Data Center do TCE/RS é equipado com tecnologia SYSTIMAX
O atendimento aos requisitos do termo de referência especificados na licitação para a implantação do data center (assim como à exigência legal de menor preço) inclui o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (www.tce.rs.gov.br) entre os clientes da SYSTIMAX® – marca líder em soluções de infraestrutura de rede da CommScope Enterprise Solutions – e do Grupo Policom® - líder no mercado nacional de distribuição de produtos para Cabeamento Estruturado e CFTV IP.
A necessidade de investimento no data center do TCE-RS se deveu à intensificação do uso da informática na atividade fim do Tribunal (controle externo). Para garantia de funcionamento dos recursos computacionais (rede e servidores) foi necessário investir em uma estrutura confiável, informa Frederico Henrique Goldschmidt Neto, supervisor de Informática do TCE/RS, lembrando que a rede do TCE-RS é utilizada para as atividades inerentes ao exercício do controle externo, bem como para as atividades administrativas internas. Além disso, o data center foi projetado de forma a possibilitar crescimento da rede atual sem necessidade de novos investimentos ou ampliações.
Em sua implementação, feita pela Ifortix – integradora responsável pela execução – foram enfrentados alguns desafios. Como o principal, Goldschmidt cita a transição entre a sala de servidores existente e o novo data center, que foi executada em um fim de semana: “A transição envolvia desligamento de todos equipamentos, desconexão, transporte, reconexão em novo cabeamento e reinicialização. Portanto, uma etapa bastante delicada”, recorda.
No total, são cerca de 150 pontos Categoria 6a, mais 55 pontos Categoria 6 e InstaPATCH, solução modular da SYSTIMAX Solutions baseada na tecnologia LazrSPEED® de fibras multimodo, especialmente desenvolvimento para data centers e locais que exigem economia de espaço, tempo e trabalho, capaz de permitir que 96 fibras fiquem prontas no mesmo tempo necessário para fazer uma única conexão ótica com os sistemas tradicionais.
Sobre a Ifortix
Fundada em 1993, a Ifortix (www.ifortix.com.br), especializou-se na realização de projetos e implementação de redes físicas de dados, voz e imagem, utilizando as mais atualizadas tecnologias em cabeamento estruturado e fibras ópticas. Com o passar do tempo, passou a fornecer soluções completas em infraestrutura e segurança física para tecnologia da informação. Ao longo de todo o processo de evolução e expansão, a Ifortix manteve sua sede em Porto Alegre e abri filiais no Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. Desenvolvendo e implementando projetos com produtos de primeira linha, por profissionais treinados e de acordo com normas internacionais, a Ifortix tem como objetivo ajudar seus clientes a minimizar riscos, reduzir custos e aumentar a produtividade de seus processos de negócio. A Ifortix responde por projetos e construção de data centers, redes de cabeamento de dados, voz e elétrica, soluções de energia, ar condicionado, proteção contra incêndios, controle de acesso e monitoramento.
Sobre a CommScope®
A CommScope® (www.commscope.com) exerceu um papel fundamental em quase todas as redes de comunicações mais importantes do mundo. Criou a infraestrutura que conecta as pessoas com as tecnologias por meio de cada inovação. O portfólio de soluções de ponta a ponta inclui tudo o que os clientes necessitam para construir redes tradicionais e sem fio de alto rendimento. Embora a tecnologia evolua, a meta continua sendo a mesma: ajudar os clientes a criar, inovar e desenvolver mais rápido e melhor. A empresa tem com foco conectar e fazer evoluir as redes para os negócios em casa, no trabalho e em movimento. A CommScope, a Andrew e a SYSTIMAX são marcas comerciais registradas da CommScope, Inc.
Sobre o Grupo Policom
Fundado em 1995, o Grupo Policom (www.grupopolicom.com.br) é líder no mercado nacional de distribuição de produtos para Cabeamento Estruturado direcionados a aplicações de dados, voz, vídeo e controles prediais, e para CFTV IP dos principais fabricantes do mercado, reconhecidos internacionalmente. Com sede na capital paulista, é formado pelas empresas Policom SP (São Paulo-SP), Policom Rio (Rio de Janeiro-RJ), Paris Cabos (São Paulo-SP), Policom Paraná (Curitiba-PR) e Policom RS (Porto Alegre-RS), mantendo representantes regionais para áreas específicas, como interior dos Estados de São Paulo, Minas Gerais. Santa Catarina e Paraná. Em 2011, inaugurou o Policom Solution Center, com área de 130 metros quadrados para treinamentos e showroom das soluções de alta tecnologia comercializadas, que é também aberto à visita dos clientes, mediante agendamento prévio. Contando com estrutura logística em condições de atender a todo o território nacional, o Grupo Policom oferece suporte técnico e comercial aos seus clientes. O seu corpo de profissionais participa constantemente de cursos ministrados pelos fornecedores e parceiros, mantendo-se atualizados para orientar corretamente os clientes com relação às melhores soluções de conectividade. Atualmente, o Grupo Policom possui diversos engenheiros, MBAs e RCDDs entre seus mais de 150 colaboradores.
PF cancela 217 empresas de segurança clandestinas em 2011
Em São Paulo, foram fechadas 43 que atuavam de forma clandestina ou irregular
Em 2011, a Polícia Federal fechou 217 estabelecimentos que prestavam serviço de segurança privada de forma clandestina ou irregular, em todo o Brasil. O estado de São Paulo foi o que liderou o número de encerramentos, com 43 empresas fechadas, seguido por Goiás (34), Rio de Janeiro (25), Pernambuco (23) e Minas Gerais (15).
“Embora seja uma atividade regulamentada, há muitos casos de empresas atuando de forma clandestina e irregular, colocando em risco a vida das pessoas ao redor, já que não possuem capacidade técnica para prestar este tipo de serviço. Por isso, a ação fiscalizadora da PF, que depende principalmente de denúncias, é imprescindível para garantir a qualidade da prestação do serviço pelas empresas sérias”, alerta João Palhuca, vice-presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp).
No Brasil, apenas empresas autorizadas pela Polícia Federal podem prestar serviço de vigilância patrimonial, transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal privada, conforme prevê a Lei 7.102/83. No País, cerca de 1.500 empresas são legalizadas e o Estado de São Paulo concentra a maioria delas: 429.
Lei Geral da Copa
A Lei Geral da Copa, já aprovada pelo Congresso Nacional, deve contemplar que a FIFA e o COL (Comitê Organizador Local) só poderão contratar empresas habilitadas pelo Ministério da Justiça (Polícia Federal) para realizar todo e qualquer serviço de segurança privada, em qualquer atividade, na Copa das Confederações e na Copa do Mundo, que requerer esse tipo de serviço, como em estádios, hotéis, concentrações e FAN FEST's.
Empresas canceladas pela PF em 2011
SP |
43 |
GO |
34 |
RJ |
25 |
PB |
23 |
MG |
15 |
ES |
14 |
SC |
9 |
PA |
8 |
CE |
7 |
PR |
7 |
MS |
6 |
PE |
6 |
BA |
4 |
AM |
3 |
AP |
2 |
MA |
2 |
MT |
2 |
RN |
2 |
AC |
1 |
AL |
1 |
DF |
1 |
RO |
1 |
RS |
1 |
PI |
0 |
RR |
0 |
SE |
0 |
TO |
0 |
TOTAL |
217 |
Sesvesp – Fundado em 1988, trabalha como entidade sindical que congrega e representa as empresas de segurança privada, segurança eletrônica e dos cursos de formação e aperfeiçoamento de vigilantes no Estado de São Paulo. Trabalha para coibir a prestação de serviços por empresas informais, que somam cerca de um terço do total de companhias do segmento. Luta, também, para que seja aprovado o Estatuto da Segurança Privada, que prevê uma regulação maior ao setor e qualifica como crime a contratação de serviço de segurança privada clandestina, além da utilização de vigilantes sem treinamento e registro na Polícia Federal, que é o órgão público responsável pelo controle da segurança privada no Brasil. www.sesvesp.com.br
Fábrica Carioca de Catalisadores
Quando a líder na indústria de fabricação de derivados do refino de petróleo, Fábrica Carioca de Catalisadores, decidiu atualizar seu sistema de segurança em sua sede brasileira de 44 acres, ela trabalhou com a Tyco para integrar o novo sistema de controle de acesso com o sistema de gerenciamento de vídeo, que finalmente resultaram num sistema de segurança mais robusto e fácil de usar.
Com sede no Rio de Janeiro, Brasil, a Fábrica Carioca de Catalisadores S.A. (FCC) é uma joint venture que reúne a tradição e o know-how de dois gigantes do mundo de petróleo e petroquímica — a Petrobras e Albemarle Corporation—. Fundada em 1985, esta empresa de tecnologia é dedicada para a produção e fornecimento de catalisadores e aditivos para a indústria de refino de petróleo na América do Sul. Com faturamento de 332 milhões de reais em 2009, a FCC detêm a liderança no mercado de catalisadores na indústria de refino de petróleo no mundo.
RESUMO DO CASO
Localização: Rio De Janeiro, Brasil
Sistema: American Dynamics
Sistema de Gerenciamento de Vídeo Digital Intellex® (o sistema futuro incluirá HDVR e câmeras IP)
Software House: Leitores de cartões, C•CURE® 9000, Controladoras iSTAR
Uma empresa com uma presença de mercado tão grande precisa de um sistema de segurança avançado. FCC sabia que era o momento de atualizar seu sistema de controle de acesso e de gestão de eventos. Trabalhando estreitamente com a Tyco, a empresa decidiu atualizar-se à Solução de Controle de Acesso C•CURE® 9000 da Software House.
A decisão foi baseada no fato de que o novo C•CURE® 9000 oferece muitos benefícios, incluindo uma Interface Gráfica de Usuário (GUI) fácil de usar, tecnologia confiável, conformidade com as políticas e requisitos de TI, e a capacidade de gerar facilmente vários tipos de relatórios. Porém o fator mais importante na decisão foi a capacidade de integrar plenamente o C•CURE® 9000 com o sistema existente de Gerenciamento de Video Digital da FCC, o Intellex®.
Uma vez completada a melhora e a integração, as operações de segurança da FCC começaram a trabalhar imediatamente em suas doze estações de monitoramento e administração para assumir o controle de suas entradas e saídas de forma segura.
Todos os dados de pessoal e acessos passaram a serem armazenados num servidor de base de dados, e empregados e visitantes tiveram que usar crachás em todo momento no lugar de trabalho.
Além disso, os visitantes, incluindo os fornecedores, que tinham a necessidade de entrar em cada entrada de segurança do prédio, necessitavam cadastrar-se instalações.
“Com o novo sistema integrado, tudo funciona de forma adequada e nossos operadores são mais eficientes”, diz Rodrigo Martins, Diretor de Segurança, FCC.
