciativa da Câmara Brasil-Alemanha que acontece na terça-feira dia 23 no São Paulo Golf Club, na capital paulista. O torneio deve reunir cerca de 100 convidados.
Parte da renda será destinada ao Lar Social Girassol, entidade paulistana que acolhe menores em situação de risco e capacita jovens para o mercado de trabalho. A instituição abriga cerca de 50 menores e atende outros 200 adolescentes em seus programas de capacitação em parceria com o Senai.
O início do torneio será ás 11 horas e será disputado por equipes, na modalidade scramble.
"A responsabilidade social e o golfe fazem parte do dia a dia da Embrase. A 1ª Copa de Golfe Brasil-Alemanha reúne esses dois aspectos que fazem parte do DNA da nossa empresa, por isso resolvemos participar dessa iniciativa em parceria com a Câmara Brasil-Alemanha", diz Wagner Martins, presidente da Embrase.
A Embrase e o golfe
A Embrase é uma das maiores patrocinadoras do golfe brasileiro da atualidade. Recentemente, esteve presente em torneios como o São Fernando Golf Club Open 2011, os Abertos do Terras de São José Golf Club e do Guarapiranga Golf & Country Club, a Taça Maianos, o Help BEM Embrase, o Circuito Empresarial de Golfe, o Torneio do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e o 1º Open TAM Viagens Embrase de golfe, entre outros importantes eventos do calendário nacional.
Sobre a Embrase
Há mais de duas décadas no mercado, a Embrase oferece máxima qualidade em serviços nas áreas de segurança e vigilância patrimonial e serviços gerais. Atualmente possui mais de 14 mil funcionários em atuação.
A Embrase se firmou no mercado pela qualidade e seriedade em todas suas atividades, tanto na implantação e operação de soluções de segurança, quanto na prestação de serviços gerais para diversos tipos de clientes. As soluções de segurança Embrase são traçadas de forma personalizada, por meio de uma criteriosa análise das necessidades de cada um dos clientes.
A empresa conta com uma equipe composta por profissionais especializados em planejamento de segurança, análise de riscos e uma organizada estrutura que atende amplamente aos mais rigorosos critérios internacionais e possui uma Central de Operações devidamente aparelhada para operar 24 horas, 365 dias ao ano.
Informações
para a imprensa
Albatroz
Comunicação
11 3368 8900 | 11 3368 2008
Henrique Fruet | 11 8427 5844 | fruet@albatrozcom.com.br
Cecilia Lima | 11 8469 4777 | cecilia@albatrozcom.com.br
Esquema de segurança no amistoso do Brasil surpreende.
Primeiro teste, em São Paulo, prepara profissionais de segurança para Copa 2014 O primeiro teste do esquema de segurança para a Copa 2014, em São Paulo, aconteceu no último amistoso do Brasil na última terça-feira (07.06), contra a Romênia. Este foi o segundo realizado no país, depois do jogo contra a Holanda no Estádio Serra Dourada, em Goiânia.
“Pela primeira vez, a segurança privada trabalhou sozinha na execução da segurança interna de um estádio, em um jogo de futebol, e conseguiu cumprir tal tarefa com excelência. Foi um grande desafio, mas que mostrou aos oficiais e especialistas presentes que as empresas brasileiras de segurança privada, sérias, são capazes de executar este serviço”, avalia José Adir Loiola, presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp).
Para o coordenador geral de Controle da Segurança Privada da PF, Adelar Anderle, os vigilantes conseguiram o mesmo respeito já imposto pela segurança pública, ao se apresentarem devidamente uniformizados e com postura firme. De acordo com Loiola, este pode ser um novo mercado para a atuação da segurança privada que, atualmente, mantém-se estagnada e com limitado poder de absorção da mão de obra que se forma. “A possibilidade da segurança privada passar a cuidar dos estádios brasileiros abre um mercado novo para o segmento que poderá se consolidar e permitir maior profissionalização dos vigilantes”, conclui Loiola.
