ATM Scati Vision: Solução de vídeo para caixas eletrônicos
Sob o nome ATM Scati Vision, a Scati desenvolve, fabrica e comercializa suas soluções de gravação de vídeo específicas para caixas eletrônicos que permitem a conexão de até quatro câmeras.
Trata-se de uma plataforma ultracompacta adequada para ambientes pequenos, como é o caso do caixa eletrônico, fornecida com um cabo para conexão direta a uma bateria de 12 V de baixo consumo, que protege o equipamento em caso de eventuais quedas de energia.
Por outro lado, a Scati oferece a seus clientes uma segunda opção de gravação centralizada no Centro de Processamento de Dados da instituição que comporta até 32 caixas eletrônicos com o uso de codificadores H.264 para os caixas eletrônicos autônomos.
As duas soluções propostas utilizam algoritmos de compressão de vídeo altamente otimizados, sem comprometer a largura de banda disponível para o caixa eletrônico.
Os gravadores para caixa eletrônico, além da perfeita integração com as demais ferramentas do pacote Scati Vision, são equipamentos compactos, que permitem acesso e gerenciamento remoto via IP a partir do centro de controle, como se o caixa fosse qualquer outra agência bancária.
Entre algumas de suas funcionalidades, podemos destacar os modos de gravação, já que permitem tanto gravação contínua como programável ou iniciada por evento externo, ou ainda mediando alarme gerado por uma transação realizada no caixa eletrônico.
Da mesma forma, permite a pesquisa de vídeo simultânea de várias câmeras, com resumo gráfico de data/hora e de qualquer outro evento capturado: alarme, detecção de movimento, transação realizada no caixa eletrônico com número do cartão e quantia e transação em frente de caixa (ponto de venda) sem a necessidade de interromper a gravação.
Banco do Nordeste eleva o nível de segurança
O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) divulgou a substituição de seu sistema antigo de monitoramento e vigilância com tecnologia analógica localizado em seu Centro Administrativo, em Fortaleza (CE), por uma plataforma IP com câmeras que trazem imagens em alta definição. O projeto contemplou câmeras IP da fabricante Axis Communications, as quais foram implantadas pela integradora Imagem Segurança.
A modernização do sistema de videovigilância era importante para que o banco obtivesse melhor controle nos principais pontos de acesso à sede, através das imagens em alta definição que ajuda a instituição financeira a analisar áreas de grande fluxo, locais de armazenamento e circulação de materiais, bem como o perímetro do centro administrativo.
As câmeras adquiridas são monitoradas em resolução HDTV, que proporciona alta qualidade de imagem, principalmente na aproximação de alvos distantes. De acordo com José Boileau Esmeraldo Júnior, gerente executivo da célula de Segurança Bancária do Ambiente de Segurança Corporativa , o Centro Administrativo possuía um sistema analógico de CFTV, o que gerava perda de qualidade nas imagens monitoradas e resultava em preocupação para a instituição financeira.
A etapa inicial do projeto de videovigilância contemplou somente as câmeras externas, notadamente portarias e estacionamentos, totalizando 46 câmeras. Hoje, o Centro Administrativo ainda dispõe de câmeras analógicas, que gradativamente deverão ser migradas para a tecnologia IP, mantendo-se o mesmo padrão de qualidade da primeira fase.
Os resultados iniciais foram considerados satisfatórios por Esmeraldo Júnior, “principalmente pela elevação da qualidade da imagem e facilidade de instalação, além de permitir o suporte básico pela própria equipe interna de manutenção de rede”. Na avaliação do gerente executivo, “a solução adquirida pelo banco está aderente às novas tendências do mercado, o que garante prolongada da vida útil ao sistema, redução dos custos dos contratos de manutenção e flexibilidade de atualização”.
“As câmeras IP são utilizadas costumeiramente para o monitoramento e tratamento tempestivo de ocorrências de qualquer natureza, bem como para fins de acompanhamento de eventos, investigação e apuração de incidentes”, conta Esmeraldo.
Na fase de projeto, observou-se que a implantação de um novo sistema de videovigilância baseado em tecnologia IP fazia sentido, porque utilizaria a infraestrutura de rede (anel ótico Gigabit) e recursos computacionais (servidor de rede e equipamento storage) já disponíveis internamente. “Isso minimiza significativamente o custo para sua implantação, além de elevar sobremaneira o nível de disponibilidade, confiabilidade e qualidade das imagens”, justifica o gerente.
Após a implantação do projeto, todos esses recursos se provaram úteis para as necessidades do Banco do Nordeste, confirmando o que se prospectava antes da implantação. “Os principais requisitos para um bom projeto de segurança eletrônica”, explica o próprio Esmeraldo, “são a escalabilidade e interoperabilidade, visto que os recursos devem acompanhar o crescimento das necessidades do cliente, além de permitir a integração com outros sistemas, a exemplo do controle de acesso físico, alarme perimetral, automação predial e detecção de incêndio. E por serem projetos de grande porte, não podem ter vida útil reduzida”.
COFRE DA VAULT IMPEDE ROUBO EM AGÊNCIA DO BANCO DO BRASIL NO CEARÁ
Mais uma vez, uma agência bancária é vítima de ação criminosa. Dessa vez, o alvo foi o Banco do Brasil, em uma cidade do interior do Ceará, onde um grupo com cerca de doze homens, armados com fuzis, escopetas, pistolas e carabinas, além de explosivos, invadiu a agência, fez diversos reféns e usou dinamite para destruir a agência. No entanto, mesmo após a total destruição do local, os criminosos não obtiveram sucesso ao tentar explodir e roubar os cofres de alta segurança da tesouraria da agência, desenvolvidos pela VAULT, especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança. Diante do alto grau de segurança dos cofres, os bandidos acabaram indo embora sem levar o dinheiro desses cofres.
No ano passado, a VAULT foi contratada pelo Banco do Brasil para a implementação de 578 cofres de alta resistência padrão tesouraria. São cofres dotados de proteção contra ataques de ferramentas térmicas e mecânicas, com sistemas paralelos de trancamento mecânico e eletrônico, além de travamento automático para casos de tentativa de arrombamento (Re-Locker). Em todas as faces, o cofre possui blindagem química, que protege contra o uso de ferramentas de alta temperatura.