“No caso de uma falha de segurança, eles não precisam desperdiçar tempo procurando nas estações remotas de video do Intellex. Em vez disso, no minuto que um evento é detectado no sistema de CFTV, o operador recebe uma notificação automática na sua tela, e eles podem imediatamente conferir a seqüência de vídeo”.
Martins adiciona que depois que o sistema foi plenamente integrado, o software de Controle de Acesso é também capaz de notificar automaticamente ao operador sobre uma falha de segurança. “Se um evento de acesso acontece, tal como uma porta forçada, o sistema de Controle de Acesso automaticamente busca a imagem de uma câmera mais próxima do evento, e exibe a imagem na tela do operador”, diz ele.
“Do princípio ao fim do evento, o operador não precisou solicitar nada –todas as imagens foram expostas imediatamente para o operador. “A FCC está tão satisfeita com o sistema que ela contratou a expansão de seus sistemas de Controle de Acesso e CFTV, através do integrador da Tyco, a JGCM –Sistemas de Segurança e Automação—. O sistema de controle de acesso, C•CURE® 9000, será atualizado desde o software de sistema Série N para a Série P, o que quer dizer que ele poderá administrar e controlar até 128 leitores de cartões. Além do controle de acesso atualizado, a FCC optou por expandir seu sistema de CFTV com o potente e mais inovador gravador digital híbrido —o HDVR e Câmeras VideoEdge IP modelo Box da American Dynamics—. O HDVR oferece integração e gravação contínuas das câmeras de vídeo vigilância analógicas e IP num único equipamentos de nível corporativo. Com a aquisição do HDVR, a FCC vai proteger seu investimento em câmeras analógicas, enquanto ela considera a transição para as câmeras IP e aproveita os benefícios de um ambiente misto.
O sistema plenamente integrado da FCC é fácil de navegar, oferece melhor tempo de resposta e torna mais eficientes os operadores. Com as novas atualizações, que a empresa adquiriu, a FCC pode ter como certa ainda mais segurança para os seus empregados e o seu negócio.
Suspeita de furto e abordagem podem virar problema para varejista
Solução está em treinamento adequado e investimento em equipamentos de inteligência
O caso de uma mulher flagrada por câmeras de segurança furtando produtos de um empório de luxo no bairro dos Jardins, em São Paulo, chamou a atenção dos especialistas em prevenção de perdas: com várias passagens pela polícia, ela é também suspeita de chefiar uma quadrilha especializada em ações do mesmo tipo dentro de supermercados, bares, restaurantes e grandes eventos. O episódio traz à discussão uma das maiores preocupações dos varejistas: como abordar suspeitos de furto sem causar constragimentos e outros imprevistos? A resposta para esse problema está no treinamento adequado dos funcionários, aliado ao uso inteligente dos equipamentos de segurança eletrônica.
De acordo com a pesquisa “11ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro”, a mais recente feita pelo Provar, com 103 varejistas, os furtos feitos por pessoas não ligadas à operação (funcionários e fornecedores) responderam por 77% das ocorrências. A pesquisa também revelou que, em 2010, o varejo registrou quase R$ 8 milhões em furtos, tanto internos quanto externos. Algumas lojas usam a segurança eletrônica para inibir o furto e não abordam o autor, mesmo quando é possível fazer um flagrante: é que muitas vezes o autor abre processo por danos morais e a defesa pode custar mais caro do que o produto furtado.
Gilberto Vasconcelos, diretor-geral da Plastrom Sensormatic, explica que esse risco é comum, mas pode ser drasticamente reduzido com o treinamento adequado dos funcionários da área de prevenção de perdas da empresa. “A Plastrom Sensormatic tem diversos tipos de consultoria que podem, por exemplo, ensinar a melhor maneira de abordar um furtador, sem que ele sofra constrangimentos. A empresa oferece treinamento conceitual e prático nas áreas de prevenção de perdas, auditoria operacional, auditoria de processos, consultoria em prevenção de perdas e segurança empresarial”.
Vasconcelos diz que os treinamentos aliados às soluções oferecidas pela Plastrom Sensormatic auxiliam o varejista a reduzir suas perdas e aumentar o lucro da loja, sem prejudicar a qualidade do atendimento ou gerar contratempos. “Temos, por exemplo, uma solução inteligente que filma e grava todas as ações no checkout de maneira organizada, registrando os fluxos de pessoas com informações detalhadas e separadas por ponto de atendimento, dia, hora, produto ou qualquer segmentação desejada pelo gestor do varejo. Tudo isso dificulta uma possível fraude no caixa e ajuda o lojista a gerenciar e acompanhar o atendimento ao cliente”.
Para 2012, a Plastrom pretende investir mais de 20% de seu faturamento em novas soluções para o varejo brasileiro e também na nacionalização de produtos que hoje ainda são importados da parceira Tyco International. “Já estamos com três produtos inéditos para o Brasil e pretendemos trazer outras novidades para o mercado, sempre pensando no conceito de store performance, ou seja, em como melhorar a gestão da loja e aumentar as vendas”, completa o executivo.
Sobre a Plastrom Sensormatic
Fundada em 1987, a Plastrom é hoje a principal provedora de soluções para melhorar a performance do varejo. Em 1991, firmou joint-venture com a norte-americana Sensormatic (líder mundial no segmento), pertencente ao Grupo TYCO International, formando assim a Plastrom Sensormatic. Dois anos depois, a empresa já detinha a liderança do setor de segurança eletrônica, com 80% de participação no mercado. A Plastrom recebeu por oito anos consecutivos o prêmio TOP Five da revista Supermercado Moderno como a melhor em sistemas de segurança eletrônica. A missão da companhia é aumentar a lucratividade de seus clientes, por meio de soluções inteligentes e inovadoras que, ao mesmo tempo, previnem perdas e geram receita para a operação. A Plastrom Sensormatic oferece serviços de suporte aos clientes como assistência técnica, CNR (Centro Nacional de Reparo), treinamentos de equipes operacionais, SAC e uma área voltada para soluções e satisfação do cliente. Como resultado, está presente em 33.000 lojas de um portfólio de 7.600 clientes, entre os quais as 50 maiores empresas dos mais diversos segmentos da indústria e varejo no Brasil. Para mais informações, acesse www.plastromsensormatic.com.br. Sigam a Plastrom Sensormatic no Twitter: twitter.com/psensormatic.
Saiba como proteger a sua casa dos assaltos
Catarina Melo
Seguros que protegem o recheio, a instalação de alarmes ou de cofres são algumas das alternativas disponíveis para proteger os seus bens.
Onda de assaltos". Nos últimos tempos habituamo-nos a ouvir cada vez mais esta expressão nos noticiários ou a lê-la nas capas dos jornais. Só nos últimos dois anos, de acordo com um relatório recente da PSP, a criminalidade violenta disparou 10%. Esta realidade levou mesmo o Governo a adoptar uma estratégia com vista à prevenção e à repressão de um conjunto de crimes como assaltos a farmácias, ourivesarias, carrinhas de transportes de valores mas também roubos a viaturas e residências. Os especialistas explicam o aumento da criminalidade como uma consequência da crise económica.
Tendo em conta que a crise não será ultrapassada no curto prazo, a expectativa é de que ao longo dos próximos tempos o crescendo da criminalidade e do sentimento de insegurança persistam. Contudo, os particulares têm diversos mecanismos disponíveis para melhor protegerem os seus bens. Mais concretamente as suas casas. Seguros para o recheio, alarmes ou cofres são apenas alguns exemplos. O Diário Económico foi tentar perceber se existe uma maior procura por estes mecanismos de segurança e qual o custo que lhes está associado. Segundo as nossas contas, basta gastar 11 cêntimos por dia para reforçar a segurança da sua casa através de um seguro.
As seguradoras Tranquilidade e a FidelidadeMundial/Império Bonança, por exemplo, não notam uma maior procura pela cobertura do recheio devido ao aumento da criminalidade. Mas os clientes parecem estar mais alerta para essas situações. "Temos notado uma preocupação crescente dos nossos clientes com o actual contexto económico em proteger os seus bens devido à criminalidade, o que torna a cobertura de furto ou roubo uma das garantias mais valorizadas quando aderem ao seguro", revela fonte oficial da Fidelidade. Em termos práticos, a subscrição de um seguro para o recheio representa um custo anual em torno de 40 euros anuais (ver caixa). Para além das coberturas habituais como incêndio, danos por água e fenómenos sísmicos, os seguros de recheio incluem também, entre outras, a protecção contra furtos ou roubos.
Outra forma de reforçar a segurança dos imóveis é através da instalação de portas blindadas, fechaduras com segurança e cofres. Os dois primeiros mecanismos são aqueles nos quais as pessoas estão a apostar mais. O custo para colocar uma porta blindada ascende a, pelo menos, cerca de 900 euros, enquanto que a instalação de uma fechadura com sistema anti-gazua pode custar a partir de 400 ou 500 euros. No caso dos cofres, apesar de não representarem uma fatia considerável do mercado, segundo Ricardo Pires, da Chave Mestra, os modelos que se fixam à parede e que têm segredo digital são os mais procurados. Equipamentos que custam, em média, 300 euros, mas que são possíveis de adquirir a partir de pouco mais de cem euros. Mas caso estes elementos de segurança não sejam suficientes para manter em segurança os seus bens, pode sempre optar por instalar um alarme na residências. As empresas de segurança têm diversas soluções disponíveis, com custos mensais que rondam entre os 25 e os 27 euros, no caso da Prosegur e da Securitas, respectivamente, a que acresce o custo de instalação deste sistema de segurança, que facilmente ultrapassa os 600 euros. E pode sempre optar por depositar os seus bens mais valiosos no cofre de um banco. Muitas instituições financeiras disponibilizam o aluguer de cofres e, segundo fontes oficiais do BES e do Montepio, este tipo de serviços tem sido cada vez mais procurado.
Quatro formas de proteger os seus bens
Seguros para o recheio
Os seguros do recheio também são uma forma de proteger a sua casa contra roubos. Com base em simulações em três seguradoras- Tranquilidade, Axa e Zurich- este seguro representa aproximadamente um encargo anual entre 38,75 euros e 47,64 euros. A nossa simulação foi feita para o caso de um recheio avaliado em 25 mil euros. Contudo, ao fazer um seguro tenha em atenção que algumas seguradoras impõem uma franquia à conta dos clientes caso o seguro seja activado.
Alarmes
A instalação de um alarme é uma forma de proteger não só os bens como as próprias pessoas. Segundo o site da Securitas, a instalação de um Kit Alarme Casa que inclui um módulo de comunicações por SMS/GSM/GPRS e detectores de movimento com câmara a cores pode custar 79 euros, ao qual acrescem 540 euros pelo equipamento, bem como 27 euros mensais pela manutenção. Já a instalação do VideoActiva da Prosegur, que detecta e filma, tem um custo mensal de 25 euros, a que acrescem ainda 520 euros pela instalação do equipamento (valores sem IVA).
