Saúde

Cabeamento estruturado e o setor de saúde: tema de webinar gratuito

O Grupo Policom® e a CommScope® realizam, no dia 21 de março, às  9h30, webinar sobre tendências em cabeamento estruturado para o segmento de saúde e a norma TIA-1179, que dá recomendações sobre a infraestrutura de telecomunicações para essas instalações.

Direcionado aos profissionais de TI, de engenharia e arquitetura que atuam no segmento de saúde do segmento de saúde, o seminário online é gratuito terá como palestrantes Carlos Morrison Fell, diretor técnico Caribe e América Latina da CommScope, e Ricardo Daizem, gerente nacional Brasil, também da CommScope.

O conteúdo a ser enfocado envolve:

  • Definições e requisitos da norma TIA-1179.
  • Como a norma TIA-1179 afeta as instalações do segmento de saúde. Por que existe uma Norma específica de cabeamento para o segmento?
  • Sistemas compatíveis com o cabeamento descrito pela Norma TIA-1179.
  • Norma TIA-1179 vs. TIA-568.

Inscrições através do link: http://marketing.grupopolicom.com.br/ver_mensagem.php?id=TH|253|94973|123929574225547000

PS do Hospital Universitário de Londrina usa cabeamento estruturado para transmissão de sinais de CFTV

Atualmente os serviços de rede de informática são considerados essenciais para o Hospital Universitário de Londrina, no Paraná. A sua indisponibilidade ou a degradação da sua performance gera grandes transtornos para o ambiente corporativo e principalmente para os pacientes, devido ao alto grau de informatização da instituição, inclusive devido à sofisticação dos sistemas e equipamentos utilizados.

Por esse motivo, as obas de reforma e ampliação do Pronto Socorro do hospital precisavam de uma solução única como base para os sistemas. De acordo com Fabiana Sitta Xavier, gerente de Informática do Hospital, “era primordial a utilização de produtos e tecnologias confiáveis na infraestrutura da rede de informática, de forma que os serviços oferecidos sejam confiáveis e eficientes para os seus usuários, além de fornecer subsídios para que os profissionais envolvidos com a manutenção da rede possam tomar decisões rápidas e apropriadas”.

Para a obra de reforma, contratada pela Secretaria Estadual de Obras do Paraná (SEOP), que também deu o aval às tecnologias aplicadas, foi idealizada uma estrutura para atender a rede lógica, telefonia, controle de acesso e CFTV, rodando sobre o cabeamento estruturado, até então uma novidade no hospital. Na rede lógica, estão os sistemas informatizados que controlam as informações desde a entrada do paciente aos exames realizados. Há também a IntranetHU, que é a página do hospital que difunde as informações e fornece subsídios a todos os seus setores e colaboradores.

Toda a estrutura anterior foi removida, permanecendo somente as essenciais para sustentação do prédio. Todas as paredes foram demolidas, e foram construídas novas estruturas de hidráulica, elétrica e de cabeamento estruturado. A nova rede, com o total de 400 pontos, sendo que cada estação de trabalho tem 2 pontos de rede, foi construída pela ECD Comunicação de Dados em Categoria 6, com tecnologia da AMP Netconnect da Tyco, com materiais fornecidos pela Policom Paraná, empresa do Grupo Policom.

Segundo Fabiana Xavier, a construtora responsável pela obra fez a cotação com os principais fabricantes, e o Grupo Policom foi o que entregou a melhor proposta, após ter sido apresentado a tecnologia NVT pela ECD Comunicação de Dados, que permite trafegar os sinas de CFTV no cabeamento estruturado e “foi aprovada por atender as exigências de organização, facilidade de manutenção, performance e por manter as características de cabeamento estruturado. A marca AMP já era utilizada no hospital”.

No total, nessas instalações, inauguradas em maio de 2009, o hospital investiu R$ 7 milhões na reforma (obra e equipamentos). Vale destacar que a estrutura de rede está integrada ao anel óptico do hospital, através de fibras monomodo, garantindo disponibilidade e redundância em caso de falhas.