“A Gocil Segurança e Serviços foi a empresa escolhida pelo Comitê Organizador Local (COL) para realizar a segurança e controle de acesso no jogo do Brasil e Romênia dentro das normas de exigências da FIFA. 650 profissionais ficaram responsáveis pela segurança dos torcedores brasileiros dentro do estádio (Paulo Machado de Carvalho – Pacaembu) até os pórticos detectores de metal. O desafio da Gocil era controlar todo o acesso, orientar o público e garantir a todos a tranqüilidade nas arquibancadas e no gramado. O trabalho foi altamente bem sucedido, sem ocorrências, por conta do profissionalismo e da preparação, que contemplou treinamentos teóricos e três simulações, sendo a última no dia do jogo”, declara Cezar Valverde, Diretor de Operações da Gocil.
De acordo com o regulamento da FIFA, os estádios das cidades-sedes, onde os jogos acontecerão, precisam ter uma equipe na qual as seguranças pública e privada estejam integradas. Pelo menos 50 mil profissionais da segurança devem ser escalados para 2014.
Vigilantes no Brasil
Atualmente, há um exército de quase dois milhões de vigilantes cadastrados na Polícia Federal. Apenas um quarto deste contingente, no entanto, é absorvido pelo mercado de trabalho. Para a Copa 2014, além dos empregos diretos, estima-se a criação de milhares de empregos indiretos no setor, já que haverá demanda de vigilantes em hotéis, escoltas, transporte de valores, entre outros serviços.
Sesvesp – Fundado em 1988, trabalha como entidade sindical que congrega e representa as empresas de segurança privada, segurança eletrônica e dos cursos de formação e aperfeiçoamento de vigilantes no Estado de São Paulo. Trabalha para coibir a prestação de serviços por empresas informais, que somam cerca de um terço do total de companhias do segmento. Luta, também, para que seja aprovado o Projeto de Lei 4594/2004, em tramitação no Congresso Nacional, qualificando como crime a contratação de serviço de segurança privada clandestina, além da utilização de vigilantes sem treinamento e registro na Polícia Federal, que é o órgão público responsável pelo controle da segurança privada no Brasil.
Por GT Marketing e Comunicação
Esquema de segurança dos Jogos Militares terá 10 mil homens
O esquema de segurança dos Jogos Mundiais Militares, que serão realizados entre os dias 16 e 24 deste mês, prevê a participação de 10 mil homens, evento que ocorre no Rio de Janeiro. Além de militares do Exército, da Marinha e Aeronáutica, estão incluídos no esquema agentes de forças de segurança federais (Polícia Rodoviária Federal), estaduais (Polícia Militar) e municipais (Guarda Municipal).
O comando da operação ficará com a 1ª Divisão do Exército. Segundo a assessoria de imprensa dos Jogos, haverá fechamento de ruas nas cerimônias de abertura e encerramento, no entorno do Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro.
No dia 17/07, dia da maratona, algumas vias públicas entre o Recreio dos Bandeirantes e o Flamengo serão fechadas para a realização da prova. Durante os Jogos Militares, delegações e atletas terão preferência para se movimentar nas vias da cidade do Rio de Janeiro. Haverá restrição do espaço aéreo sobre as arenas esportivas durante as competições.
A abertura dos Jogos Mundiais Militares marcada para o dia 16/07, mas a competição de futebol começa já no dia 15/07. Mais de 6 mil pessoas, entre atletas e técnicos, das Forças Armadas de mais de 100 países devem competir em 20 modalidades esportivas.
Copa 2014 deve gerar 50 mil empregos diretos para vigilantes
Profissionais terão de passar pelo Curso de Extensão em Grandes Eventos para trabalhar no Mundial.
Pelo menos 50 mil profissionais da segurança privada devem ser escalados para o esquema de segurança da Copa do Mundo de Futebol no Brasil, em 2014. De acordo com o regulamento da FIFA, os estádios das cidades-sedes, onde os jogos acontecerão, precisam ter uma equipe na qual as seguranças pública e privada estejam integradas.
Em cada estádio, aproximadamente três mil vigilantes, devidamente cadastrados na Polícia Federal, devem ficar responsáveis pela segurança no complexo interno das arenas (tendas de patrocinadores, área de circulação de pessoas, estacionamentos e catracas).