“A característica construtiva do cofre blindado resulta em um produto mais robusto e mais resistente se comparado a cofres instalados em caixas eletrônicos ou ATM (do inglês Automatic Teller Machine) que vem sendo violado com frequência ultimamente. A aplicação do cofre blindado com fechaduras eletrônicas de retardo resulta em um maior controle de acesso na sua abertura, dificultando ações de criminosos e mantendo a integridade dos bens protegidos”, confirma Gustavo Rizzo, diretor da VAULT.
Em 2009, a VAULT passou a atender instituições financeiras e entrou em editais públicos de cofres de alta resistência padrão tesouraria principalmente para agências bancárias. Além deste, a VAULT já realizou projetos de segurança para Banco Safra, Itaú Unibanco, Santander, entre outros. São projetos que incluem blindagem de guaritas, incluindo eclusas, intercomunicadores, caixilhos e vidros blindados, passa-delivery, passa-volumes, gavetas passa-documentos, blindagem de paredes e portas blindadas e antiarrombamento.
“Geralmente, os assaltos a bancos são praticados por quadrilhas profissionais, que estudam o local e a rotina da agência. Se eles identificam medidas de segurança mais reforçadas, como a blindagem, há grande possibilidade da desistência por parte dos assaltantes, que visam sempre correr o menor risco possível. Neste caso da agência no interior do Ceará, mesmo com tantas ferramentas que pudessem destruir e arrombar os cofres, a tentativa foi em vão, o que confirma a segurança proporcionada pelo nosso projeto de blindagem”, finaliza Rizzo.
Sobre a VAULT
A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, nossa companhia orienta a convergência dos sistemas de segurança para a plataforma TCP/IP bem como a migração do vídeo analógico para digital com produtos e soluções focados em vigilância e monitoramento remoto.
A VAULT atua com três linhas de produtos:
Linha VAULT - (Portas de segurança, guaritas blindadas, cofres especiais, fechaduras eletrônicas e acessórios de Controle de Acesso).
Linha Biocheck - (Leitores biométricos e Sistemas Integrados de Segurança – Controle de Acesso, Alarme e CFTV).
Linha NUUO - A NUUO, representada no Brasil com exclusividade pela VAULT em parceria com nossos distribuidores e integradores de sistemas, é uma das empresas de Hardware e Software de CFTV que mais cresce no mundo, nos últimos 6 anos, com mais de 21.000 sites instalados em 60 países. Isto, graças a uma completa linha de equipamentos e softwares que compreendem praticamente todos os nichos de vídeo vigilância. Há uma solução para cada tipo de negócio: DVR, NDVR, NVR, NVRmini (NVR Standalone Linux Embedded) e CMS (Central de Gerenciamento Global com Matrizes Virtuais).
IndigoVision adiciona clareza na Bolsa de Diamantes de Xangai
A Bolsa de Diamantes de Xangai (SDE), a única bolsa de diamantes da China, instalou um sistema CCTV de última geração da IndigoVision para garantir a segurança das transações legais e justas.
A SDE trabalhou com a parceira da IndigoVision, a Shanghai Tuijin Electronics Co Ltd, para identificar a melhor solução de monitoramento para suas necessidades. A IndigoVision foi escolhida por oferecer garantia completa na taxas de quadros, de forma que nada seja perdido. A estabilidade do sistema também foi fator determinante, já que as normas de comercialização de diamantes são rigorosas e precisam de cobertura contínua das câmeras.
Wang, do Departamento de Segurança da Bolsa de Diamantes de Xangai, declarou: “As normas para a comercialização de diamantes exigem o mais alto nível das instalações de monitoramento e gravação. Graças à tecnologia de última geração da IndigoVision, temos a certeza de que todas as transações ou incidentes são capturados o tempo todo”.
O que mais chamou a atenção da SDE foram os recursos de mapeamento, o layout dos pontos de acesso e os recursos de Zona oculta integrados ao software de gerenciamento de vídeo da IndigoVision, o Control Center.
O mapeamento da IndigoVision simplifica a localização das câmeras e a identificação dos alarmes, e o usuário pode apenas 'arrastar e soltar' o vídeo de um mapa no painel de exibição. Os pontos de acesso permitem que os vídeos mais importantes sejam exibidos em um amplo painel, com as câmeras relacionadas dispostas em painéis menores na mesma tela.
O recurso de Zona oculta bloqueia áreas dos vídeos para evitar a visualização de dados ou imagens que sejam irrelevantes ou invasivas, como janelas residenciais ou telas de computadores com dados confidenciais. No entanto, diferentemente das Zonas de privacidade dos sistemas analógicos ou de outros fornecedores de Vídeo IP, a solução da IndigoVision fornece essas Zonas sem perder permanentemente os vídeos. Equipes autorizadas podem ver as cenas na íntegra, se necessário, inclusive as áreas ocultas. As cenas completas são gravadas para fins de possíveis evidências.
Quatro estações de trabalho do Control Center, montadas na sala de controle de alarmes de incêndio e no departamento de administração das bolsas, monitoram 328 câmeras fixas e 4 PTZ. As câmeras analógicas estão conectadas à rede com o uso de 332 codificadores de vídeo IndigoVision. Além de fazer a exibição usando o Control Center em monitores de computador, as câmeras ainda podem ser vistas em monitores analógicos tradicionais usando 50 unidades receptoras da IndigoVision.
A gravação dos dados é gerenciada por um produto de terceiros, controlado pelo software NVR da IndigoVision.
Fundada em outubro de 2000, a Bolsa de Diamantes de Xangai é o único lugar na China, autorizado pelo Conselho Estadual, a lidar com importação e exportação de diamantes e a fazer negócios na área. As instalações da SDE abrangem uma área de 49.000 metros quadrados.
Para obter mais informações, entre em contato com a IndigoVision:
Europa, Oriente Médio e África – Tel: +44 131 475 7200,
América do Norte – Tel: +1 908 315 0286
América Latina – Tel: +55 11 3641 3281
Ásia (Pacífico) – Tel: +65 63490708
E-mail: press@indigovision.com ou visite www.indigovision.com.
Moderniza-se o setor Bancário Argentino
Para responder aos desafios que encara o setor, quatro dos principais Bancos Argentinos atualizaram seu sistema de CFTV para não deixar de observar, com clareza e de forma permanente, tudo o que acontece nas suas instalações. Uma garantia para seus visitantes.
Prosegur e o fabricante de soluções de transmissão de sinais de vídeo Network Vídeo Technologies (NVT) uniram-se em um projeto que permitiu, em 2011, a atualização dos sistemas de CFTV em todas as agências nacionais do Banco Galicia, do Standard Bank, do HSBC e do BBVA Francês; com este projeto cumpriram-se os regulamentos A5120 e A5136 emitidos pelo Banco Central da República Argentina para tal efeito.