Cofres em casa
Uma das formas de proteger bens valiosos em casa é através da instalação de cofres. Os modelos que se fixam à parede e que possuem como mecanismo de segurança um código digital são normalmente os mais usados. Existem para todos os tamanhos e preços que podem chegar aos cinco mil euros. Contudo, a partir de pouco mais de 100 euros já é possível instalar um cofre com essas características (dimensão: 20 cm altura x 40 cm de largura x 30 profundidade). Já a instalação de uma porta blindada custa pelo menos 900 euros.
Cofres dos bancos
Os cofres dos bancos são uma alternativa para quem prefere guardar os seus bens fora de casa. A maior parte dos bancos disponibiliza este tipo de serviços. O preço do seu aluguer varia consoante as instituições e a dimensão do cofre. Com base nos preçários de seis bancos- CGD, BCP, Santander, Montepio, Banif e Barclays- o aluguer destas "caixinhas" pode custar entre 24,79 euros e 2.151,24 euros (antes de IVA), ao ano. Além da anuidade, a generalidade dos bancos cobra ainda uma caução, entre 75 e 200 euros. Alguns cobram também uma comissão por cada visita.
Central 911 conectada com o Digital Sentry
A nova Central 911 de Beaver County, localizada a cerca de 16 km do Aeroporto Internacional de Pittsburgh, abriu no início de 2010 como uma das instalações mais avançadas do gênero nos Estados Unidos. O projeto de 1.800 m2 e 18 milhões de dólares foi centrado em uma atualização tecnológica - e a Pelco por Schneider Electric fez parte do núcleo. Saiba mais
A nova plataforma de segurança de vídeo Sentry Digital da central 911 já provou ser útil com a capacidade de manter a atenção em áreas ao redor do município, permitindo que o pessoal de emergência observe os eventos e aconselhe os socorristas. A flexibilidade da Digital Sentry para apoio a sistemas analógicos econômicos, bem como câmeras IP e de alta resolução, se tornou a solução preferida do município.
Veja você mesmo
Assista agora ao vídeo on-line exclusivo dos bastidores da Central 911 do município de Beaver.
VAULT/NUUO FAZ PROJETO DE SEGURANÇA PARA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO PARANÁ
Com o objetivo de assegurar a proteção das urnas de votação eletrônica no Tribunal de Justiça do Paraná, a NUUO, especializada em Vídeovigilância, e representada no Brasil exclusivamente pela VAULT, implementou o CMS NUUO (NCS) - Central de Gerenciamento - , uma solução de gestão integrada de vídeo digital, áudio e dados, que permite suporte a um número ilimitado de câmeras, dispositivos I/O, POS, servidores de vídeo e usuários.
Localizadas em cem pontos diferentes do Estado do Paraná, as urnas eletrônicas necessitaram de reforço na proteção contra hackers e outros tipos de vandalismo. A escolha pela NUUO garantiu sigilo e confiabilidade nas eleições, devido à escalabilidade e à flexibilidade oferecidas pelos sistemas híbridos do CMS NUUO, que foram diferenciais importantes ao projeto do TRE Paraná.
O software passou a gerenciar, de forma integrada, 824 câmeras analógicas, mantidas através de placas de captura NUUO H.264 DVR (SCB-7000); e 103 câmeras IP megapixel, possibilitando ainda aos usuários o monitoramento em tempo real através da mesma interface. A solução permite também gerenciar, com o mínimo de envolvimento humano, 900 câmeras e 57 tipos de alarme. Todos os controles são feitos através de um mapa interativo em que o usuário pode monitorar, ao vivo, os eventos captados, além de poder classificar e filtrar o que é relevante na captura de imagens.
Sobre a VAULT
A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, nossa companhia orienta a convergência dos sistemas de segurança para a plataforma TCP/IP bem como a migração do vídeo analógico para digital com produtos e soluções focados em vigilância e monitoramento remoto.
Guardiões de vidas
Segurança pessoal privada ainda é um mercado pouco explorado, mas está em expansão no País
A profissão de guarda-costas (segurança pessoal) não existe apenas nos filmes, ela é real e regulamentada pela Lei nº 7.102/83, que rege a atividade dos vigilantes. Para trabalhar no ramo, o vigilante precisa fazer uma especialização na área, que dura, em média, 15 dias. Durante esse treinamento, ele aprende a portar e manusear armas sem torná-las visível, estratégias para saída em caso de emergência, além de direção defensiva, evasiva de abordagem e fuga.
O curso precisa ser realizado em academia reconhecida e autorizada pela Polícia Federal. A principal função do segurança particular é acompanhar, dar assistência e garantir a integridade física do cliente. Além disso, o diferencial desse serviço está no recrutamento e seleção dos vigilantes que devem ter o perfil adequado às características de cada contratante.
O trabalho dos profissionais de segurança pessoal começa com uma criteriosa análise de áreas e situações de risco, onde são identificadas as vulnerabilidades as quais o cliente está exposto. Para conter situações de ameaça, o segurança é capacitado a utilizar arma de fogo e os diversos tipos de equipamentos não letais. “Ele precisa estar atendo a todo tipo de ameaça, sejam elas intencionais ou não. Ele não tem que garantir apenas a segurança em casos de atentado, mas em situações de possíveis acidentes também”, explica, Irenaldo Pereira Lima, presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistemas de Segurança Eletrônica, Cursos de Formação e Transporte de Valores no Distrito Federal (SINDESP/DF).
Segundo Lima, a segurança pessoal privada ainda é um mercado pouco explorado, mas que está em expansão. “Temos boas expectativas para a Copa de 2014 e para as Olimpíadas de 2016. Muitas pessoas com alto poder aquisitivo virão à Brasília e irão precisar de seguranças, além, claro, dos atletas e suas equipe técnicas”, comenta o presidente.
Ministros, juízes, empresários de multinacionais, políticos, celebridades, pessoas com alto poder aquisitivo, artistas e cidadãos em situação de risco são os que mais requisitam esse tipo de serviço. “O guarda-costas, praticamente, dá a vida pelo cliente. O vigilante precisa saber a rotina da pessoa da qual está fazendo a segurança, desde os medicamentos que toma até qual é o plano de saúde, tipo sanguíneo, problemas de saúde, relações de amigos, locais que costuma frequentar etc. Eles são treinados para nunca deixar a situação chegar ao extremo de ter que disparar uma arma”, esclarece o especialista.
O profissional de segurança pessoal privada trabalha 12h por dia com intervalos de 36h de descanso. Para trabalhar nessa área, o profissional precisa ter excelente condicionamento físico, demonstrar postura, ser ágil, estrategista, atento e disciplinado. Outra característica importante é a discrição. “O segurança é uma das pessoas mais próximas do cliente, ele ouve e sabe de tudo o que acontece, mas precisa manter a ética, a confiança e a credibilidade. Precisa estar sempre presente, mas passar quase despercebido", afirma o presidente.
Sobre o SINDESP/DF - O SINDESP/DF é filiado à Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist). Hoje, conta com 30 associados, que geram em torno de 17 mil empregos diretos.
Segurança privada debate oportunidades e desafios durante VII FESP
Empresários do setor de segurança privada terão um encontro entre os dias 20 e 22 de outubro – no VII Fórum Empresarial de Segurança Privada do Estado de São Paulo (FESP), em Bragança Paulista-SP –, para discutir a atual situação do mercado de segurança, as tendências e os problemas inerentes do setor.
Serão três dias de palestras com convidados especiais, do Brasil inteiro, entre autoridades e especialistas da área. “Faremos uma reflexão sobre os assuntos da nossa atividade, como questões trabalhistas e jurídicas, bem como os problemas e as possíveis soluções, como a aprovação do Estatuto da Segurança Privada – que prevê uma regulação ainda maior ao setor”, explica João Eliezer Palhuca, vice-presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp), que realiza o evento.
Segurança privada
Atualmente, o Estado de São Paulo concentra 29% das empresas no Brasil; 20% dos cursos de formação de vigilantes e 30% da mão de obra. Ao todo, o Brasil possui cerca de 1.500 empresas de segurança autorizadas pela Polícia Federal a prestar o serviço que engloba transporte de valores, escolta de cargas, cursos de formação, segurança pessoal e segurança patrimonial. Cerca de 540 mil vigilantes são habilitados a prestarem serviços de vigilância privada.
VII
FESP - Fórum Empresarial de Segurança Privada do
Estado de São Paulo
Dias: 20, 21 e 22 de outubro
Local: Bragança Paulista – SP
Informações: Sesvesp (11) 3858-7360 – www.sesvesp.com.br.
CIBSEG - Palestras focadas no mercado de segurança eletrônica e eletrônica
Circuito
Inteligente Brasileiro de Segurança – CIBSEG
16 e 17 de Setembro de 2011 - Belo Horizonte, MG
Vagas limitadas! Inscrições antecipadas com
desconto!
O evento conta com apoio das seguintes empresas:
Inside(Service - Software de Gestão para empresas de Segurança Eletrônica), Sécurité (Equipamentos e Soluções para Combate e Prevenção de Incêndio),DX do Brasil (Monitoramento via Rádio), UNO Distribuidora (Distribuidora Paradox), Bycon (CFTV Analógico), Zavio (CFTV Digital), Segware (Sigma - Software de Monitoramento), Deggt (Bastões de Ronda), ClicCFTV (Consultoria em CFTV), ConsulTI (Soluções Web e em Redes Sociais), Grupo GPS. Apoio Institucional da ABSEG, Fenavist e do Jornal da Segurança. Realização EMP Consultoria e Treinamentos Empresariais e Marcos Sousa – Treinamentos e Consultoria.
Local:
Hotel Othon
Av. Afonso Pena 1050 – Centro – Belo Horizonte
– MG
Tel.: (31) 2126-0090
Outras informações podem ser obtidas com os realizadores:
Marcos
Sousa (42) 9936 7800
Emir Pinho (51) 9967 3306 – NextelID 92*14136
AirLive participará da DISTREE Latin America 2011
AirLive Powered by Taiwan Ovislink Corp anuncia sua participação na DISTREE Latin America 2011.
“Esta é uma excelente oportunidade para nos encontrarmos e desenvolvermos nossa parceria, para incrementar a participação das soluções AirLive no mercado brasileiro”, comenta José Bittencourt, Gerente de Território Brasil da AirLive Ovislink Corporation Taiwan.
Os visitantes terão a oportunidade de conhecer a ampla linha de produtos AirLive para redes broadband e monitoramento de vídeo.