De acordo com a Coordenação Geral de Controle da Segurança Privada da PF, será criado um curso específico para capacitar vigilantes, supervisores e gestores que desejarem trabalhar no Mundial - Curso de Extensão em Grandes Eventos, que será oferecido pelas escolas de formação de vigilantes.
“A Polícia Federal tem se articulado com o Comitê Organizador e as entidades do setor para montar um esquema eficiente, aproveitando a mão de obra regularizada junto à PF, para que a segurança no Mundial seja especializada e não improvisada, como ocorreu na África do Sul”, revela o presidente do Sesvesp (Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo), José Adir Loiola.
Vigilantes no Brasil
Atualmente, há um exército de quase dois milhões de vigilantes cadastrados na Polícia Federal. Apenas um quarto deste contingente, no entanto, é absorvido pelo mercado de trabalho. Para a Copa 2014, além dos empregos diretos, estima-se a criação de milhares de empregos indiretos no setor, já que haverá demanda de vigilantes em hotéis, escoltas, transporte de valores, entre outros serviços.
Sesvesp – Fundado em 1988, trabalha como entidade sindical que congrega e representa as empresas de segurança privada, segurança eletrônica e dos cursos de formação e aperfeiçoamento de vigilantes no Estado de São Paulo. Trabalha para coibir a prestação de serviços por empresas informais, que somam cerca de um terço do total de companhias do segmento. Luta, também, para que seja aprovado o Projeto de Lei 4594/2004, em tramitação no Congresso Nacional, qualificando como crime a contratação de serviço de segurança privada clandestina, além da utilização de vigilantes sem treinamento e registro na Polícia Federal, que é o órgão público responsável pelo controle da segurança privada no Brasil. www.sesvesp.com.br.
Por GT Marketing e Comunicação
Estádio Rei Pelé testa sistema de catraca eletrônica
O governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE), em parceria com a empresa inglesa Stadiacard, lançou um moderno sistema de catraca eletrônica baseado na solução de ingressos e cartão inteligente para controle de acesso ao estádio Rei Pelé em eventos e programas de fidelidade aos torcedores. O teste ocorreu na partida disputada entre as equipes de CSA e Santa Rita e, segundo a administração do estádio, a ação também tem o objetivo de cumprir o Estatuto do Torcedor.
Na primeira fase do projeto, os ingressos com tarjas magnéticas foram comercializados em pontos de vendas e nas bilheterias do espaço. O torcedor tinha até vinte segundos para passar nas catracas eletrônicas com leitor óptico instaladas nas portarias.
Segundo o secretário da SEE, Jorge Lins, o próximo passo será a implantação do cartão inteligente. "Com a efetivação do novo sistema estamos saindo na frente em relação aos outros estádios do País", assegurou.
Fonte: Portal Integração Profissional
Sistema de vigilância IP protege estádio durante a Copa de 2010
No total, 120 câmeras foram implantadas no local
A empresa IndigoVision, fabricante de soluções para segurança de vídeo IP, foi a responsável pela implantação de câmeras no estádio Royal Bafokeng, próximo à Rustemburgo, na África do Sul, na última Copa do Mundo em 2010. Com 42 mil lugares, o espaço foi um dos locais utilizados para sediar as finais do mundial.
O sistema de 120 câmeras, fornecido pela Norbain SA, foi instalado pela Southwest Systems, que também foi responsável pelo Controle de acesso biométrico do evento. Uma combinação de câmeras resistentes a vandalismo foram usadas em todo o estádio. Na sala de controle central, um software de gerenciamento de segurança monitorava as imagens.
Polícia Militar faz simulação no Pacaembu visando Copa de 2014
O Pacaembu viveu um verdadeiro clima de clássico. Mas tudo não passou de uma simulação da Polícia Militar do estado de São Paulo. O teste serviu para os alunos de diversas unidades de policiamento do Brasil experimentarem na prática as lições aprendidas no curso de segurança em praça esportiva desenvolvido pela Polícia Militar de São Paulo, visando a Copa do Mundo de 2014.
- O objetivo é treinar 70 oficiais de todo o país por ano e padronizar o serviço de segurança nos estádios para todo o território nacional até a Copa - afirmou o Major Leandro Pavani, comandante da operação.