A atualização consistiu na mudança da tecnologia de gravação e visualização, passando a resolução de armazenamento para 4CIF. A melhoria das câmeras instaladas precisou também da melhoria da instalação para garantir a alta qualidade na resolução da imagem.
“A qualidade dos produtos NVT permite garantir uma transmissão sem perdas na imagem gerada e sem ruído de outras instalações, e pode com isso evitar o fato de não ter gravações ou a utilização do espaço de armazenamento em disco pela degradação ou ruído em sinais de vídeo”, disse Gabriel Apel, gerente da divisão de Segurança Eletrônica da Prosegur Argentina. Foi tanta a satisfação dos clientes com as primeiras etapas dos projetos que os quatro bancos padronizaram sua infra-estrutura de cablagem para trabalhar com dispositivos da marca.
A Prosegur, a empresa integradora da solução, é uma empresa líder no setor da segurança privada ao nível mundial. Oferece soluções completas de segurança que cobrem todas as necessidades dos clientes nessa área. Atualmente Prosegur possui mais de 120.000 funcionários no mundo, distribuídos entre Europa, Asia e América Latina, só na Argentina trabalham mais de 14.500 colaboradores.
Por sua experiência, a Prosegur pôde tomar decisões cruciais para oferecer aos clientes uma solução altamente competitiva desde um olhar técnico e financeiro: a tecnologia NVT permite a utilização de câmeras analógicas com cablagem UTP Cat 6 (de instalação fácil e conexão rápida, o que descarta os falsos contatos gerados pelas terminações BNC), tornando a aplicação em um sistema híbrido que habilita a infra-estrutura de rede para um futuro IP, mas sem a necessidade de rejeitar as câmeras tradicionais para instalar equipamentos digitais, que normalmente têm um custo mais alto.
Conversão para o sucesso
A atualização da solução de CFTV no Banco de Galícia, no Standard Bank, no HSBC e no BBVA Banco Francês envolveu a substituição do sistema de cablagem, que até esse momento estava baseado em coaxial. Para Apel, isto significou um desafio, já que devia instalar o UTP sem perdas de tempos de gravação ou registros na atividade bancária.
Hoje em dia, o cabo UTP é um dos métodos de transmissão mais eficazes, já que além de possibilitar o envio da sinal de vídeo, permite a alimentação elétrica das câmeras situadas a longas distâncias. Se em um projeto de segurança se requer o envio de vídeo, energia e telemetria de dados, os cabos UTP funcionam perfeitamente com as soluções de transmissão PVD (Potência, Vídeo e Dados), fabricadas também pela NVT.
Os aplicativos mencionados estão concebidos para a gravação e supervisão das áreas operativas durante o dia, e de eventos durante a noite em áreas internas e externas do banco, na rua e nos estacionamentos do blindado, mas também nos acessos às agências, caixas eletrônicos, balcões de atendimento ao público, salões, tesouro e caixas de segurança.
Cada agência bancária requereu de oito a dezesseis câmeras, em sua maioria Samsung SNB-2000; também se usaram a Sony SCC-G113 e a Honeywell HD73X, equipamentos situados a distâncias entre 100 e 180 metros do centro de controle. As lentes, por seu lado, são varifocais auto íris com distâncias entre 1,8 a 12 mm.
Quanto aos sistemas de gravação, se utilizaram DVR de March Networks de referência 4316LC e 4416LC, tal quanto DVR de Scati Labs. A visualização no centro de controle é feita através de uma parede de vídeo de nove cubos configurada pelas telas.
A operação do sistema se explica no fato de que cada unidade de DVR está conectada à rede corporativa e transmite o evento a visualizar para a análise de cada operador, com o qual pode ligar para várias agências para sua revisão de forma simultânea.
Um sócio estratégico para o setor bancário
Gabriel Apel, quem liderou o projeto de atualização para os quatro bancos mencionados, acredita que NVT é um sócio estratégico na hora de pensar em projetos de CFTV para bancos.
A qualidade do produto é uma vantagem. Segundo Apel, nenhum dos dispositivos instalados nas mais de 3000 câmeras utilizadas apresentou falha que tenha requerido reclamações sobre a garantia. Garantia essa que é disponibilizada por vida. Outro elemento importante foi a facilidade da instalação dos equipamentos técnicos que atingiram seus requerimentos sem contratempos.
A funcionalidade foi outra vantagem em destaque. “A solução de NVT é ideal para aplicar em bancos, pois permite levar tensão pelo mesmo cabo de vídeo. Desse jeito, as fontes de energia são colocadas de forma segura no quadro técnico e não ao lado da câmera. Além do que a agência bancária possui muitos dispositivos de segurança que podem ser conectados através do mesmo cabo UTP”, disse Apel.
A NVT ofereceu ainda facilidades financeiras através de seu programa de projetos, o que permitiu que a atualização acontecesse sem problemas.
O suporte técnico foi outro valor agregado ressaltado pelo integrador: “O suporte foi permanente por parte de NVT; Gislaine Luz, Executiva de Desenvolvimento de Negócios para o Cone sul, nos visita periodicamente para atualizar a área comercial sobre os novos produtos e para informar à área técnica sobre os novos aplicativos dos produtos (...) temos trabalhado por muito tempo com a NTV e sempre tem validado seu grande profissionalismo e produto excepcional”, afirmou o integrador.
Receba seu 13º salário com segurança
Esta é a semana de pagamento da primeira parcela do 13º salário.
Para receber o benefício em segurança, confira algumas dicas de prevenção do Sesvesp (Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo). A segunda parcela deve ser paga até 20 de dezembro.
No banco:
- Não vá ao banco sempre nos mesmos dias e horários. Se for utilizar caixas eletrônicos, dê preferência àqueles que estão em shoppings e supermercados;
- Não avise empregados ou funcionários de uma forma geral que vai ao banco;
- Antes de entrar no banco, esteja certo das operações que você precisa realizar;
- Procure estar acompanhado de alguém da sua confiança;
- Não converse com pessoas estranhas dentro ou fora do banco;
- Esteja acompanhado por algum conhecido ao fazer saques em uma agência bancária ou caixa eletrônico;
- Proteja bem o dinheiro ou os cheques no momento do depósito;
- O cartão do banco deve ficar em suas mãos. Assim, você não perderá tempo dentro do banco, procurando o cartão em sua bolsa ou bolso;
- A senha deve ser memorizada, nunca anotada;
- Esteja atento à presença de pessoas suspeitas no interior das cabines ou nas proximidades;
- Assim que sacar o dinheiro, guarde-o rapidamente. Não saia à rua com o dinheiro nas mãos;
- Ao sair do banco, olhe bem para todos os lados para ver se não há ninguém seguindo você;
- Sempre que possível, faça saques em horários comerciais.