DISTREE
é a plataforma de negócios entre
fabricantes e canais de vendas, para atender ao mesmo tempo e lugar,
todos os tomadores de decisão a nível regional na
América Latina.
EMPRESÁRIO ESCLARECE PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE BLINDAGEM ARQUITETÔNICA
Cada vez mais, o investimento em blindagem arquitetônica tem se tornado crescente por parte de empresas e pessoas físicas. Só de portas residenciais, a VAULT, especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarmes), realizou a blindagem de mais de 500 unidades no ano passado.
No entanto, muitas dúvidas ainda rondam a blindagem arquitetônica, fazendo com que o cliente perca o foco do seu real objetivo ou ainda que não consiga usufruir adequadamente os benefícios da blindagem. Para esclarecer alguns pontos importantes, Cristiano Vargas, diretor da VAULT, responde às principais questões levantadas por quem busca a blindagem arquitetônica e que podem ser decisivas na hora de optar pelo projeto.
- O que deve ser analisado antes de o proprietário de uma residência investir na blindagem arquitetônica?
Os fatores que devem ser analisados ao solicitar o projeto de blindagem são as estruturas da residência, as áreas de risco e o nível de blindagem a ser implementado, já que este deve estar de acordo com a necessidade da segurança.
- Quais são os principais materiais que podem ser blindados?
Os principais itens que podem receber a blindagem são portas, alvenarias e vidros.
- E que tipo de empreendimento pode ser blindado?
Qualquer tipo de ambiente (imóvel) que requeira segurança pode ser blindado, seja comercial, industrial ou residencial.
- Há necessidade de realizar uma análise de risco do imóvel?
Não, necessariamente. A implementação da blindagem não está atrelada ao risco do imóvel, mas a necessidade que o cliente tem em aumentar sua segurança.
- Quais são os níveis de proteção balística?
Há vários níveis de proteção balística: do Nível II – norma NIJ (calibre 357 Magnum) até Nível IV (FAL 7.62x51 e 30.06).
- Qual o custo inicial para blindar uma residência?
Depende do grau de proteção e dos itens vendidos. Uma porta blindada custa, em média, R$ 5.000,00. Já uma janela padrão custa cerca de R$ 2.000,00 o m² para proteção Nível IIIA e R$ 3.000,00 o m² para o Nível III.
- É possível realizar a blindagem arquitetônica de uma construção antiga?
Sim. No nosso caso, utilizamos a estratégia do chamado “Retrofit”, ou seja, reformamos o local a ser blindado de forma customizada para adaptar as novas instalações, sem prejudicar o projeto arquitetônico inicial. Para isso, substituímos determinados materiais antigos e convencionais para adaptar as partes que serão blindadas. Geralmente locais industriais têm a preocupação maior com o nível de segurança, enquantos os imóveis residenciais necessitam do apelo de segurança combinado com acabamento de acordo com o padrão arquitetônico existente.
- Qual o tempo médio para realização da blindagem?
O tempo para finalizar a blindagem vai depender da complexidade do projeto. No caso de uma porta blindada residencial, por exemplo, o tempo médio de instalação é de um dia útil.
- E qual a durabilidade do item blindado?
O prazo de validade do item blindado é indeterminado
- É preciso fazer algum tipo de manutenção dos itens blindados?
Não se requer manutenções periódicas em itens blindados, a não ser limpeza comum.
- Em caso de mudança do imóvel que tenha itens blindados, é possível reutilizá-los no novo imóvel?
Dificilmente, depois de instalados, os itens blindados podem ser reaproveitados integralmente em outro ambiente.
- Quais as principais exigências a serem levadas em conta na hora de optar por uma empresa de blindagem arquitetônica?
A empresa deve ser certificada pela Norma ABNT NBR 15000 e Norma NIJ STD 0108.01 – National Institute of Justice – USA, sendo estas as principais normas adotadas pelo setor de blindagem que observa, rigorosamente, armas e seus calibres; parâmetros de distância e número de disparos; massa, configuração, aceleração e velocidade de projéteis; temperatura, velocidade de vento, etc.
Sobre a VAULT
A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, nossa companhia orienta a convergência dos sistemas de segurança para a plataforma TCP/IP bem como a migração do vídeo analógico para digital com produtos e soluções focados em vigilância e monitoramento remoto.
A VAULT atua com três linhas de produtos:
Linha VAULT - (Portas de segurança, guaritas blindadas, cofres especiais, fechaduras eletrônicas e acessórios de Controle de Acesso).
Linha Biocheck - (Leitores biométricos e Sistemas Integrados de Segurança – Controle de Acesso, Alarme e CFTV).
Linha NUUO - A NUUO, representada no Brasil com exclusividade pela VAULT em parceria com nossos distribuidores e integradores de sistemas, é uma das empresas de Hardware e Software de CFTV que mais cresce no mundo, nos últimos 6 anos, com mais de 21.000 sites instalados em 60 países. Isto, graças a uma completa linha de equipamentos e softwares que compreendem praticamente todos os nichos de vídeo vigilância. Há uma solução para cada tipo de negócio: DVR, NDVR, NVR, NVRmini (NVR Standalone Linux Embedded) e CMS (Central de Gerenciamento Global com Matrizes Virtuais).
Flávia
Ghiurghi
Assessoria de Imprensa
flavia@vault-digital.com.br
(11) 9716-2800
www.vaultbr.com
Respeite. Um carro a menos
Não é todo mundo que se sensibiliza com a frase gravada pelos ciclistas em suas bikes. Se não funcionar, seus direitos são bem claros no Código de Trânsito:
Art. 38: Ao fazer conversões em esquinas ou mudanças de direção, dê passagem a pedestres e ciclistas
Art. 201: ao ultrapassar um ciclista, mantenha distância lateral de 1,5 m.
Art. 220: Reduza a velocidade de forma compatível com a segurança do trânsito ao se aproximar de um ciclista.
Segurança para quem precisa de segurança
Em uma grande cidade, um criminoso aborda um cidadão e rouba seu carro. O proprietário percebe que seu celular ficara no assento do carona e passa a informação à polícia, que começa imediatamente a rastrear o veículo. O computador mostra que o automóvel foi estacionado a poucos metros de um estádio de futebol onde será realizado, em algumas horas, um jogo de Copa do Mundo.
Dentro do estádio, sistemas de reconhecimento facial analisam cada torcedor e repassam as imagens ao banco de dados da polícia. Ao cruzar as informações, um suspeito é identificado. A foto é mostrada à vítima, que confirma: é ele. O centro de controle do estádio é acionado, localiza o bandido e passa a monitorá-lo. Na saída do estádio, ele é preso – sem alarde e sem que seja preciso disparar um único tiro.
Um episódio como esse poderia acontecer em alguma cidade brasileira durante a Copa do Mundo de 2014. Ou mesmo ameaças mais sérias, como atentados terroristas, por exemplo. É preciso pensar em todas as possibilidades. E prevenir, claro. Por isso várias empresas estão investindo em soluções de TI voltadas para a segurança pública pensando nos dois grandes eventos que o Brasil sediará: a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. A exposição LAAD 2011 – Latin America Aero & Defence, realizada em abril, no Rio de Janeiro, reuniu algumas dessas empresas e mostrou como a tecnologia de informação poderá enfrentar esses desafios.
Melhor que GPS
Na história que acabamos de contar, o rastreamento do celular e a precisão das informações sobre a localização do veículo foram garantidos por uma tecnologia chamada Uplink Time Difference of Arrival (U-TDOA), desenvolvida pela norte-americana TruePosition e, hoje, largamente utilizada nos Estados Unidos, onde analisa anualmente mais de 60 milhões de chamadas feitas para o serviço de emergência 911.
Receptores ultrassensíveis instalados nas torres de telefonia celular permitem rastrear qualquer aparelho, dando sua localização num raio de 50 metros, mesmo que esteja em “modo avião”. Também é possível saber se um chip é trocado de um aparelho para outro.
Segundo o diretor de Marketing da empresa, Brian Varano, o sistema tem vantagens em relação ao GPS: “O GPS não funciona em todos os aparelhos e requer um chip no telefone. E nem sempre funciona em lugares fechados ou em meio a prédios muito altos, pois opera por satélite. Nosso sistema não precisa de software ou de chip e funciona em qualquer ambiente – aberto ou fechado”, explica. Atentados terroristas que usam celulares como detonadores de explosivos (como o ocorrido em Madri, em 11 de março de 2004) podem ser combatidos usando essa tecnologia.
“Se um telefone está próximo de um alvo potencial, como uma embaixada, e não sai daquele local num período de duas horas, podemos emitir um alerta para monitorá-lo. Seria uma pessoa sentada no banco de um parque ou um aparelho preso a uma caixa com explosivos? No caso de uma perícia, poderíamos verificar qual telefone desapareceu no momento exato em que a bomba explodiu – seria, possivelmente, o detonador – e que número havia feito a última ligação para aquele aparelho – sendo, portanto, o responsável pela explosão. Também é possível saber com quem essa pessoa se comunicou momentos antes do atentado”, diz o executivo.
Geofencing
No campo da prevenção, outra aplicação muito útil seria o geofencing, uma cerca virtual em torno de uma área crítica ou estratégica, como prédios governamentais, penitenciárias, usinas nucleares etc. O sistema registra todos os aparelhos wireless permitidos dentro daquele espaço e avisa se um intruso estiver dentro da “cerca”.
Cada vez que um sinal telefônico não autorizado é detectado, é emitido um alerta. No mesmo momento, passa a ser feito um rastreamento em tempo real das mensagens de texto e chamadas enviadas e recebidas por aquele aparelho.Um sistema como esse permite criar um mapa de conexões entre pessoas e fornece informações valiosas sobre o funcionamento de organizações criminosas. Mas tudo isso, naturalmente, desperta uma discussão sobre privacidade.
“Há níveis diferentes de privacidade ao redor do mundo. Essa é uma preocupação nossa. Nos EUA, por exemplo, não podemos fazer rastreamento de um cidadão sem autorização judicial. O mesmo acontece aqui no Brasil. Mas lá, por lei, o cidadão que aciona algum serviço de emergência concede automaticamente às autoridades uma licença para que sua localização seja verificada, de forma a protegê-lo ou enviar ajuda”, observa.
Nos EUA, o governo obrigou as empresas de telefonia a incorporar alguma tecnologia de localização às suas operações. No Brasil, esse tema ainda precisa ser discutido.
Sistemas integrados
Mas voltemos ao exemplo lá do começo. Dentro do estádio, a tecnologia de reconhecimento facial que ajudou a identificar o criminoso foi desenvolvida pela espanhola Indra, que mantém sede no Brasil e oferece soluções para sistemas de defesa, vigilância de fronteiras, comando e controle.