Para atender a objetivos e necessidades da nova rede e da solução adotada na reforma, de acordo com o engenheiro Valdivino Rodrigues Filho, diretor do departamento técnico da ECD, era necessária a instalação de um cabeamento total para que em uma eventual necessidade de remanejamento de pontos não fosse preciso interditar áreas de atendimento no Hospital. O engenheiro frisa que essa foi a primeira vez que se utilizou o cabeamento único para CFTV e não cabos coaxiais ou dois tipos de cabeamento para o mesmo local, “o que foi uma boa opção. A solução permitiu um cabeamento mais confiável sem a possibilidade de mau contato nos conectores”. Todo o processo foi pessoalmente acompanhado por Saulo Rocha David, gerente técnico da Policom Paraná, que inclusive participou de reuniões junto aos gestores de TI do hospital.

A área técnica de infraestrutura do hospital foi a primeira a sentir as facilidades que esse cabeamento proporciona, pois com vários pacientes internados, a ativação de toda a estrutura de telefonia, lógica e segurança foi muito tranquila e rápida, conforme Valdivino Rodrigues. O usuário final também sentiu a diferença, pois após a mudança para a estrutura nova, vários setores resolveram mudar a localização do telefone ou do computador para melhorar o fluxo do dia a dia, e isso foi possível sem gerar nenhum conflito ou demora, disse Fabiana.

Sobre a ECD Comunicação de Dados

Em 1992, foi criada a ECD Comunicação de Dados (www.ecd.com.br), com o objetivo de prestar serviços e consultoria a empresas privadas e instituições públicas; em problemas pertinentes a área de informática especialmente teleprocessamento e internetworking.

Com a expansão dos serviços a ECD Comunicação de Dados passou a executar estruturações de CPDs (reestruturação de cabeamento e organização, interna de racks) com conseqüente construção de cabeamento estruturado (metálico/óptico). E este processo culminou com a certificação da ECD Comunicação de Dados.

Atuando em todo Paraná, Sul do Mato Grosso do Sul e Sul de São Paulo, a ECD já conta com mais de 8.000 pontos de cabeamento metálico e 2.000 pontos ópticos instalados.

Com a ampliação da área de atuação, iniciou a instalação de redes remotas via roteadores. Hoje conta com um corpo técnico treinado com larga experiência em roteadores Cisco, Cyclades, Lucent e IBM. Rádio digital, instalação de provedor de Internet, VPN, digitalização de voz , imagem e outros complementam a gama de produtos comercializados e instalados pela empresa.

Sobre a Policom Paraná

Com sede em Curitiba, a Policom Paraná faz parte do Grupo Policom (www.grupopolicom.com.br) fundado em 1995 e referência para o mercado nacional de distribuição de produtos para Cabeamento Estruturado, direcionados a aplicações de dados, voz, vídeo, controles prediais e Data Centers, dos principais fabricantes do mercado, reconhecidos internacionalmente. Além disso, o Grupo Policom oferta diversas soluções em CFTV e direcionadas a Redes Industriais.

Contando com estrutura logística em condições de atender a todo o território nacional, o Grupo Policom oferece suporte técnico e comercial aos seus clientes, contanto com profissionais constantemente treinados e atualizados para orientar corretamente os clientes com relação às melhores soluções de conectividade. Atualmente, o Grupo Policom possui engenheiros e RCDDs entre seus colaboradores.

Tudo isso possibilita que o Grupo Policom, além de comercializar produtos e soluções completas, preste suporte operacional a seus clientes, ações que são reconhecidas com premiações nacionais que mostram a preferência e a capacitação de sua equipe, seja no cumprimento de prazos, seja no suporte à venda e no treinamento aos canais. Em 2007, o Grupo Policom criou a Divisão Industrial Networks, que objetiva o atendimento de empresas do setor industrial e em 2008 iniciou forte atuação no setor de segurança, passando a ofertar soluções em monitoramento e gravação para CFTV.

Consciente de sua responsabilidade ambiental, disponibiliza produtos em conformidade com o padrão internacional RoHS (Restriction of the use of certain Hazardous Substances in Electrical and Electronic Equipment) e certificados ISO 14000.

Com sede na capital paulista, além da Policom Paraná, o Grupo Policom é formado pelas empresas Policom Cabos e Conectores (São Paulo-SP), Policom Telecomunicações (Rio de Janeiro-RJ), Paris Cabos (São Paulo-SP) e Policom RS (Porto Alegre-RS), mantendo representantes regionais em outras capitais brasileiras.