Cisco fortalece estratégia para segurança bancária
Durante o Ciab 2011, empresa mostrará soluções voltadas para proteção bancária e melhoria no atendimento a clientes. A Cisco vai participar do Ciab 2011, congresso de TI para o setor bancário que será realizado entre os dias 15 e 17 de junho, em São Paulo, e apresentará soluções de tecnologia voltadas para a segurança de bancos e aprimoramento do atendimento aos clientes nas agências.
Entre as soluções de segurança, a empresa vai mostrar o vídeo vigilância inteligente, em alta definição, que permite às agências bancárias acionar alarmes, dependendo do movimento feito por uma pessoa. Essa tecnologia facilita a captura, transmissão, visualização, gravação, arquivo e gerenciamento de sinais de vídeo analógico ou IP. Outra tecnologia voltada à segurança que a empresa vai apresentar é a CleanAir, que, segundo a fabricante, evita a invasão de redes sem fio nos bancos. A solução captura a interferência de radiofrequência, fazendo autocorreção e otimização automática de redes sem fio.
Já entre as ferramentas voltadas para a melhoria no atendimento ao cliente, a Cisco mostrará o especialista remoto, que permite a conversa entre clientes e especialistas de outras filiais do banco por meio da telepresença, sistema de videoconferência em alta definição. A companhia também mostrará câmeras para reconhecimento facial, que poderão ser utilizadas em ações de marketing personalizadas dentro das agências; vídeos para propagandas internas e informações sobre tarifas e serviços do bancos e uma solução que possibilita a integração multicanal, incorporando canais de atendimento do banco para otimizar o atendimento.
Engetron pretende expandir ainda mais a atuação da empresa no segmento bancário
A Engetron, uma das maiores fabricantes brasileiras de no-breaks, anuncia a contratação de Cristiano Araújo como gerente de Contas para o segmento bancário. "Meu objetivo é conquistar novas oportunidades de negócios para a Engetron, especialmente no mercado bancário, e auxiliar a empresa a se firmar cada vez mais no segmento”, afirma o executivo.
Com dez anos de experiência profissional em diversas áreas, principalmente na área comercial, Araújo já trabalhou em empresas como Terra Networks Brasil, Coca Cola Company e Rede de Ensino Pitágoras. Em seu último emprego, foi consultor na “Espaço Consultoria Empresarial", onde atuou nas áreas de planejamento estratégico, marketing e vendas para empresas de diversos portes, incluindo o mercado high end.
O executivo é graduado em Administração de Empresas pela Faculdade UNA (MG) e possui pós-graduação em Marketing, Finanças e Empreendedorismo pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste-MG).
Sobre a Engetron
Com 34 anos de atuação, a Engetron é uma das maiores fabricantes brasileiras de no-breaks. Utilizando tecnologia própria, a empresa tem a missão de promover energia garantida, por meio de no-breaks inteligentes que atendem de forma escalável, a uma grande diversidade de ambientes (do corporativo ao doméstico) que necessitam de energia contínua. A companhia se destaca no mercado pelos no-breaks voltados para data centers, servidores e redes de empresas de pequeno, médio e grande porte de diversos segmentos, como financeiro, saúde, telecomunicações e manufatura. Reconhecida como uma das fabricantes da mais alta qualidade percebida é detentora de certificações nacionais e internacionais de grande relevância para a proteção do usuário. Sediada em Minas Gerais, a empresa tem escritórios próprios em São Paulo e Porto Alegre, além de uma rede de franquias com presença em todos os estados brasileiros, a Engetron possui importantes clientes, como Bradesco, Itaú, Safra, Casas Bahia, Coca-Cola, CVRD, Grupo Arcelor, HSBC, Governo de Minas, Governo Federal, McDonald’s, Nestlé, Petrobrás, TAM Linhas Aéreas, entre outros. Para mais informações, visite www.engetron.com.br.
Por
PLANIN Worldcom
Escritório de advocacia adota sistema de autenticação forte da BRToken com ganhos financeiros
A substituição de uma solução com custo em dólar por uma outra com custo em real gerou ao escritório de advocacia Barbosa, Müssnich & Aragão ganhos de funcionalidade, suporte e pós-venda, além de resultados financeiros positivos e retorno de investimento significativo. Isso aconteceu devido à opção pela BRToken como desenvolvedora e fornecedora de sistema de autenticação forte para acesso remoto a todas as aplicações do escritório, desde correio eletrônico até mesmo aplicações mais complexas, como ERP.
Os ganhos financeiros obtidos com a troca pela solução da BRToken, segundo Marcello Rodriguez, coordenador de infraestrutura do escritório de advocacia, “permitiram a ampliação do número de dispositivos, substituindo os anteriores, mantendo estoque interno, permitindo, a longo prazo, economia significativa com os custos de manutenções e renovações anuais que são bem menores”.
Baseada nos produtos SafeCORE Server e SafeSIGNATURE, com serviços de manutenção e suporte para 12 meses, a solução fornecida pela BRToken está em operação desde maio de 2009 e possibilita acesso remoto seguro a cerca de 400 pessoas, entre associados e funcionários que atuam nas unidades localizados no Rio de Janeiro, em São Paulo, Brasília e Belo Horizonte. No entanto, como a ferramenta foi idealizada para acesso remoto externo, “nossos integrantes utilizam em qualquer lugar do mundo, seja a trabalho em clientes ou em suas residências. Por ser acesso via Web, não necessitando instalação de cliente, o seu uso se torna muito simples”, ressalta o coordenador de infraestrutura do escritório de advocacia.
Outro ponto importante na decisão pela ferramenta da BRToken, como explica Rodriguez, foi o fato de ser desenvolvida no Brasil, com características simples e eficientes. Foram diversos esforços voltados para a integração da ferramenta com o sistema atual utilizado por nós. Ou seja, foram realizados diversos testes e algumas modificações no sistema para que pudesse ser integrado às demais aplicações do atual sistema de acesso remoto, com ganhos significativos inclusive de performance.