Horácio Sabino, CEO da companhia, que já atende o governo federal, bem como operadoras de telecomunicações e de energia, confirma que está ampliando a oferta de serviços no país nas áreas de vigilância de fronteiras e defesa. “Estamos constituindo equipes próprias e fazendo alianças com empresas locais, com transferência de tecnologia para o Brasil. E já estamos produzindo equipamentos em Curitiba (PR)”, revela.
Mas além de projetos de comunicações militares via satélite e veículos não tripulados capazes de vigiar territórios e gerar imagens em tempo real, a Indra quer aproveitar a experiência de gerir eventos que atraem grande público. “Num estádio, fazemos controle de acesso e segurança, usamos sistemas de reconhecimento facial para identificar indivíduos perigosos. Detectamos os incidentes e passamos para o centro de controle do estádio, onde muitas vezes os problemas já são resolvidos. Mas é claro que, num evento como a Copa ou as Olimpíadas, é preciso ter um sistema de controle integrado com a polícia, os bombeiros e a defesa civil”, observa.
Sabino revela que tem trabalhado com o Ministério da Defesa em sistemas de gerenciamento de fronteiras, mas tem conversado bastante sobre o tema que preocupa fortemente os brasileiros: os aeroportos. “Hoje a questão aeroportuária é um tema fundamental”, destaca. “Há um grande trabalho a fazer. Somos uma das maiores empresas do mundo em gestão de tráfego aéreo e queremos apoiar esse plano brasileiro. Os eventos estão marcados, não há como adiar ou dizer que farão depois”, alerta.
Comunicação em áreas remotas
Agora vamos imaginar que a infraestrutura de telecomunicações de uma região entre em colapso após alguma catástrofe ambiental. Improvável? Pois foi o que aconteceu recentemente, na região serrana do Rio de Janeiro, quando as chuvas provocaram uma tragédia de enormes proporções e deixaram cidades como Nova Friburgo praticamente ilhadas. Naquele momento, pode-se dizer que a solução veio do espaço. Mais exatamente de um sistema de telecomunicação que funciona via satélite.
“Quando aconteceu a enchente, a infraestrutura caiu e a Polícia Civil precisou adquirir esse equipamento com urgência”, conta Johnny Nemes, diretor Sênior de Evolução de Sistemas da Inmarsat, fornecedora especializada em serviços de comunicação móvel por satélite. “Nosso mercado é 50% governo, pois é uma aplicação ideal para uso em segurança pública”, acrescenta.
A imprensa também pode fazer bom uso desse equipamento para enviar reportagens ou fazer entradas ao vivo sem maiores transtornos – esse recurso tem sido usado por diversas emissoras de televisão. Agora consideremos a possibilidade de um grupo de turistas estrangeiros, durante a Copa do Mundo, aproveitar a viagem para esticar até o arquipélago de Fernando de Noronha. Se a embarcação estiver equipada com um serviço como o FleetBroadband, qualquer problema durante o passeio poderá ser informado imediatamente às autoridades náuticas. O sistema oferece conectividade IP de até 432 kbps e telefonia com qualidade de linha fixa. Atualmente, pela legislação internacional, qualquer navio com mais de 300 mil toneladas deve ter um sistema desses.
Para o mercado aeronáutico, a Inmarsat desenvolveu o SwiftBroadband, com capacidade similar e já instalado em cerca de 9 mil aeronaves de empresas como Emirates e Air France. “Onde não tem mais cobertura terrestre celular, aí é o nosso mercado”, explica Nemes.
“Se você está no meio do mar ou no espaço aéreo internacional, no meio do rio Amazonas, do Saara, no meio da guerra, o serviço Inmarsat está lá. E o Brasil é um dos países em que essa tecnologia é fundamental, por sua extensão e pelas grandes distâncias”.
No momento, a empresa investe numa versão “turbinada” dos seus serviços, o Global Xpress, que vai fornecer 50 mbps, operando na banda Ka. O primeiro satélite será lançado em 2013 – bem a tempo do Mundial de futebol.
Por Fausto Rego
Lei obriga bancos e loterias a instalar câmeras de segurança em Belo Horizonte
Responsáveis por agências bancárias e casas lotéricas de Belo Horizonte serão obrigados a instalar câmeras de vídeo do lado de fora dos estabelecimentos. A medida foi publicada no último dia 25, no DOM (Diário Oficial do Município). O objetivo da filmagem é ajudar na identificação de assaltantes.
O Sindicato dos Lotéricos de Minas Gerais reclama dos custos necessários para instalação do equipamento. A filmagem visa coibir, no caso das agências bancárias, o crime conhecido como "saidinha de banco". Nesse caso, os assaltantes costumam agir em dupla. Um dos bandidos fica dentro do estabelecimento observando e selecionando vítimas do golpe. Enquanto isso, o segundo assaltante, do lado de fora, executa o roubo.
A assessoria de imprensa da Febraban informou que a entidade está avaliando o assunto e não vai, por enquanto, comentar a nova legislação.
O presidente do Sindicato dos Lotéricos de Minas Gerais, Marcelo Gomes de Araújo, disse que toda lei que sirva para aumentar a segurança "é bem-vinda". No entanto, Araújo reclama dos custos para instalação e manutenção das câmeras de vídeo. "Esse ônus deveria recair sobre as instituições financeiras, de quem nós somos meros prestadores de serviço".
Sony suspende produção em fábricas no Japão por falta de peças
Fabricação de televisores LCD, filmadoras, câmeras digitais, telefones celulares e lentes de câmera, deverá sofrer paralisação até o final de março
A Sony informou nesta terça-feira (22/03) que planeja suspender até o final do mês a produção em cinco fábricas no Japão devido problemas na obtenção de matéria-prima e componentes, que se seguiram após o terremoto e o tsunami de 11 de março.
Serão interrompidas a produção das fábricas de Inazawa, que produz televisores LCD Bravia; Kohda, que faz filmadoras Handycam e câmeras digitais Cybershot; Kosai, que produz equipamentos de broadcast e profissionais; Minokamo, que fabrica telefones celulares e lentes de câmera; e Oita, que produz microfones e fones de ouvido. A empresa disse que não descarta a hipótese de transferir temporariamente sua produção para fora do Japão.
A tragédia causou danos generalizados em toda a costa leste do País deixando mais de 9 mil mortos. Mesmo as áreas que não foram diretamente danificadas acabaram afetadas pelo fechamento de estradas e ligações ferroviárias e pela escassez de energia, que trouxe apagões para uma grande área. Para as fábricas fora da região atingidas pelo terremoto, o rompimento significou quebra na cadeia de abastecimento.
CET conta com 322 câmeras
Apoio aos semáforos e garantir a fluidez do trânsito. Essas são as principais atribuições das 322 câmeras da CET. Destas, 40 estão na Marginal Tietê a via com maior concentração de veículos em todo o município.“Essas câmeras são meus olhos” disse Gilson Grilli, gerente da Central de Operações da CET. Para ele, o videomonitoramento alivia- o trabalho pesado dos operadores de tráfego, que antes ficavam em cima de prédios para fiscalizar o trânsito. São elas que permitem aos funcionários da central saber por qual motivo uma via esta parda ou se um semáforo está realmente funcionando.O convenio firmado entre os três órgãos depende agora da integração entre os sistemas, cada um com sua complexidade. “Quando, funcionar, será muito útil para todos”, afirmou Grilli.
(Jornal Metrô News, Cidade/SP )
SP chega a um milhão de câmeras de segurança
O cálculo é da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), com base nas vendas em 2009. Nesta videorreportagem, intelectuais, especialistas e operadores de monitoramento discutem a hipervigilância e suas consequências na sociedade, como o fim da privacidade, a lógica do reality show e aumento do poder do Estado e das corporações.
Portal Guia do CFTV/SP
Vault irá implementar torres de segurança em pontos estratégicos do Rio de Janeiro
VAULT fecha contrato com Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro para instalar torres blindadas em pontos estratégicos da cidade
Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro, houve uma considerável redução na criminalidade no Estado. O relatório do ISP compara os meses de março de 2009 e 2010 e indica queda em quatro indicadores estratégicos: os homicídios dolosos caíram 16,2% (menos 95 vítimas); houve redução de 46% nos casos de latrocínio (roubo seguido de morte), totalizando 16 no mês; os roubos de veículo diminuíram 20,4%; e o total de roubos de rua registrados caiu 10,4% (870 ocorrências a menos).
E essa mudança no cenário se deve aos investimentos com segurança, a exemplo do projeto que a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro acabou de contratar com a VAULT, empresa especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). O projeto consiste na implementação de 15 torres de observação blindadas para a Polícia Militar que serão instaladas em pontos como Av. Brasil, Linha Amarela, Av. Das Américas, entre outros.
Com previsão para serem finalizadas dentro de 7 meses, as torres terão até 6 metros de altura e serão compostas de aço e vidro blindados com proteção Nível III, resistente a tiros de fuzil AR-15 ou AK-47. “Ainda que os números estejam mais otimistas, nunca é demais reforçar a segurança, especialmente em pontos de maior fragilidade do Rio de Janeiro. As torres serão uma garantia a mais de tranquilidade para os cariocas e, certamente, isso irá se refletir em futuras pesquisas sobre a segurança da cidade”, aposta Vinicius de Luca, diretor da VAULT.
Sobre a VAULT
A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, a VAULT surgiu como um embrião dentro de uma empresa de engenharia voltada para execuções de projetos e estruturas metálicas no segmento de módulos habitáveis para plataformas de petróleo, containers de cargas e vagões ferroviários.
Com o aumento da violência no início dos anos 90, a empresa de engenharia decidiu criar uma empresa destinada especialmente à fabricação de portas de segurança em função da crescente demanda por estes produtos. Atualmente, a VAULT desenvolve projetos mais complexos, customizados, que preservam a integridade arquitetônica da estrutura, com proteções de ambientes inteiros para residências, condomínios, bancos, empresas e representações diplomáticas para garantir a segurança total de seus clientes.
Com faturamento de 12 milhões de reais em 2009, a VAULT já atendeu mais de 3000 clientes e realizou desde blindagem de portas residenciais (mais de 1500 residências) até blindagem de fachadas inteiras de prédios localizados em área de risco de bala perdida no Rio de Janeiro, como da Fiocruz, White Martins, Tribunal de Justiça e Petrobrás. Este último, resultou em uma das maiores blindagens feitas no Brasil (Nível III contra fuzil), totalizando mais de 1000 m2 de área protegida (vidros blindados).
Por Flávia Ghiurghi
Tecnologia torna casa à prova de invasão
O aumento nas invasões a residências em Maringá é alarmante. O número de furtos a residência aumentou 247% em março deste ano ante igual período no ano passado. De 40 registros para 139. Já os roubos a estabelecimentos comerciais cresceram 628%, passando de 7 para 51.