A simulação começou com a vistoria do estádio e localização de um artefato explosivo escondido perto dos banheiros químicos do setor laranja. Após encontrarem o objeto, os oficiais em treinamento isolaram a área e usaram um robô para retirar a bomba. A seguir, um oficial vestido com uma roupa especial realizou a explosão do artefato em segurança.
Depois de realizada a inspeção no estádio, era hora da chegada dos "torcedores". Policiais Militares em treinamento fizeram as vezes de uma torcida organizada chegando ao Pacaembu. Logo na entrada, foram revistados pela PM e passaram pelo novo sistema de identificação biométrica. Depois de algumas "brigas" entre torcedores e de tentativas de invasão de outros setores do estádio, foi feita a simulação de atendimento a um torcedor ferido. Após o socorro dos bombeiros do grupo de resgate, um helicóptero da Polícia Militar pousou no campo do Pacaembu para a retirada do "torcedor ferido", dando fim à simulação.
- Os treinamentos para melhorar a segurança nos estádio não visam somente a Copa do Mundo, mas também buscar um legado, para que possamos realizar um serviço de segurança nos estádios ainda melhor depois da Copa. Não adianta fazer bonito em 2014 se depois tudo for perdido - disse o Major Leandro.
Participaram da simulação policiais militares do 2° Batalhão de Choque, Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE), Canil, Comando e Operações Especiais (COE), 23° Batalhão da Polícia Militar Metropolitano, Bombeiros e Grupamento Aéreo da Polícia Militar.
Tecnologia a serviço da segurança
A simulação também serviu como oportunidade para a Polícia Militar testar novos equipamentos de vigilância eletronica, como o reconhecimento de rostos através de um sistema de biometria facial e a utilização do "Olho de Águia".
O sistema de reconhecimento de biometria facial é composto por um óculos com pequenos monitores no lugar das lentes, uma câmera e um pequeno computador portátil. A câmera fotografa automaticamente o rosto das pessoas que passam na frente do policial e cruza as imagens com um banco de dados de infratores. Se for identificado algum criminoso, o policial é avisado no mesmo instante pelo programa. O sistema ainda pode ser adaptado para câmeras fixas de segurança.
Ele também foi testado com sucesso no clássico do último domingo, entre Corinthians e São Paulo e tem se mostrado útil para a PM, que ainda não tem previsão para sua utilização regular nos estádios paulistas.
- Acredito que é uma solução criativa e válida. Mas melhor do que ter esse equipamento é o torcedor saber que nós temos eles, isso inibe a ação criminosa - explicou o Major Leandro.
O "Olho de Águia" é um sistema que permite a um comandante observar todo o sistema de vigilância do estádio, bem como as câmeras dos helicópteros da PM, em tempo real por um equipamento portátil, possibilitando o envio de reforços para situações de emergência com mais agilidade. Este sistema já foi comprado pelo Governo do estado de São Paulo e está a disposição da polícia.
Torcidas organizadas buscam padronização da segurança nos estádios, visando a Copa de 2014
Cerca de 200 representantes de torcidas organizadas de futebol de todo o país debateram formas de conter a violência nos estádios e voltaram a discutir o Procedimento Operacional Policial, um conjunto de medidas de segurança elaborado pelas torcidas, polícias estaduais e pelos ministérios do Esporte e da Justiça.
O procedimento começou a ser implantado na tarde deste sábado, quando teve início o Campeonato Brasileiro de Futebol da 1ª Divisão. Pensado para combater a violência nos estádios do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, de Minas Gerais e de São Paulo, a expectativa é de seja seguido em outros estados.
"Com a Copa do Mundo de 2014, as atenções ficam voltadas para cá. Portanto, não podemos apenas cuidar de ter arenas padrão internacional. Os torcedores, além dos atletas, fazem parte do espetáculo e o governo federal quer elevar a qualidade das competições", afirmou o ministro interino do Esporte, Waldemar de Souza, durante o 2º Seminário Nacional de Torcidas Organizadas.
Para as torcidas, a falta de padronização gera "desentendimentos" e atrapalha a festa. "As torcidas, independente de clubes, passam pelos mesmos sufocos. Estamos acostumados, por exemplo, a levar um certo tipo de material para um estado que e em outro não pode. Se a gente souber o que pode fazer, vamos seguir", afirmou o presidente da torcida Dragões da Real, do São Paulo, André Azevedo.