A aquisição da solução da BRToken pelo Barbosa, Müssnich & Aragão demonstra “que nossos produtos se adequam e podem atender a qualquer mercado”, frisa César Lovisaro Neto, diretor comercial da BRToken, ao citar a fabricação no Brasil, aliada ao suporte em português, como os fatores que “propiciam maior conforto e despreocupação ao cliente”.
Sobre o SafeCORE Server
O SafeCORE Server é um servidor de autenticação RADIUS. Através dele, configurado para trabalhar com os seus serviços de VPN e aplicativos corporativos, integrando-se facilmente usando o protocolo padrão RADIUS, fica simples controlar o acesso remoto de usuários, com a segurança dos produtos de autenticação da BRToken.
Compatível com os sistemas operacionais Windows XP/2000/Vista/2003/2008 e integrado com o Microsoft Active Directory, é 100% gerenciado via browser. Para isso, desde que instalado com um servidor web próprio, permite gerenciamento a partir de qualquer estação de forma segura, usando um browser, sem a necessidade de instalação ou manutenção de softwares clientes.
Além disso, o SafeCORE Server possibilita a integração com produtos de terceiros via protocolo padrão RADIUS, conta com logs de autenticação para auditoria, é de instalação rápida e simples, possui criptografia forte da base de dados e suporte a diversas bases de dados via ODBC. Conta com interface intuitiva, que favorece aos administradores , em pouco tempo, habituarem-se ao seu uso e efetuarem, sem a necessidade de treinamentos, tarefas como adicionar usuários, importar tokens, apresentar logs, entre outros
O SafeCORE Server permite definir grupos de usuários, com direito ou não de se autenticar nos diversos dispositivos de acesso remoto e de rede. Assim, mesmo que um usuário válido com seu token tente se autenticar em um dispositivo para o qual ele não está autorizado, a validação será rejeitada pelo SafeCORE Server.
Sobre o SafeSIGNATURE
O SafeSIGNATURE é uma ferramenta que oferece segurança superior aos tokens comuns pois, além de gerar uma senha dinâmica (OTP) baseada em tempo, usando o padrão OATH-TOTP, gera uma Assinatura Eletrônica de transações, utilizando tecnologia com pedido de patente para a leitura de informações a partir de uma imagem. Assim, uma assinatura eletrônica é gerada pelo token em função de chave interna única, tempo e dados da transação.
Devido a esses valores, modo, somente o portador do token poderá efetuar a transação; a senha dinâmica (OTP) deverá ser utilizada naquele instante,não permitindo que, se eventualmente capturada, seja utilizada futuramente; os valores da operação, se alterados, serão detectados e invalidados; e não haverá repúdio à transação.
A tecnologia implementada pelo SafeSIGNATURE permite que o horário no token possa ser ajustado, da mesma forma em que se faz a assinatura eletrônica de uma transação. Ou seja, através da leitura, na tela, dos valores corretos de horário. Isso facilita a solução de problemas relacionados com perda de sincronismo, já que o horário dos tokens pode ser reajustado, utilizando métodos seguros.
Sobre Barbosa, Müssnich & Aragão
Criado em 1995, por profissionais experientes e estabelecidos no mercado, o escritório Barbosa, Müssnich & Aragão acumulou grande conhecimento do cenário jurídico-econômico brasileiro. O seu modelo é o de um escritório de advocacia de negócios, tendo como foco prioritário a oferta, aos clientes, de apoio integral na área jurídica, orientando-os em todos os aspectos legais decorrentes de cada operação.
Barbosa, Müssnich & Aragão tem participado de expressivo número de grandes operações ocorridas no Brasil. Sua capacitação se estende aos mais diferentes campos do Direito Empresarial, contemplando todos os desdobramentos legais resultantes das mais diversas operações nos segmentos societário, tributário, financeiro, administrativo, processual, trabalhista e de propriedade intelectual. Participa ativamente das operações, auxiliando os clientes a identificar soluções criativas para as questões fundamentais de seus negócios.
Atualmente, o Barbosa, Müssnich & Aragão conta com mais de 600 profissionais de diversas áreas, incluindo a parte administrativa.
Sobre a BRToken
Criada em 2007 para atender à demanda do mercado nacional por soluções inovadoras em autenticação forte, a BRToken (www.brtoken.com.br) é responsável pelo desenvolvimento e pela fabricação de soluções em Segurança Digital com tecnologia de ponta 100% nacional.
Sua unidade fabril, que inclui montagem e desenvolvimento de software, está localizada em Santa Rita do Sapucaí, no Vale da Eletrônica de Minas Gerais, em galpão com 480m². É lá que se encontra a área de desenvolvimento de software e que deve, ainda em 2009, receber as áreas de produção e logística. A BRToken desenvolve seus produtos a partir de modernos processos, implementando a mais alta tecnologia e inovações em suas soluções. Além disso, mantém suas áreas comercial, técnica e financeira em Cotia–SP, em um espaço com 280m².
Oferecendo inovação e eficiência ao mercado, a BRToken desenvolve seus produtos, seguindo padrões mundiais em segurança, adaptáveis às necessidades e às exigências do cliente.
A empresa recebeu incentivo com um projeto submetido e aprovado através do PAPPE Programa de Subvenção do Governo Federal via FAPEMIG, e que será lançado até o final de 2009.
Bancos no divã contra crime cibernético
Fusões entre bancos já é prática no setor financeiro. Afinal, não há dúvidas de que o sistema econômico caminha para um modelo de concentração da prestação de serviços bancários. Esse movimento, entretanto, ainda passa por uma acirrada competição tanto na oferta de serviços como na busca pela efi ciência. Uma das áreas de maior impacto em função desse movimento é a Tecnologia da Informação.
Glória Guimarães, na época diretora de TI do Banco do Brasil, sintetiza muito bem essa premissa quando afi rma: “incorporação de banco, basicamente, é tecnologia”. É diante desse contexto que surge o desafi o da segurança das informações bancárias no Brasil e, no mundo. Para tornar ainda mais árduo esse caminho, o crime do estelionato e roubo também evoluiu, e muito.
Se no passado, as ameaças demandavam todo o arsenal de armas, helicópteros e planejamento, hoje elas acontecem em um meio híbrido, que mistura a engenharia social vinda do ambiente da internet com a experiência do crime offl line.