Fase de expansão do Hospital Albert Einstein

Com uma nova ala construída e um plano de ampliação previsto para ser entregue até 2012, o Hospital Israelita Albert Einstein busca o alinhamento de sua infraestrutura física às exigências das novas tecnologias.

Reconhecido como uma das melhores instituições de saúde do país, com demanda crescente no que tange às instalações para pacientes internos e externos, o Hospital Israelita Albert Einstein, localizado no bairro do Morumbi, em São Paulo (SP), passa por uma fase de expansão desde 2006.

No que tange à tecnologia, o investimento em infraestrutura inclui uma central de CFTV integrada pela Servtec, que conta com equipamentos da Schneider e Pelco e Axis; uma central de prevenção de incêndios, fornecida pela MML e integrada pela Engeprotection; controles de acesso também integrados pela Servtec com produtos da Schneider, catracas Wolpac e leitores e cartões de acesso da HID; geradores de energia da Sotreq Caterpillar; ar condicionado também integrado pela Servtec, com centrífugas Trane e controladora Schneider; na parte de redes, a NEC forneceu os ativos – já o datacenter e o cabeamento ficaram por conta da Furukawa, tudo integrado pela ITC, integradora de soluções de TI e engenharia.

A iluminação ficou por conta da Kahn, com projeto da light designer Esther Stiller. A integração realizada pela ITC envolveu os backbones de dados e de voz, fibra óptica, cabeamento horizontal (mais de 3 mil pontos), adequação ao CPD e adequação de infra-estrutura em geral. Somente na área de saúde, a empresa, fundada em 1994, possui 15 cases em todo o país.

Nesse ano, foi aprovado um projeto que segue o plano diretor da instituição, previsto para ser totalmente entregue até 2012. O objetivo é atender à crescente demanda das taxas de ocupação e atendimento externo com os mais altos padrões de qualidade.

Com uma taxa de ocupação atingindo quase 100% e a consolidação da área de diagnósticos, houve uma necessidade de segmentar o atendimento, a fim de evitar transtornos à população atendida. Sérgio Arai, CIO e engenheiro responsável pelo desenvolvimento e acompanhamento do projeto, descreve o escopo: “na nova ala do hospital, temos um centro cirúrgico tipo day spa, utilizado para cirurgias simples que chamamos de eletivas; um andar de diagnósticos para pacientes externos; e uma área de atendimento exclusivo para mulheres – para realização de exames específicos. Atualmente, o hospital conta com 450 leitos e o objetivo é alcançar 700 vagas.

O número de consultórios vai duplicar, passando de 100 para 200. Além disso, as instalações também contemplam mais um anfiteatro – a instituição já possui um com capacidade para 200 pessoas -, que vai elevar para 500 o número de lugares disponíveis”. A ampliação prevê, ainda, um anexo que vai abrigar estacionamento, farmácia, o staff administrativo, uma parte do banco de sangue e até a fábrica do laboratório. Tudo isso com prazo de entrega até 2011.

A Sociedade Beneficente Israelita Albert Einstein, instituição da qual o hospital faz parte, está expandindo sua área de atuação – caso das cirurgias de baixa complexidade ou eletivas e do setor de diagnósticos. Serão oferecidos leitos chamados universais, que podem ser transformados e adaptados de acordo com a necessidade do momento: seja para uma cirurgia convencional ou para as Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Esses leitos se adaptam às mais diversas aparelhagens hospitalares, como ventiladores e equipamentos para tratar pacientes durante uma hemodiálise, por exemplo.

Antenas no interior do corpo humano vão monitorar saúde continuamente

Câmara usada para testar as antenas que serão utilizadas no interior do corpo humano, equipando dispositivos que farão o monitoramento contínuo da saúde.

Implantes inteligentes

Num futuro próximo, dispositivos médicos implantados no corpo humano - marcapassos, por exemplo - usarão as tecnologias de radiofrequência - ou comunicações sem fios - para aprimorar o atendimento aos pacientes e o acompanhamento de sua saúde.

Um sistema bidirecional de comunicação sem fios, de baixa potência, ligando o dispositivo implantado a um sistema de monitoramento remoto, poderá fornecer dados do paciente em tempo real, permitindo que os médicos ajustem o tratamento imediatamente, caso seja necessário, ou acionem o serviço de emergência antes mesmo que o paciente perceba que algo está acontecendo.