O procedimento começou a ser elaborado no ano passado. Representantes de governos, da sociedade e pesquisadores trocaram experiências e sugestões que originaram um documento com mais de 100 medidas de segurança.
Entre as medidas está a escolha do tipo do armamento dos policiais, a tomada de depoimentos, como articular o atendimento de saúde nos estádios, formas de monitorar o deslocamento das torcidas e como será organizado o transporte público em dias de jogo.
Federação Paulista interdita 25 estádios de futebol do Estado
Entre os clubes afetados estão XV de Jaú, Marília, Rio Preto e Juventus, veja a lista completa.
De uma vez só, a FPF (Federação Paulista de Futebol) anunciou a interdição de 25 estádios do Estado. Entre eles estão o do XV de Jaú (Zezinho Magalhães) e outros campos tradicionais, como do América, do Rio Preto, do Marília e do Juventus.
Segundo a FPF, a interdição dos 25 locais se dá por questões de segurança e foi feita pelo Departamento de Segurança e Prevenção “em decorrência do descumprimento do Estatuto do Torcedor, até a entrega dos laudos estabelecidos na legislação vigente”.
Para a liberação de um estádio, o Estatuto do Torcedor exige que eles passem por análises de segurança, sanitárias e estruturais. No caso do laudo dos engenheiros, dois aspectos são analisados: a estrutura física e a elétrica. De posse do laudo a FPF se exime de eventuais contratempos que possam ocorrer nas praças esportivas.
Lista
Estádio Anísio Haddad – São
José do Rio Preto
Estádio Antônio Lins Ribeiro Guimarães
– Santa Bárbara d’Oeste
Estádio Benedito Teixeira – São
José do Rio Preto
Estádio Bento de Abreu Sampaio Vidal –
Marília
Estádio Breno Ribeiro do Val – Osvaldo Cruz
Estádio Bruno Lazzarini – Leme
Estádio Conde Rodolfo Crespi – São Paulo
Estádio Coronel Francisco Vieira – Itapira
Estádio Dr. Adail Nunes da Silva – Taquaritinga
Estádio Dr. Adhemar de Barros –
Araçatuba
Estádio Dr. Augusto Schimidt Filho – Rio Claro
Estádio Dr. Francisco Palma Travassos –
Ribeirão Preto
Estádio Dr. José Lancha Filho – Franca
Estádio Dr. Novelli Júnior –
Itú
Estádio Dr. Osvaldo Scatena – Batatais
Estádio 1º de Maio – São
Bernardo do Campo
Estádio Frederico Dalmazo – Sertãozinho
Estádio Gilberto Siqueira Lopes – Lins
Estádio Joaquim de Moraes Filho –
Taubaté
Estádio José Maria de Campos Maia –
Mirassol
Estádio Maria Thereza Breda – Olímpia
Estádio Pedro Marin Berbel – Birigui
Estádio Pref. José Liberatti – Osasco
Estádio Walter Ribeiro – Sorocaba
Estádio Zezinho Magalhães –
Jaú
Vereadores propõem mais rigor em estádios
Três vereadores de Curitiba — Tico Kuzma (PSB), Roberto Aciolli (PV) e Juliano Borghetti (PP) — apresentaram um projeto de lei em conjunto, prevendo a identificação de torcedores em estádios. A ideia é cadastrá-los todos para melhor indetificar eventuais arruaceiros, como os que invadiram o campo do Couto Pereira no domingo, causando estragos.
Pela proposta, estádios com capacidade para mais de 15 mil pessoas devem identificar os torcedores no ato da compra dos ingressos. Quem adquiri-los deverá apresentar documento de identidade e informar o endereço. Para os integrantes de torcidas organizadas, as exigências são maiores: além dos documentos, eles devem também apresentar certidão de antecedentes criminais e biometria.
Além disso, os estádios deverão ter monitoramento por imagem nas catracas e gravação fotográfica, para identificar os torcedores e relacioná-los com o ingresso adquirido, registrando dia, hora e local de acesso. As informações devem ser preservadas no prazo de 30 dias. Os funcionários do estádio também irão portar identificações.