Gustavo Roxo, diretor Setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Febraban, faz uma analogia simples para retratar essa realidade: “um mergulhador conta que quando surge um tubarão em alto mar é preciso nadar mais rápido que o companheiro ao lado para não ser pego”. Ou seja, a instituição não precisa ser melhor que um hacker, mas melhor que o concorrente ao lado para fi car menos vulnerável que ele. Roxo sinaliza, entretanto, que enquanto houver essa corrida pela segurança como um fator competitivo entre as instituições, quem tem mais chance de ganhar esse jogo é o hacker (tubarão).
Ele ainda diz que a solução é adotar uma “ação orquestrada entre todos” do setor financeiro. A dúvida diante disso é se tal ação não potencializará as ações dos hackers, facilitando a execução do crime em alta escala. Roxo explica que não. “Ações estratégicas sempre serão únicas de cada instituição, porém, há processos e práticas que quando adotados pelo canal tornam-se a muralha de segurança mais eficiente contra o ataque do criminoso”, explica.
Claudio Prado, CIO do grupo Santander Brasil, concorda sobre a importância de padronizar alguns processos para facilitar a vida dos clientes e reforçar a segurança no setor: “Cada banco é de um jeito. Uma interface exige clique na lateral direita, enquanto a outra solicita clique no rodapé. Essas diferenças criam uma confusão imensa na cabeça do cliente, o que difi culta a conscientização e a percepção da responsabilidade de uso pelo cliente”. Ele ainda acrescenta: “os bancos têm responsabilidade pelo caos criado na relação dos serviços financeiros com os usuários”.
É POSSÍVEL COMBATER AS FRAUDES ELETRÔNICAS SEM COLABORAÇÃO?
Ricardo Marques, engenheiro sênior de Segurança da IBM, explica que a criação dos malwares – códigos maliciosos – é desenvolvida para transações específicas de cada instituição, o que contribui para o criminoso agir de acordo com a capacidade de segurança de cada banco. Ou seja, os criminosos atuam conforme a corrida pela competição da segurança entre os bancos.
Exemplo disso é o aumento das fraudes eletrônicas nos bancos que deixaram de investir no uso de cartões com chip, enquanto houve uma redução de até 20% no setor como todo. “Quem ainda tem parte do portfólio sem chip registrou um grande salto no volume de fraude. Afinal, quem fica por último apaga a luz”, comenta um executivo do Itaú/Unibanco que prefere não ser identificado.
José Waldir de Carvalho, CSO do Banco Nossa Caixa, explica que “a fraude não acaba nunca, a fraude apenas migra de canal”. É por isso que a maioria das instituições segue o discurso comum pela busca da colaboração entre eles.
O desafio, entretanto, está na execução, que esbarra nas questões culturais da competição e da própria legislação, exemplo disso é o sigilo bancário. Carlos Eduardo Miguel Sobral, delegado da Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, retrata muito bem o desafio e a relevância dessa prática ao descrever a dinâmica das 200 quadrilhas existentes no Brasil.
“Não é possível usar os mesmos instrumentos do passado para o combate ao crime cibernético porque ele funciona em um ambiente remoto onde não existem critérios geográficos da localização”, conta. Essa mudança exige uma troca de informações ainda mais eficiente entre setor financeiro, polícia e os demais agentes alvos do crime como as operadoras, responsáveis pelo acesso à rede. Isso porque somente com a partilha de informações que a polícia terá capacidade de analisar as ações dos hackers em diferentes bancos.
A parceria de troca de informações entre a Caixa Econômica Federal permitiu à Polícia Federal reduzir em até 50% os 40 mil inquéritos de fraudes eletrônicas. “Não existe quadrilha especializada em um só banco. Por isso, a importância da colaboração na troca de dados”, observa Sobral. Ele ainda ressalta que as demais instituições têm interesse em contribuir nesse sentido, mas é um processo bastante complexo em função, por exemplo, da questão do sigilo bancário. São esses desafi os que levam o setor financeiro a reavaliar a política de Segurança da Informação não só para combater o crime, mas principalmente para reduzir as perdas provocadas pelos ataques cibernéticos.
Afinal, qual o impacto do crime cibernético nos cofres bancários?
A questão se tornou uma incógnita a partir do ano de 2005 quando a FEBRABAN anunciou perdas da ordem de R$ 300 milhões e depois não se pronunciou mais sobre os números. Naquela época, as tentativas de fraudes pela rede cresceram 579%. O motivo do silêncio é por razões de segurança.
Afinal, já basta a quantidade de informação publicada por muitos veículos de comunicação sobre o mito do adolescente que consegue invadir o site de um banco para estimular a prática do “crime que compensa”. Segundo levantamento do governo norte-americano divulgado pelo juiz Fernando Neto Botelho, em 2007, o crime cibernético movimentava US$ 105 bilhões – montante considerado superior que o narcotráfico.
A maioria dos especialistas explica que o adolescente já é coisa do passado, porém, a organização das quadrilhas evoluiu para a formação de uma indústria que realmente facilita a prática dos ataques cibernéticos. “Há kits que dão até garantias de detecção de antivírus por 99 dólares e a coisa está tão estruturada que há até troca do código caso o malware dê problemas na execução”, conta Ricardo Marques, engenheiro sênior de Segurança da IBM.
Além da venda de códigos maliciosos, a indústria também oferece aluguel do código por período. “O hacker paga 80 dólares para alugar um código malicioso por uma semana ou paga pelo número de visitas. Cada mil tentativas de infecções pode ter, por exemplo, 455 infecções garantidas. Ou seja, baseado no retorno do investimento”, explica.
A FEBRABAN, entretanto, informa que o setor financeiro investe R$ 1,5 bilhão por ano em Segurança da Informação. Ou seja, é um custo elevado. E nenhum banco vai investir bilhões de reais em proteção mais do que perde com as fraudes.
A gaúcha Perto e Bradesco lançam biometria na abertura de contas
Perto Palm Bio realiza o mapeamento das veias da palma da mão do cliente no momento da abertura da conta, permitindo que o banco armazene informações biométricas que poderão ser usadas posteriormente para identificação do cliente nos terminais de autoatendimento ou nos caixas, com o PinPad agregado.
Atualmente, o Bradesco já possui biometria em cerca de 6,3 mil ATMs espalhados por 1,9 mil agências. O banco soma 730 mil clientes cadastrados pelo sistema de leitura de dados da mão, que, segundo o diretor de Inovações Tecnológicas, Douglas Tevis Francisco, é o mais confiável e que tem melhor aceitação pelos correntistas.