Os implantes também poderão enviar os dados para o médico durante a noite, quando o paciente está dormindo, seja pelo telefone ou pela Internet, alimentando os bancos de dados e a atualizando a sua ficha médica de forma automática.

Antenas implantáveis no corpo humano

Embora haja desafios e aprimoramentos a fazer para viabilizar toda esta tecnologia, nenhuma dessas visões sequer começará a funcionar aquilo que pode parecer a parte mais simples de todo o aparato: as antenas.

É por isto que os pesquisadores estão priorizando o desenvolvimento dessas microantenas que serão utilizadas nesses equipamentos de monitoramento da saúde em tempo integral.

Essas antenas precisam ser pequenas, leves e terem alto desempenho. Mas também precisam ser de baixa potência, dirigir um mínimo de radiação para o usuário e serem totalmente incorporadas nos implantes. Elas também precisam ser fabricadas com materiais biocompatíveis, mas com boa condutividade elétrica.

Antenas onidirecionais

E tudo isto precisa ser testado. O desafio é que testar antenas elétricas muito pequenas não é algo simples - elas induzem correntes de modo comum (assimétricas) sobre os cabos coaxiais usados para medir seu desempenho, distorcendo os resultados. Com isto, os engenheiros nunca sabem se têm a antena com o melhor equilíbrio possível de todas as características exigidas.

Felizmente, o problema acaba de ser solucionado por pesquisadores do Laboratório Nacional de Física da Inglaterra, que descobriram como avaliar as pequenas antenas elétricas sem interferir com o seu funcionamento.

Ligando as antenas onidirecionais a uma fibra óptica, em vez de a um cabo coaxial, os pesquisadores foram capazes de remover os efeitos das reflexões do cabo e, mais importante, eliminar a corrente de modo comum que interferia nas medições.

Tecnologias implantáveis miniaturizadas

A descoberta foi utilizada para desenvolver uma antena RFID, de baixa potência, incorporada em um sistema de três camadas, projetado para replicar a estrutura da pele, da gordura e dos músculos do corpo humano.

"Esta descoberta poderá ajudar no desenvolvimento da próxima geração de tecnologias implantáveis miniaturizadas, projetadas para salvar ainda mais vidas [do que os implantes atuais]," comentou o professor Martin Alexander, responsável pela descoberta da nova forma de aferição das "antenas corporais."

Pane interrompe atendimento em Hospital da UNIMED

Filas e reclamações foram constantes, durante toda a manhã e início da tarde de ontem, no Hospital da Unimed, devido a uma pane no sistema de biometria, de autorização de procedimentos e que é informatizado.

Dentre os várias usuários que retornaram sem conseguir o atendimento pretendido estava a promotora de vendas de lingerie, Cleide Duarte. Após chegar ao local por volta das 13h30, perto de 15 horas ela resolveu ir embora sem conseguir a pré-senha na solicitação de seções de fisioterapia em seu ombro direito, conforme indicação de seu ortopedista.

Insatisfação um pouco menor do que a de Cleide demonstrou a comerciante Carla Andrade, que havia levado o filho Felipe, de dois anos, para emergência pediátrica. “Ele foi medicado, mas o atendimento está muito lento”, comentou.

O presidente da Associação dos Hospitais do Ceará, o médico Aramicy Pinto, informou que praticamente 80% dos atendimentos eletivos foram transferidos para hoje, tais como exames laboratoriais. “Foram prejudicados, sobretudo, os procedimentos que necessitavam de autorização”, disse.

Conforme Aramicy Pinto, o sistema de biometria, que é informatizado, ficou fora por volta das 9 horas da manhã até 15h30. “Na emergência, também algumas pessoas retornaram sem ser atendidas”, frisou, esclarecendo que no hospital muitos guichês ficaram lotados. Para minimizar a situação, a solução encontrada foi autorizar as solicitações de exames pelo serviço Linha Verde (através de ligações telefônicas), que também ficou congestionado durante parte do dia.

“Teve gente que esperou de 45 minutos a uma horas para a liberação de atendimento que desejava”, lembrou, explicando ainda que, atualmente, a Unimed responde por 50% dos atendimentos nos hospitais, clínicas e laboratórios da Capital. “É o maior plano de prestação de serviços de saúde que nós temos”, observou.