Governo vai investir R$ 80 milhões em câmeras de segurança nos estádios de futebol
O Ministério do Esporte vai investir R$ 80 milhões em sistemas de monitoramento para os estádios de futebol públicos e privados, visando melhorar a segurança para a realização de jogos, disse hoje o assessor da área de futebol do ministério, Alcino Rocha, ao participar do seminário Estádios, Segurança e Condições de Uso, em Brasília. Segundo ele, o processo licitatório para a aquisição dos equipamentos já está aberto, devendo as propostas serem apresentadas até o dia 7 de dezembro.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra, de acordo com Alcino Rocha, que 89% das famílias que deixaram de comparecer aos campos, se afastaram por causa da precariedade da segurança. A instalação de câmeras nos estádios permitirá a identificação de torcedores violentos e no monitoramento das ações das torcidas organizados que vão para os campos de futebol apenas para brigar. O promotor José Antônio Baeta defendeu no encontro a atuação do Ministério Público em defesa dos torcedores, ao mencionar que existem críticas de que "o MP se mete em tudo". Ele disse que a Constituição Federal prevê no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais que o Estado defenderá os direitos do consumidor, na defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais.
De acordo com Antônio Baeta, o Estatuto do Torcedor enquadra no Código de Defesa do Consumidor as entidades responsáveis pelas competições que descumprem os quesitos de segurança dos estádios, cabendo ao Ministério Público o trabalho com as federações para que os cuidados necessários à segurança do torcedor sejam tomados. Por exemplo, as federações de futebol devem ter os nomes das torcidas impedidas de ir aos estádios pelo seu histórico de violência.
O diretor da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Virgílio Elísio, defendeu a necessidade das agremiações encaminharem, sempre com antecedência, os pedidos de laudos de liberação dos estádios à Polícia Militar, ao Corpo de Bombeiros e à Vigilância Sanitária. Isso, segundo ele, evita os transtornos de última hora. Para Elísio, os estádios públicos ou privados, grandes ou pequenos, têm sempre problemas que precisam ser resolvidos para estarem adequados à realização das partidas. Daí a necessidade dos pedidos de laudos serem enviados com antecedência para que todos os probelmas sejam levantados e resolvidos.
Fonte: Portal Terra/SP
Segurança fica em 2º plano, mas deve custar R$ 1,38 bi ao Rio-2016
Deixada fora da lista de preocupações do COI (Comitê Olímpico Internacional) em relação aos Jogos Olímpicos de 2016, a questão da segurança no principal evento esportivo do planeta deve custar ao Rio de Janeiro cerca de US$ 777 milhões (aproximadamente R$ 1,38 bilhão).
O Comitê da candidatura brasileira prevê investir US$ 11,1 bilhões em infraestrutura até o ano da competição, sendo que 7% deste valor irá para do projeto de segurança da Olimpíada.
O plano carioca para a segurança foi poupado de críticas pelo COI na última avaliação das cidades candidatas, no começo de setembro. O Comitê Olímpico afirmou que as maiores deficiências do Rio estão concentradas no setor hoteleiro e nos transportes.
Segundo o comitê, a cidade não terá grandes problemas para dar segurança ao evento por ter experiência em receber grandes eventos, como os Jogos Pan-Americanos de 2007, o Reveillón e o Carnaval, além de partidas da Copa do Mundo, que será disputada em 2014 no Brasil.
O relatório da candidatura diz ainda que o país nunca teve problemas com atos terroristas, o que poderia ser considerado uma vantagem em relação aos outros três países com os quais disputou o direito de organizar a competição: Estados Unidos, Espanha e Japão.
O dossiê também afirma que, apesar da necessidade de um plano especial de segurança para a Olimpíada, o Rio pretende aproveitar as ações aplicadas em 2016 para o futuro, deixando um legado antiviolência na cidade.
A previsão do comitê é que 60.770 pessoas serão envolvidas no esquema de segurança dos Jogos, sendo que 14.200 terão que ser importadas de outras regiões.
A responsabilidade sobre a segurança ficará a cargo do governo federal, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, que irá coordenar o envolvimento das agências federais, estaduais e municipais e se relacionar diretamente com a diretoria se segurança do comitê.