Cadeados e correntes já não são suficientes para coibir a ação dos invasores. Um equipamento completo de segurança – que inclui alarmes, cerca elétrica, câmeras, portão elétrico, escolta e até cão de guarda – pode ser adquirido em Maringá a partir de R$ 2.180. Para manter os serviços – monitoramento dos alarmes, cerca elétrica, câmeras e a realização das escoltas – são necessários R$ 530 mensais.
As empresas de segurança apostam na tecnologia para prevenir roubos e furtos. “O delinquente, em geral, vai atrás dos alvos mais fáceis. Ao perceber que um local tem sistema de alarme ou câmeras, ele tende a desistir da ação”, analisa Márcio Chumovski, gerente operacional de uma empresa de segurança de Maringá.
Um dos clientes da empresa sofria, em média, seis arrombamentos por ano e zerou o número de ocorrências após a instalação de câmeras externas. “Atualmente, o cliente consegue acompanhar as imagens das câmeras em seu telefone celular”, diz Chumovski.
Os serviços mais contratados no município são os de alarme e cerca elétrica. Caso o bandido consiga render o proprietário e exija que o sistema seja desligado, é possível alertar a empresa de segurança sem que o invasor perceba.
“É dada uma senha de coação para o cliente, que quando digitada sinaliza para a empresa de segurança que algo está ocorrendo”, explica Chumoviski. “Se o cliente não der retorno, a Polícia Militar é acionada, juntamente com a equipe tática da própria empresa”, acrescenta.
Cães
O mais antigo sistema de segurança patrimonial da humanidade continua funcionando. Empresas se especializaram no treinamento de cães de guarda para a proteção de território e ataque a invasores. “Para que um cão seja treinado em obediência, proteção, defesa pessoal e guarda de território são necessários entre 6 e 7 meses”, afirma Ary Borges da Silva, proprietário de um canil.
Ele explica que os cães mais aptos a finalidade de guarda são os classificados no chamado grupo 2, pela Confederação Brasileira de Cinofilia. “Entre outros, esse grupo inclui o rottweiller e o doberman”, diz Silva. Pastor alemão e pastor belga também são raças utilizadas para guarda.
A mensalidade do treinamento é de R$ 510, mais R$ 70 de matrícula. O cão passa o tempo todo no canil de treinamento, onde a presença do dono é requisitada uma vez por semana, para que o proprietário tenha domínio sobre o animal. “Esses cães vivem cerca de 12 anos e têm uma vida útil, para guarda, de 8 anos”, ressalta Silva.
Cada cachorro pode cuidar de uma área de até 500 metros quadrados, mas os especialistas recomendam que a guarda seja feita por um casal, que funciona de maneira mais eficaz diante de uma invasão.
O adestrador e especialista em comportamento animal, Luiz Baldez, afirma que o treinamento mais completo para cães pode chegar a R$ 5.000. “É preciso ficar atento à procedência do animal, pois muitos cães das raças pastor alemão e rottweiller têm apresentado o problema de displasia coxo-femural, como resultado de mau cruzamento”, alerta Baldez. Esta doença compromete os ossos e articulações dos membros do cão.
Trade baiano pede plano de SEGURANÇA
Trade baiano durante reunião na Secretaria de Segurança do Estado da Bahia
SALVADOR - Por iniciativa do Conselho Baiano de Turismo (CBTur) o trade baiano representado por oito entidades (Abav-BA, ABIH-BA, Sindetur-BA,Abrasel-BA, Cluster, Abeoc-BA, SHBRS, Convention Bureau e mais o secretário de Turismo da Bahia, Antonio Carlos Tramm, e a presidente da Bahiatursa, Emilia Silva, reuniram-se ontem, dia 12, por mais de duas horas com o secretário de Segurança do Estado da Bahia Cesar Nunes. O bjetivo da reunião foi debater sobre os últimos episódios de assaltos e tentativas de roubo em restaurantes e hotéis da cidade de Salvador.
O presidente do CBTur, Silvio Pessoa, abriu o encontro relatando os fatos acontecidos e os motivos que levaram todo o trade do turismo baiano ao Gabinete do Secretário. "Precisamos de um plano de segurança que garanta aos visitantes da cidade o mínimo de tranquilidade de andar, passear, conhecer e desfrutar das belezas e atrativos da Bahia e a baianidade de seu povo. sem medo de circular pelos locais, porque foi isto que eles vem fazer aqui", disse.
Outra grande preocupação dos dirigentes é que não seja jogado por água abaixo todo trabalho de promoção e divulgação da cidade desenvolvido nestes últimos anos, que fizeram de Salvador, segundo as pesquisas e a imprensa estrangeira, um dos destinos mais desejados de ser visitados por turistas do Brasil e exterior. “Não podemos deixar manchar uma imagem construída com tanto trabalho e investimento financeiro", pediu Emilia Silva".
Segundo o diretor da ABIH-BA, Paulo Dias (ex-vice-presidente do Salvador CVB, gerente-geral do Pestana Bahia e diretor de Vendas da rede para a América do Sul), em recente reunião com presidentes de outras Abavs, em Portugal, a violência na Bahia começa a ser falada fora do Estado. "Para isto é necessário ser criado um cinturão de segurança que proteja os turistas que visitam os principais pontos de atração de Salvador, cobrindo do centro histórico a Itapoã, bem como que o governo do estado coloque em prática com urgência, os cinco projetos criados pelas entidades que fazem parte do Escritório de Referência para o Centro Histórico, o que poderia resolver muitos problemas da área", disse.
Outras sugestões foram dadas pelos representantes das entidades presentes, como a possibilidade dos turistas que sofrerem algum tipo de assalto ou roubo, poderem fazer a ocorrência nas delegacias digitais criadas pela Secretaria de Segurança do próprio hotel, sem precisar ir à delegacia; que os hotéis possam ter rádios frequência na mesma da policia para facilitar a comunicação quando necessária, já que a Deltur foi desativada; e que exista um policiamento mais ostensivo durante a noite nos principais pontos turísticos.
Depois de ouvir os relatos e sugestões, o secretário César Nunes falou sobre estas questões de segurança, preocupações e providências que o governo baiano tem tomado, visando a segurança da população e dos turistas, como o aumento do efetivo policial com realização de concursos para admissão de policiais, aquisição de novas viaturas equipadas com GPS, armamento mais potente e moderno e, principalmente, 325 motos, 5 carros elétricos para agilizar o policiamento no Centro Histórico. Segundo o secretário, o Centro Histórico é o metro quadrado mais policiado da Bahia. Ele também falou de um acordo já firmado entre o Governo do Estado com a operadora de telefonia OI para criar todo o sistema de monitoramento da cidade através de câmaras instaladas em pontos estratégicos. Nesse caso, o Estado compraria as imagens ficando por conta da operadora a instalação e operação através de sua rede de fibra ótica já instalada. Este sistema deverá entrar em operação no verão de 2011.
Mas em dois pontos todos os presentes foram unânimes: Que eles estavam ali não para criticar o Governo nem a Secretaria de Segurança do Estado e, sim, para dar total apoio e somar em todas as ações que sejam positivas para a preservação dos turistas que visitam Salvador e da imagem da cidade; e, a segunda, é que a população precisa ter a certeza e sensação de que existe segurança em Salvador e não apenas parecer que tem.
Para Silvio Pessoa, que liderou esta reunião, “diante de tudo que foi exposto e sugestões oferecidas pelos diversos dirigentes das entidades, o trade vai esperar as ações concretas e, a curto prazo”.
O secretário César Nunes se comprometeu a incrementar as sugestões em Salvador.
Por Gorgônio Loureiro
Segurança é tema de reunião entre prefeito e Comando de Policiamento da Capital
O prefeito Marcio Lacerda, o secretário municipal de Segurança Urbana e Patrimonial, Genedempsey Bicalho Cruz, e o assessor militar Francisco Lino Neto se reuniram, na Prefeitura, com o comandante do Policiamento da Capital, coronel da PM Cícero Nunes Moreira, e integrantes da corporação.
Na ocasião, o coronel Cícero Nunes Moreira apresentou as ações e estratégias do Comando de Policiamento da Capital (CPC) para minimizar a violência na cidade. Uma das propostas é a Coincidência Geográfica, cujo protocolo de intenções foi assinado no mês passado, pela Prefeitura e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Defesa Social.
A ação tem como objetivo promover a articulação de áreas comuns de atuação entre as Áreas Integradas de Segurança Pública (AISPs) de Belo Horizonte e a circunscrição das secretarias regionais.
O protocolo estabelece uma referência única entre os órgãos de segurança do Estado e as administrações regionais. Cada AISP é formada pela junção de uma companhia da Polícia Militar e uma delegacia distrital da Polícia Civil. A área de atuação das polícias Civil e Militar coincidirá com o território que fica sob responsabilidade de cada uma das nove regionais da cidade.
Monitoramento via GPS já é realidade em Aracaju
A instalação dos equipamentos de geoposicionamento por satélite (GPS) em todos os ônibus que realizam o transporte coletivo na capital e a criação da Central de Inteligência de Transportes e Trânsito (CITT) melhoraram significativamente a qualidade no serviço prestado à população.
Os investimentos em tecnologia têm permitido que a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) monitore, em tempo real, toda a movimentação dos ônibus que transportam passageiros nas cidades de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão e Barra dos Coqueiros.
Na sala da CITT, inaugurada há quase três meses e instalada na sede da SMTT, três equipes se revezam nos três turnos para acompanhar o trajeto dos 512 veículos que fazem o transporte coletivo na capital e região metropolitana. Segundo o diretor de Transporte Público da SMTT, Orlando Sérgio, graças a essa nova tecnologia, já é possível perceber diferenças no serviço. "Antes, alguns motoristas paravam o carro na hora que bem entendiam para tomar café, desviavam o trajeto e davam uma desculpa qualquer à empresa. Mas agora, com o equipamento GPS, alguns hábitos mudaram", explica Orlando.
"Nós temos equipes preparadas para ficar monitorando em tempo real toda a movimentação dos ônibus, evitando com isso o descaso com o serviço público. Através dessas telas, podemos identificar o ônibus que está em repouso, atrasado, quebrado ou fora da rota normal, e assim acionar imediatamente as equipes da Guarda Municipal ou notificar a empresa permissionária", complementa o diretor.
O monitoramento feito pela SMTT também permite observar a velocidade em que cada ônibus transita pelas ruas e avenidas. Com isso, é possível identificar de forma mais ágil e eficaz os casos de acidente. "Recentemente, um ônibus acabou se chocando com um poste, próximo à avenida Beira Mar. Através do GPS, percebemos que o motorista dirigia acima da velocidade permitida para a área. Ele estava a 66 km/hora. Para um ônibus que circula em via urbana, é uma velocidade alta, por isso a empresa e o motorista foram punidos", conta Orlando Sérgio.