Por sua vez, a Unimed Fortaleza enviou à redação a seguinte nota: “O ocorrido com o sistema operacional do Hospital Regional Unimed Fortaleza (HRU), na manhã de hoje (ontem), tratou-se de problema ocasional, que acarretou lentidão temporária nos processos. Porém, o mesmo foi rapidamente normalizado, sendo restabelecido o atendimento”. 

Firmino Filho instalará câmeras de vídeo em hospitais

A ideia é reforçar a segurança, na relação paciente-médico, que às vezes é agressiva.

O presidente da Fundação Municipal de Saúde, Firmino Filho, anunciou neste sábado que vai instalar câmeras de vídeos em hospitais e centros de saúde para reforçar a segurança e intimidar a violência. Ele admite que a relação paciente - médico é muito agressiva e que ele vai implantar a partir do segundo semestre uma nova metodologia de relacionamento.

“Iniciamos uma experiência nos Centros Básicos de Saúde com vigilância eletrônica 24 horas e também com cerca elétrica. Mais outra experiência que vamos adotar é colocar câmeras nos centros de saúde e hospitais, que são prédios públicos e estão sujeitos a riscos”, afirmou Firmino Filho durante o lançamento da campanha de vacinação contra a poliomielite, no hospital do Buenos Aires, na zona Norte de Teresina.

Firmino disse que quer resgatar a relação “respeitosa” entre pacientes e médicos, para isso vai adotar uma nova metodologia, principalmente no setor de urgência dos hospitais, que é mais conflituoso.

Ele destacou ainda que está observado as experiências de Fortaleza-Ce, Curitiba-SC e Belo Horizonte-MG. A metodologia é chamada de “classificação de risco” que também é adotada nos Estados Unidos e Europa: atender não pela ordem de chegada e sim pela ordem de risco e dar um tratamento humanizado. A ideia é que já se inicie a partir do segundo semestre.

“A urgência não pode ser tratada como uma terra de ninguém e sim um local de encontro e de respeito. Essa é a verdadeira mudança cultural nos hospitais: resgatar a cultura em que o paciente dava seus filhos para os médicos serem padrinhos ou davam de presente uma galinha, em respeito por ele ter dado atenção e curado seu filho, por exemplo”, explicou Firmino Filho.

Por Flash de Yala Sena (direto do hospital do Buenos Aires)

Novo sistema com uso de biometria já atende aos profissionais de saúde e mais de metade da população de Tatuí que já tem PEP

O prontuário eletrônico dos pacientes do município´pode ser utilizado pelo setor privado e público por meio do pagamento de uma taxa. Cada médico deve pagar uma taxa de R$ 70 a R$ 80 por mês para fazer uso da tecnologia. Já no setor público, o governo deve pagar uma taxa de cerca de 17 centavos por habitante para que qualquer cidadão possa utilizar o sistema por meio da rede do SUS.

“Já temos, inclusive, um caso de um cidadão que precisou de atendimento de urgência no exterior, nos telefonou e liberamos uma senha temporária para que o médico pudesse ter acesso a todo o histórico, prestando um atendimento personalizado e de qualidade para esse paciente”, conta Maria José Galvão, hoje secretária de saúde de Tatuí, e responsável pelo desenvolvimento da plataforma.

A secretaria se uniu a um médico e dois engenheiros para pensar em uma solução e formaram a empresa Global Data. Os sócios buscaram a parceria do Instituto de Tecnologia de Softwares (ITS), da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo para o desenvolvimento da solução. De acordo com a secretária de saúde, o sistema atende aos profissionais de enfermaria no primeiro contato com o paciente, médicos, cirurgiões, psicólogos e psiquiatras e, a liberação para consulta e adição de informação é realizada por biometria. “Acreditamos que a posse do histórico médico deve ser do próprio cidadão e não do médico ou instituição que o atendeu, por isso o acesso só pode ser realizado com a autorização biométrica do paciente”, ressalta.

“Além da cidade de Tatuí, estão ocorrendo licitações para que o sistema seja disponibilizado em outras quatro cidades. Uma grande vantagem é que mesmo após qualquer período de contrato, o sistema disponibiliza todo o banco de dados em qualquer extensão solicitada, como em Excel, por exemplo, para que os gestores públicos possam optar pela migração para outro sistema, se esse for o interesse” conclui a secretária de saúde.

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