O plano do Rio-2016 promete a utilização de ações temporárias, como a adoção de um perímetro de segurança, o controle de acesso integrado e um gerenciamento de alarme, assim como um trabalho mais eficaz de inteligência.
O serviço de inteligência tem como intenção identificar as áreas de maior incidência de crimes e traças planos específicos de redução da criminalidade nestas áreas. O plano será posto em prática já na Copa do Mundo-2014 e pode ser alterado caso não funcione adequadamente.
Assim como no Pan, o Exército também deve ser utilizado no plano de segurança. Ele fará parte do planejamento da segurança e da confecção de um plano antiterrorismo, além de proteger a zona Deodoro, uma das sedes da Olimpíada, que é área militar.
Segundo o comitê responsável pelo Rio-2016, as esferas governamentais se comprometeram a alterar e criar leis necessárias para que os Jogos sejam completamente seguros.
Fonte: Da Folha Online
Acidente com Massa deixa a segurança na F-1 em destaque
Nunca
dá para fazer o suficiente para melhorar a
segurança na categoria,
diz chefe da equipe McLaren
Petr David Josek/AP - Técnicos mostram mola semelhante aque
atingiu o capacete de Massa no treino na Hungria
BUDAPESTE - O sério acidente sofrido pelo brasileiro Felipe Massa durante o treino de classificação para o Grande Prêmio da Hungria serviu com um lembrete de que a Fórmula 1 nunca pode relaxar em relação à segurança, apesar dos avanços significativos conseguidos nos últimos anos.
A Fórmula 1 não tem uma fatalidade numa corrida desde a morte de Ayrton Senna no Grande Prêmio de San Marino, em 1994, mas chegou perto em alguns casos nos últimos anos.
"Inevitavelmente nós todos nos tornamos complacentes se não somos confrontados com um acidente sério", disse o chefe da equipe McLaren, Martin Whitmarsh.
"Obviamente 1994 foi um grande alarme para todos nós na Fórmula 1 naquele tempo. Todos, as equipes e a FIA, contribuíram para os muitos grandes passos dados em relação à segurança e acho que temos que fazer isso novamente.
"Nunca dá para fazer o suficiente para melhorar a segurança na Fórmula 1", acrescentou o britânico. "Na Fórmula 1, talvez nós nos concentremos muito em política. Temos que voltar para o campeonato, a briga, o show, a segurança."
Massa, piloto da Ferrari, estava em condições estáveis neste domingo, depois de uma cirurgia no crânio após o acidente na pista, em que foi atingido no capacete por uma mola de metal, de aproximadamente 1 quilo, que havia se soltado segundos antes do carro do piloto da Brawn GP, Rubens Barrichello.
O acidente de sábado aconteceu menos de uma semana depois que o britânico Henry Surtees, de 18 anos, filho do campeão da Fórmula 1 pela Ferrari em 1964 John Surtees, ter morrido ao ser atingido na cabeça por uma roda durante uma corrida de Fórmula 2 em Brands Hatch.
As medidas de segurança melhoraram muito desde 1994, com equipamentos para a proteção do pescoço e cabeça chamado HANS, além de laterais de cockpits mais altas e capacetes mais fortes. Mas havia um sentimento no Grande Prêmio da Hungria de que algo mais precisa ser feito. Exatamente o quê era a grande questão.
"Precisamos manter a perspectiva da coisa, acho eu," afirmou o proprietário da Brawn, Ross Brawn, ex-diretor técnico da Ferrari. "Do que se viu no último fim de semana e neste fim de semana, precisamos ter um estudo apropriado para ver se há necessidade de se fazer algo." "Sem saber de todos os detalhes do que aconteceu, me parece que o trabalho feito nos capacetes nos últimos anos tem sido essencial hoje."
No próximo ano não haverá reabastecimento durante as provas, o que significa carros mais pesados no grid de largada, com tanques de combustível cheios.
"Precisamos garantir que os freios, a suspensão, os sistemas de segurança, os sistemas de absorção de energia respondam a isso porque esse é um grande passo à frente", disse Whitmarsh.