Com as informações precisas e instantâneas recebidas em tempo real através do sistema de GPS, a fiscalização da SMTT é feita com mais eficiência, evitando abusos por parte dos motoristas e até mesmo omissões por parte das empresas permissionárias do serviço público de transporte coletivo.
Segurança com selo catarinense
Difícil falar em segurança e não pensar logo em alarmes e sistemas de monitoramento para casas e empresas. Saiba que se você for comprar um equipamento desses, existe uma boa chance de que eles tenham sido fabricados em SC, que caminha para se tornar um polo no setor.
São pelo menos 10 empresas que produzem itens de segurança eletrônica. E há espaço para mecanismos mais inovadores. A Spherical Networks, de São José, desenvolve e produz leitores biométricos (que capturam a imagem da impressão digital) para controle de acesso em prédios inteligentes. Os principais clientes, afirma o diretor de marketing da empresa, Arnaldo Timmermann, são bancos e hotéis de todo o país.
O presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Rui Gonçalves, diz que a proximidade entre empresas do mesmo setor facilita o acesso a novos mercados.
– Temos 450 empresas de tecnologia em SC. O crescimento é tão grande, que não dá para ter uma única gestão. A união que está ocorrendo na área de segurança é um modelo para outros setores, como tecnologia para a saúde.
Com mais de 30 anos de mercado, a Intelbras, de São José, que atua nas áreas de informática e telecomunicações, passou a investir em segurança eletrônica em 2007. No ano passado, a empresa participou de feiras nacionais para divulgar produtos – centrais de alarme, centrais de cercas elétricas, interfonia e acessórios. A empresa tem fábricas fora de SC, mas toda a linha de alarmes é desenvolvida e fabricada na sede de São José.
Para o gerente de vendas da unidade de segurança eletrônica, Márcio Ferreira, 2009 representa a consolidação deste nicho dentro da empresa, que, hoje, atinge a marca de 100 mil equipamentos de segurança eletrônica produzidos por mês. O material é vendido no Brasil e em outros países da América Latina.
A presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), Selma Migliori, lembra que o setor manteve um crescimento acima de 10% nos últimos anos, incluindo a participação das prestadoras e distribuidoras de serviço. Selma ressalta que a região Sul é a segunda em número de empresas.
O que está impulsionando esse crescimento, acredita ela, é o desenvolvimento de uma cultura mais preventiva do que reativa. Uma preocupação que ganha espaço também no setor público, com a contratação de serviços de monitoramento para áreas urbanas.
Entre os desafios para manter o ritmo de crescimento, a presidente da Abese aponta a implantação de normas técnicas que regulamentem diferentes itens.
O primeiro projeto aprovado trata das cercas elétricas, mas já existem trabalhos para padronizar a produção e instalação de alarmes e centrais de monitoramento.
Presente em mais de cem cidades de SC, o Grupo Back é um assíduo consumidor da tecnologia desenvolvida no Estado, com serviços voltados para condomínios residenciais, indústria e comércio. O assessor técnico da empresa, Laércio Camilo Leite, diz que 100% dos softwares de segurança usados pelo grupo são desenvolvidos em SC. Na parte de equipamentos, 30% são fabricado aqui, e o restante, comprado fora do Estado.
– Nesta área, a política comercial das empresas de SP e RJ é melhor. Apesar dos equipamentos similares, eles oferecem prazo maior e preços melhores – destaca.
Teresinenses se cercam de aparatos para a segurança
É cada vez mais comum encontrar nas casas, apartamentos e nas empresas de Teresina
É cada vez mais comum encontrar nas casas, apartamentos e nas empresas de Teresina a presença de pelo menos um item de segurança. Muros altos, cerca elétrica, grades nas portas e janelas, alarmes, circuito de GPRS (vigilância por meio de chip e linha telefônica) e câmeras de vigilância monitoradas (CFTV) são alguns deles. Além dos serviços de segurança privada (vigilância armada ou não), com pessoas treinadas que ficam de prontidão nos grandes estabelecimentos comerciais e educacionais da capital.
O mercado da segurança é movido pelo medo, onde pessoas que sofreram ou temem passar situações de violência investem pesado a fim de ter tranqüilidade. Entre as opções no mercado da vigilância eletrônica o consumidor pode encontrar itens com grande variedade de funções e preços. Dentre os produtos que encabeçam a lista dos mais procurados estão os alarmes, com investimento de R$ 150,00 pelo acompanhamento mensal, e cercas elétricas, onde a central de choque varia entre R$ 300 e R$ 350.
O gerente executivo de uma empresa especializada do setor, que atua a 34 anos no mercado, Danisio Silva diz que o perfil de seus clientes vai desde uma simples residência até os grandes estabelecimentos comerciais. "O investimento em segurança, atualmente, vem crescendo e nossos clientes vêm se diversificando com o tempo. Pessoas quem não possuem um poder aquisitivo muito alto passaram a acrescentar no orçamento os gastos com a segurança doméstica. Mas os principais clientes, atualmente, se concentram na zona Leste de Teresina, onde posso atribuir está concentração pelo poder aquisitivos das pessoas", explicou o proprietário, que completa afirmando que investir em segurança hoje é dia não é luxo, e sim necessidade.
Um dos recursos mais modernos oferecidos há três meses é o sistema CFTV. Trata-se do circuito de monitora-mento de imagens através de câmeras instaladas no local de preferência do cliente, onde todo o ambiente é vigiado 24 horas. As imagens são enviadas em tempo real a central da empresa de segurança e qualquer movimentação suspeita, viaturas com homens treinados são enviadas ao local.
"Este serviço, apesar do pouco tempo que disponibilizamos aos clientes está sendo bastante procurado, até o momento são 15 clientes que investiram na compra dos equipamentos e pagam mensalmente pelo acompanhamento dos dispositivos que não saem por menos de R$ 130", disse o gerente executivo.
Apesar da diversidade que o mercado de segurança oferece e as facilidades na compra dos equipamentos a dona de casa Dora Freitas reclama que o custo para investir na segurança do lar é muito alto. Mesmo assim ela resolveu colocar cerca elétrica em sua residência.
Ela mora em uma casa simples, localizada na zona Sudeste de Teresina, com o marido e dois filhos adolescentes. Sua residência possui gradeados em todas as janelas e portas, itens que, segundo ela, já não trazem tanta segurança. "Conversando com meu esposo resolvemos fazer um esforço para colocar cerca elétrica no muro daqui de casa. A gente, para ter um pouco de sossego, precisa gastar mais para garantir a segurança da família", desabafa.
As pessoas que pretendem investir na segurança precisam tomar algumas precauções. Com a variedade nos preços produtos e serviços, os cuidados vão desde a fiação elétrica até o profissional que irá executar o serviço, pois muitas vezes os atrativos financeiros falam mais alto. Em alguns casos, vale a máxima de que o barato sai caro.
Projetos na área de segurança são apresentados em Brasília
Em viagem a Brasília, o prefeito Fábio Branco entregou à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) três projetos para a área de segurança do Rio Grande. As propostas foram elaboradas pelo Gabinete de Gestão Integrada Municipal de Segurança Pública (GGIM) – grupo que reúne os poderes Executivo e Judiciário, Ministério Público e membros de corporações policiais e entidades representativas da área no Município.
O primeiro projeto se refere à construção da sede do Gabinete, enquanto o segundo trata da construção da praça da juventude. Esta segunda iniciativa prevê a construção de um espaço voltado à promoção de lazer e esporte na periferia da cidade. O objetivo do projeto é oferecer aos jovens uma alternativa de ocupação, visando coibir o uso de drogas.
Por sua vez, o terceiro menciona a ampliação do sistema de videomonitoramento da cidade. Este último, em especial, aborda a colocação de câmeras de vigilância eletrônica na área das escolas e, em particular, é um desejo antigo do prefeito Fábio Branco. “Queremos dar mais segurança à comunidade escolar”, enfatizou. Agora os projetos estão sob análise da Senasp. Atualmente a rede de monitoramento digital 24 horas por dia do Rio Grande, em funcionamento há mais de dois anos, é composta por seis dispositivos espalhados por vários pontos da área central. A vigilância visa coibir assaltos e furtos. As imagens capturadas pelas câmeras são enviadas à base do sistema, na sala de operações do 6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM), onde ficam armazenadas nos computadores.
Semana farroupilha 2009 com mais segurança em Canoas
Município vai realizar uma parceria com os CTGs para um trabalho de capacitação preventiva.
Canoas - Os participantes da Semana farroupilha 2009 com mais segurança na farroupilha 2009 de Canoas, um dos principais eventos de da cidade, que ocorre entre os dias 11 e 20 de setembro, devem contar com uma organização mais segura nesse ano. A Coordenadoria de Defesa Civil do município e a unidade local do Corpo de Bombeiros vão realizar uma parceria com os CTGs para um trabalho de capacitação preventiva. A decisão foi tirada em reunião da Comissão Organizadora desse evento, realizada semana passada na Secretaria Municipal de Cultura.
Conforme o titular da coordenadoria, Mauro Guedes, o objetivo da iniciativa é preparar os realizadores desse evento para situações de incêndio. "Há diversos riscos em um evento dessa natureza, como vazamento de gás, curto circuito – que abrange 80% dos casos de acidentes e tumultos", observa. Ele informa Bombeiros e a Secretaria Municipal de Obras também participam dessa capacitação. Já os CTGs, vão indicar os seus representantes para a integrar a equipe de prevenção. A festa da Semana.
Para a Diretora de Cultura da Associação das Entidades Tradicionalistas de Canoas (AETC), Carmen Janine Caldeira Damasco, a expectativa sobre a Semana nesse ano é a grande e positiva. "Os galpões são de madeira e tem fogo o tempo todo, essa ação é em benefício dos participantes, mas também da população em geral", nota.
A diretora da AETC também elogiou o nível de cooperação da administração municipal junto ao evento nesse ano. "É a primeira vez que o poder público municipal está inserido dentro do Parque. Este ano, estamos sentindo que o apoio está sendo muito grande, tanto da Secretaria Municipal de Cultura, quanto da Secretaria Municipal de Meio Ambiente", reconhece.
Câmeras são instaladas nas ruas do Recife
Monitoramento
é
feito por policiais durante 24 horas por dia.
Imagens
flagradas por 50 câmeras instaladas em pontos
estratégicos.
Do G1, com informações do Bom Dia Brasil
Diariamente, pequenos capítulos da vida urbana são registrados pelas lentes de pequenas câmeras, como as que foram agora instaladas nas ruas da capital pernambucana. Ao todo, 50 câmeras transformaram 11 bairros do Recife em um "Big Brother" de prevenção ao crime. Instaladas em pontos estratégicos, elas funcionam como um mirante privilegiado de onde é possível captar as situações suspeitas.