“A impressão digital, por exemplo, pode sofrer alterações por variação de temperatura e permite fraudes por deixar rastros. Qualquer dispositivo de segurança, como os cartões de senha, necessitam de treinamento. Este tipo de identificação é mais acessível até mesmo às pessoas que possuem algum tipo de limitação motora", diz Tevis.
A partir da solução para o Bradesco, a Perto vai trabalhar em novos projetos para outras instituições financeiras e de outros segmentos, como planos de saúde.
"O Perto Palm Bio traz segurança, o uso é fácil e vai ao encontro da portabilidade. A pessoa pode ser identificada onde estiver", afirma o diretor comercial da Perto, Marco Aurélio Freitas.
Com sede em Gravataí, a Perto atua há 22 anos nas áreas de automação comercial e meios de pagamentos, automação bancária e auto-atendimento. A empresa fechou 2008 com faturamento de R$ 170 milhões e para este ano, quando pretende chegar a R$ 250 milhões, já anunciou investimentos da ordem de R$ 25 milhões em diversas áreas.
A empresa, que detém 25% do mercado brasileiro de automação bancária, contando com 32 mil ATMs instalados no Brasil, atende a clientes como Bradesco, Unibanco, Banco Real, Santander, Banco do Brasil, Banrisul, Caixa, Besc, Basa, Sicredi, Bancoob, Cecremge e Banese.
Os equipamentos da companhia também são exportados para bancos da Venezuela, Equador, Peru, Grécia, Costa Rica, Chile, Argentina, Espanha, Alemanha, Uruguai, Índia, entre outros.
Segurança bancária é debatida em audiência pública
O zelo pela vida humana dentro de uma agência bancária foi o enfoque principal das discussões registradas hoje no plenário da Câmara Legislativa, durante a audiência pública realizada pelo gabinete da deputada Erika Kokay (PT), para debater a segurança bancária no Distrito Federal.
Apesar dos numerosos recursos postos à disposição dos bancos - como câmeras, portas de segurança e a vigilância armada -, os assaltos a agências e caixas eletrônicos vêm crescendo no DF e colocando em risco não apenas os bancários como também os próprios usuários.
Diversos oradores sucederam-se na abordagem do tema, analisando os diferentes aspectos da questão. Para o diretor da Federação dos trabalhadores de Empresa de Crédito do Centro Norte, Matusalém Silva Albuquerque, essa é uma questão premente, pois o assalto ao banco afeta um universo muito maior do que os presentes ao evento, alcançando familiares, amigos e vizinhos daqueles que se encontravam no estabelecimento naquele momento.
Participaram dos debates o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, Daniel Reis; o diretor do Sindicato dos Bancários do DF, Raimundo Dantas; o diretor setorial de segurança bancária da Febraban, Pedro Oscar Viotto; o coordenador geral de segurança privada da Polícia Federal, Adelar Anderle; o representante do presidente do Banco do Brasil, Romilson Rangel Aiache; o representante do Sindicato dos Vigilantes de Transporte de Valores do DF, Arthur Vasconcelos, e o secretário de imprensa do Sindicato dos Vigilantes do DF, Moisés Alves da Consolação.
Dupla é flagrada tentando clonar cartões em caixa eletrônico
SÃO PAULO - A Polícia Militar de São José do Rio Preto, a 451 km de São Paulo, prendeu em flagrante dois homens que instalavam um equipamento para clonar cartões em um caixa eletrônico de uma agência bancária no centro da cidade. A central de monitoramento viu que um dos homens desviou a câmera de segurança do banco para que eles não fossem vistos.
A PM foi chamada e no local encontrou um notebook instalado atrás do painel do caixa eletrônico. Também foram encontrados cartões já clonados no veículo usado pelo dois, celulares e pen drives.
Banese moderniza autoatendimento com novos caixas eletrônicos
“Os equipamentos possuem design moderno, telas maiores, com sensores de toque, além de serem mais rápidos na realização das transações. Os novos caixas eletrônicos contém diversos sensores e dispositivos de segurança contra roubo e fraudes, oferecendo maior tranqüilidade aos clientes do Banese”, disse o diretor Administrativo e de Tecnologia do banco, Rodrigo Corumba.
Outro aspecto ressaltado por Corumba é a compatibilidade dos equipamentos às normas de acessibilidade. “O Banese adequou seus sistemas às normas internacionais e está inclusive ajustando fisicamente suas agências, colocando piso táctil para guiar as pessoas com necessidades especiais visuais até os equipamentos”, disse o diretor.
De acordo com ele, com esse investimento o Banese será o único banco no Estado de Sergipe a ter terminais de autoatendimento com acessibilidade em todas as suas agências, tanto na capital quanto no interior.
Dispensadores
Um outro investimento que será realizado para proporcionar o bem-estar dos clientes do Banese será a instalação de dispensadores de folhas de cheque em 70 caixas eletrônicos. “Com a chegada dos equipamentos, cada uma das 61 agências do banco em Aracaju e no interior do Estado vai poder contar com esses dispensadores de cheques, além dos outros caixas destinados a saques, depósitos, pagamentos e consultas”, disse a gerente da Área de Banco Virtual do Banese, Ana Paula Vasconcelos, que esteve em Jundiaí (São Paulo) para homologar a compra do material na empresa fabricante.
Os 240 novos caixas eletrônicos foram encomendados no final do ano passado, dentro do Programa de Modernização Administrativa e Tecnológica que vem sendo executado pelo Banese desde 2007. “Em 2009 os nossos investimentos nesse programa chegarão à casa dos R$ 30 milhões”, informou o presidente do Banese, Saumíneo Nascimento.
De acordo com ele, essas ações de modernização tecnológica fazem parte da estratégia do Governo para que o Banco do Estado proporcione as melhores condições de atendimento à sua clientela e consolide cada vez mais a sua atuação como instrumento fundamental para o desenvolvimento de Sergipe.
Bancários cobram segurança e apuração
Pânico
instalado com crimes no interior aciona alerta vermelho na categoria e
entre clientes; em uma semana, 2 grandes roubos registrados
Secretário de Estado aponta que é preciso plano de parceria
Por
Alecy Alves
Da Reportagem
Diretores do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso cobram à Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) mais atenção às investigações e prevenção de assaltos a bancos, em especial nas cidades do interior do Estado. Este ano, dois grandes assaltos assustaram a população e bancários em cidades do interior, em Nova Mutum e Alto Taquari (264 e 479 km da Capital, respectivamente).