Tem novidade nas bilheterias do Bento Freitas
No novo sistema serão utilizados os ingressos que possuem a maior segurança contra cópias do mercado. Eles são confeccionados em material plástico, com holografia tridimensional, tinta reagente a luz ultravioleta e máscara preta de proteção para impressão de código de barras criptografado.
Para acompanhar toda essa tecnologia dos bilhetes, serão implantadas catracas eletrônicas, com softwares de gerenciamento para monitoração on-line do controle de acesso. Tudo para que o torcedor tenha mais segurança e agilidade na hora de entrar no estádio.
“Nós entendemos que futuramente isso será uma exigência do torcedor, por isso o Brasil já está se adequando. Dentro da nossa política de dar cada vez mais conforto à torcida rubro-negra, a implantação desse sistema vai oferecer mais segurança e rapidez no acesso ao estádio, que agora será eletrônico”, disse o presidente Helder Lopes, responsável por trazer essa inovação ao Bento Freitas.
A operação do novo serviço vai ficar a cargo da Connexus, que atua no mercado de controle de acesso desde 1990. Atualmente a empresa vem trabalhando em todos os jogos da Seleção Brasileira, e presta serviços permanentes em estádios como o Beira-Rio, do Internacional e o Olímpico, do Grêmio.
Além de oferecer maior comodidade ao torcedor, a direção do Brasil acredita que o trabalho da Connexus vai acabar com um problema que o clube enfrenta há muito tempo.
“Além da adequação e da modernização, com esse novo sistema o clube pretende acabar com a fraude de ingressos, que gera inúmeros transtornos e prejuízos a cada partida realizada no Bento Freitas”, previu Lopes.
O próximo passo do clube será ampliar o serviço aos sócios. A idéia é que o contribuinte Xavante tenha acesso ao estádio por qualquer portão, sempre com conforto, tranquilidade e rapidez no processo. Por enquanto a novidade é apenas para quem comprar o ingresso, que por sinal já está a venda na secretaria do clube, na loja Tribo Xavante e na JL Casarin.
Roma reforça segurança da final da Liga dos Campeões
Por AE-AP - Agencia Estado
ROMA - A polícia italiana divulgou nesta quinta-feira alguns detalhes do reforçado esquema de segurança para a final da Liga dos Campeões da Europa, entre Manchester United e Barcelona, que acontecerá na próxima quarta, em Roma. Entre muitas ações previstas, o torcedor precisará mostrar um documento com foto, além do seu ingresso, para poder entrar no Estádio Olímpico.
Como os ingressos da final da Liga dos Campeões são cartões eletrônicos com dados do comprador, a polícia italiana promete checar na hora de passar pela catraca, através do documento com foto, se a pessoa que tem o bilhete é a mesma que o comprou. E avisa que a entrada no estádio será proibida no caso de as informações serem conflitantes.
Existe um grande temor de violência entre os torcedores nesta final em Roma, cidade que já foi palco de várias brigas de torcidas, muitas delas envolvendo ingleses. Por isso, a polícia italiana está trabalhando duro no planejamento preventivo, para evitar qualquer problema no Estádio Olímpico, que receberá 67 mil pessoas na próxima quarta-feira.
O efetivo de policiais para o dia do jogo ainda não foi divulgado - fala-se em 1.500 -, mas a Itália está recebendo auxílio das forças de segurança da Inglaterra e da Espanha. Além disso, é provável que a venda de bebida alcoólica seja proibida em Roma por algumas horas antes e depois da final.
O Colorado, Internacional de Porto Alegre, vai usar biometria
O Internacional projeta usar biometria para identificar os sócios nas catracas do estádio a partir do segundo semestre de 2009. A previsão é do vice-presidente de marketing, Jorge Avancini, e foi feita durante o Meeting de Marketing da Federasul nesta sexta-feira, 28.
Segundo informações da Zero Hora, a idéia é evitar que os sócios emprestem as carteirinhas a não associados, além de aumentar a agilidade nas catracas. Está inserido no projeto o sistema de confirmação de presença dos sócios.
Os associados da modalidade antiga, que têm direito a entrar no estádio sem comprar ingresso, poderão avisar quando não forem aos jogos, recebendo algum tipo de retribuição por isso.