O assunto foi debatido ontem, em reunião no gabinete do secretário de Justiça e Segurança Pública do Estado, Diógenes Curado. Ele sugeriu articulações do sindicato com o gabinete de Gestão Integrada de Segurança (GGI), órgão estadual que reúne instituições da segurança, entidades classistas, federações e outros para discutir e propor ações conjuntas de polícia. A mesma interlocução será estendida aos GGIs municipais.
Além de informar os municípios que já dispõem de GGIs, Curado citou Rondonópolis como exemplo de organização e parceria entre órgãos públicos e privados em busca de recursos para ações de segurança pública. Lá, segundo ele, o GGI levantou R$ 800 mil junto ao governo federal, parte para compra e instalação de sistema de monitoramento eletrônico.
O presidente do Sindicato dos Bancários, Arilson Silva, quer participar das reuniões do GGI estadual. Arilson, que foi assaltado duas vezes quando atuava como caixa em um banco privado de Cuiabá, observou que sabe muito bem o que é ficar sob a mira de um revólver, como vem acontecendo com bancários e clientes no Estado.
O sindicalista acredita que a instalação de câmeras pode inibir assaltos e diz que o sindicato está disposto a pedir a ajuda da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para adquirir equipamentos e instalá-los nos municípios. Os bancários também vão lutar pela aprovação de leis municipais que obriguem os bancos a instalar portas com detectores de metais mais eficazes e ante-salas nos espaços de auto-atendimento, como medida de proteção aos clientes.
Banco Central automatiza monitoramento de informações financeiras
São Paulo - Instituição substitui processos manuais por integração com cinco mil instituições financeiras e disponibilização de informações em tempo real.
Até julho do ano passado, boa parte do levantamento das informações do mercado financeiro feito pelo Banco Central acontecia de forma manual e por meio de aplicativos departamentais desenvolvidos internamente. As cerca de cinco mil instituições do País enviavam as informações diariamente e os arquivos eram colocados no banco de dados manualmente.
Paula Cristina Seixas de Oliveira, chefe da divisão de monitoramento de mercado do BC, lembra que isso tomava um tempo enorme para coleta das informações, e outro tanto para seu processamento. “Tínhamos de duas a três horas diárias gastas para processar os dados em nossos servidores”, lembra.
Foi justamente em julho do ano passado que entrou em operação o PowerCenter, plataforma da Informatica adquirida com o objetivo de monitorar as operações de cinco mil instituições financeiras do País, alimentando o banco de dados do BC. A implementação foi iniciada em fevereiro de 2006 e sua conclusão – ainda há seis processos de negócios a serem incluídos – está prevista para o próximo mês de abril.
Francisco Abreu, gerente de sistemas do Sistema de Monitoramento de Mercado (SMM) do Departamento de TI do Banco Central, explica que o objetivo do projeto é obter informações precisas em três pilares do SMM: risco de mercado, risco de liquidez e análise de operações.
O executivo lembra que o SMM é um dos pilares de apoio para manutenção da estabilidade do Sistema Financeiro Nacional (SFN), possuindo funcionalidades de monitoramento – por meio de gráficos, tabelas e relatórios - das instituições financeiras, bem como das operações realizadas no mercado de títulos públicos federais.
Por conta disso, o departamento de análise dos resultados do SMM necessitava de uma solução que integrasse o sistema e o operador, permitindo consultas do tipo “análise - solicitação - resposta - nova análise-nova solicitação”.
Na fase de planejamento do projeto, cujos valores não foram revelados, a área de TI identificou 23 processos de negócios a serem implementados com a utilização da plataforma, para que, na área de supervisão, os especialistas de risco e liquidez pudessem realizar o monitoramento do SFN. O Banco Central, depois de analisar e definir os requisitos de negócios, solicitou a todas as câmaras de custódia o envio dos dados necessários para implementação do projeto.
“A solução viabilizou o projeto de recebimento, transformação e disponibilização dos dados para consultas e análises. Ou seja, permitiu o recebimento e o processamento de dados por meio das regras de negócios estabelecidas pelo BACEN. A solução suportou o alto volume de dados com ótimo desempenho”, comemora Abreu.
Ele lembra que o novo sistema permite documentar e integrar todos os dados analisados pelo SMM, desde operações pouco comuns até a avaliação da “saúde” das Instituições Financeiras. Mais que isso, os dados passaram a ser integrados em tempo real (online) ou sob demanda, por meio de uma arquitetura orientada ao fornecimento de serviços (SOA).
De acordo com Paula, a implantação da solução deu mais segurança ao processamento de dados, ampliou o controle sobre o processo e, também, liberou os servidores utilizados no processamento para funções de análise. Hoje a plataforma disponibiliza 550 MPPs (Gerenciamento de Projetos e Processos) para análise de dados, por meio dos quais é possível cobrir 150 fluxos de negócios (Worklets).
“É muito importante ter uma visão do compromisso existente entre as instituições e também de sua saúde financeira, e hoje isto é possível por meio de uma base de dados completa e consistente que coloca o Banco Central em outro patamar e possibilita a visão de novos horizontes anteriormente não vislumbrados”, ressalta Abreu.
Mais vigilantes e portas detectoras
O número de ocorrências de assaltos a bancos é muito superior ao registrado, por conta de casos não denunciados. O presidente do sindicato, Otávio Dias, aponta o pequeno número de vigilantes e a ausência de portas detectoras de metais como principais fatores de insegurança. “Os bancos só estão preocupados com o seu patrimônio. As portas detectoras têm de ser instaladas na área frontal das agências, e não no interior. Precisamos de mais vigilantes e de um sistema de gravação eletrônica de imagens em tempo real, integrada à polícia e à secretaria de segurança pública”, aponta o Dias.
Segundo Dias, sindicatos de todo país tem um sistema integrado que registra e monitora os assaltos a bancos e, segundo os registros, dos 33 assaltos que aconteceram em todo o Brasil de agosto até meados de setemro, 10 foram em Curitiba. E das duas mortes em todo país,as duas aconteceram na Capital. “A lei que regulamenta a segurança bancária é muito antiga, não acompanhou a evolução tecnológica. Hoje temos um único segurança dentro de uma agência. Outra coisa que observamos é que no início e final de mês, quando muita gente vai ao banco, o número de atendentes é baixo e as filas enormes. Os marginais têm tempo para agir. Nos arredores, a segurança pública é zero”, disse Dias. (FGS).