Elas filmam num ângulo de 360 graus, aproximam a imagem 45 vezes. Estão sendo compradas mais 150 câmeras que devem funcionar até setembro.
As imagens captadas pelas câmeras nas ruas são vistas por olhos bem treinados e atentos, 24 horas por dia, na Central de Monitoramento, na Secretaria de Defesa Social. Cada operadora monitora 10 câmeras. As cenas são ampliadas no monitor. Um policial está sempre de plantão para acionar as equipes nas ruas e tentar evitar os crimes.
Entre as cenas captadas pelo equipamento, há o registro de três homens vendendo pedras de crack, tranquilamente em uma rua no centro do Recife, às 19h30. Só não imaginam que tudo está sendo filmado. Eles saem sem pressa, mas são abordados pelos policiais que, avisados, chegam a tempo de fazer o flagrante.
Os flagrantes mostram que as câmeras são poderosas aliadas para combater a impunidade. Um casal foi atacado por três homens. Um deles conseguiu fugir com a bolsa da mulher. A outra câmera, na rua adiante, já mostra o desfecho. Os policiais conseguiram chegar a tempo de prender os assaltantes.
Em um ponto de ônibus, quatro homens chegam de repente e assaltam os passageiros que esperavam pelo transporte. Eles correm, se separam. Um deles não consegue escapar do policiamento. Foi preso e reconhecido pelas vítimas menos de 10 minutos depois de ter sido filmado em ação. Seguiu direto para delegacia.
Governo lança edital para instalar 71 câmeras de vigilância
Um novo edital para a instalação de 71 câmeras de vigilância em Fortaleza foi lançado pelo Governo do Estado. O edital anterior, para aquisição de 250 câmeras, foi suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Um dos motivos apontados pelo tribunal é que o Governo não sabia onde implantar as 250 câmeras
Quase um ano depois do anúncio de edital para licitação de 250 câmeras de vigilância, o Governo do Estado resolveu diminuir a quantidade adquirida. Agora, serão 71 câmeras que auxiliarão na fiscalização das ruas e praças da Capital, uma redução superior de 1/3 do total. De acordo com o secretário-executivo da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), coronel Joel Brasil, a necessidade seria realmente das 250 câmeras. “Mas como o edital anterior gerou polêmica, pela demora no processo, temos este ano e o próximo da gestão Cid Gomes para implantar as 71”, diz Brasil.
O coronel acrescenta que a implantação das câmeras já era prevendo a inclusão de Fortaleza como uma das cidades que sediará a Copa do Mundo de 2014. Conforme a necessidade e vendo a resposta do sistema eletrônico no combate ao crime, mais câmeras seriam implantadas, porém depois de 2010. “Não chega a ser um prejuízo como um todo porque as 250 câmeras não seriam implantadas de uma vez. Ainda vamos ter de licitar a área de monitoramento”, completa Brasil.
Para os moradores da Capital, a garantia é de que as câmeras de monitoramento serão implantadas obedecendo a dados estatísticos de ocorrências realizado pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops).
A demora na implantação do sistema de monitoramento foi a suspensão, pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), do processo licitatório para a instalação das câmeras. Entre as alterações no edital está o valor estimado para a compra dos materiais, que caiu de R$ 35 milhões para R$ 6,53 milhões.
A conselheira do TCE, Soraia Victor, explica que um dos problemas do processo anterior é que o Governo simplesmente não sabia onde implantar tantas câmeras. “Eles não haviam definido o restante dos locais. Como estabelecer um custo sem saber onde é que vai instalar (a câmera)?”, indaga.
O edital foi corrigido e publicado no Diário Oficial do Estado no fim de maio deste ano. As empresas interessadas em participar da licitação devem entregar os documentos de habilitação e as propostas técnicas comerciais no próximo dia 7. “Como o valor reduziu, as empresas pequenas também vão poder participar da licitação”, lembra Soraia Victor.
Por causa das exigências do edital anterior, apenas um consórcio, formado pelas empresas Comtex e Locktec, estava participando do processo licitatório.
Sinalização eletrônica vai emitir multas
Mais de 300 mil panfletos serão distribuídos para conscientizar motoristas sobre o limite de velocidade
A partir da 0h do próximo dia 4 de maio, os aparelhos que estão instalados em 14 semáforos de Balneário Camboriú vão começar a funcionar efetivamente e emitir multa aos motoristas que cometerem infrações no trânsito. Como forma de conscientização a Prefeitura lançou uma campanha, mais de 300 mil panfletos explicativos foram impressos e já estão sendo distribuídos nas ruas da cidade.
De acordo com o gestor do Fundo Municipal de Trânsito, Jaime Mantelli, o material começou a ser distribuído no último sábado, 18. Esta data foi escolhida em decorrência do "feriadão". Nestes dias a cidade recebeu grande número de turistas, e muitos puderam ser alertados sobre as novas mudanças no trânsito.
A especialista em trânsito Karine Winter destaca que cerca de 150 mil panfletos já foram distribuídos por equipes do setor de educação para o trânsito do Fundo Municipal do Trânsito - Fumtran. Os locais de divulgação são em todas as escolas da rede municipal, escolas estaduais, colégios particulares e Núcleo de Educação Infantil.
Karine disse que na última quinta-feira foi iniciada a divulgação nos comércios da Terceira Avenida e Quinta Avenida, e no dia seguinte a divulgação foi feita nas principais avenidas do centro da cidade. Semana que vem o local onde será feita a entrega dos panfletos é no entroncamento da Avenida Central com Avenida do Estado, próximo dos Correios. Nos postos de combustíveis também está sendo feita a divulgação.
O intuito da implantação do sistema de fiscalização semafórica, segundo o secretário de Segurança, Nilson Probst, é para reduzir os índices de infrações e conseqüentemente os acidentes nas vias do nosso município. Nilson salienta que a intenção não é arrecadar, mas sim zelar pela segurança no trânsito e fazer com que o motorista respeite a legislação.
Infrações
Para o veículo que avançar o sinal vermelho, a infração é gravíssima, o valor da multa é de R$ 191,54, e acarreta sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação - CNH. Para o motorista que parar sobre a faixa de pedestre - ultrapassar a linha de retenção do semáforo ou do cruzamento - onde haja sinalização vertical e/ou horizontal de parada obrigatória, o valor da multa será de R$ 85,13. São quatro pontos na carteira.
Para o infrator que bloquear o cruzamento, a multa é de R$ 85,13, e também acarreta em quatro pontos na CNH. O excesso de velocidade gera multa de R$ 85,13 à R$ 574,62. Poderão ser lançados na carteira de quatro a sete pontos, com suspensão imediata do direito de dirigir e a apreensão da CNH.
A Secretaria de Segurança alerta que os equipamentos vão disparar um flash sempre que o mesmo não for acionado por 30 minutos. Isso se faz necessário para que o sistema mantenha-se aquecido e em perfeitas condições para seu pleno funcionamento, o que evidentemente neste caso não gera notificação.
Vale lembrar que os pardais e lombadas eletrônicas já emitem notificação desde o ano passado. Somente os aparelhos instalados em alguns semáforos da cidade vão começar a notificar no próximo dia 4.
Não dê bobeira com o seu notebook
Senhas, criptografia e rastreamento de máquinas são algumas das opções de segurança disponíveis aos usuários
JULIANA ROCHA
Ladrões de equipamentos e até mesmo de informações sigilosas (potencialmente lucrativas) andam tão satisfeitos quanto os cidadãos de bem com a recente popularização dos notebooks no Brasil.
Basta identificar uma mochila de nylon em um café ou à espera do sinal verde no cruzamento para obter, ao menos, R$ 1.000 como resultado do furto de um computador portátil. O pior é que o preço do hardware, que caiu nos últimos anos, nem sempre é o mais precioso. Fotos, senhas bancárias, documentos profissionais e empresariais circulam, muitas vezes sem proteção, pelas vias de grandes cidades.
No Brasil, não existem dados de furtos compilados, mas nos EUA, segundo o Instituto Ponemon, a cada 50 segundos um laptop desaparece das vistas de seu dono nos aeroportos norte-americanos. Os prejuízos com a perda de dados importantes ou confidenciais ultrapassam os US$ 350 mil, segundo o Instituto de Segurança Computacional.
A boa notícia é que já é possível proteger-se tanto da subtração do hardware como dos dados armazenados. Já há leitores biométricos, softwares de criptografia e até rastreamento. As precauções são úteis tanto àqueles que transitam com seus notebooks quanto para máquinas deixadas em casa.
A segurança às cegas
Entraves políticos impedem que a cidade tenha seis vezes mais câmeras a serviço da polícia
Por Thiago Prado
Rio - Promessa dos governos federal, estadual e municipal, o Rio poderá ter, no fim de 2009, até seis vezes mais câmeras do que o número atual. Isso se a burocracia não atrapalhar. No meio do caminho para combater a violência na cidade e a crescente onda de roubos de carros e pedestres estão pequenos entraves: ofícios, editais de licitação, uso de verbas já autorizadas e até um jogo de empurra-empurra entre as autoridades.
Atualmente, a cidade tem apenas 180 câmeras — 10 para cada um dos 18 batalhões da Polícia Militar administrar em suas áreas de atuação. A média é de um equipamento instalado para cada seis quilômetros quadrados. Só o fórum do Tribunal de Justiça (TJ), no Centro, por exemplo, tem 374 câmeras — o dobro do que a polícia tem à disposição em todo o território da capital.
HERANÇA DO PAN
O objetivo é que o número chegue de equipamentos a serviço da segurança chegue a 963 no Rio até dezembro, mas obstáculos terão que ser superados pelas três esferas do poder público. Um deles envolve a União e o governo do Estado. Usadas para monitorar os complexos esportivos durante os Jogos Pan-Americanos de 2007, 320 câmeras estão encaixotadas no prédio da Secretaria de Segurança até hoje. Outras 60 estão distribuídas entre o Maracanã e o ginásio do Maracanãzinho desde a época das competições.
Há duas versões para a não utilização dos equipamentos em prol da segurança: o Estado afirma que o Ministério da Justiça ainda não repassou o patrimônio para o Rio e que terá que ampliar o Centro de Comando e Controle (CCC) da secretaria — responsável por receber as imagens — para efetuar a instalação. Já o ex-coordenador de Tecnologia da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), Odécio Carneiro, garante que as câmeras não foram instaladas ainda por opção do governo. “Foi criado um grupo de trabalho para resolver o assunto e elas já foram repassadas ao Rio. Tanto que estão na cidade”, afirmou.
Previstas no orçamento deste ano, 19 câmeras também devem ser compradas em breve pelo governo do estado, que pretende instalar os equipamentos na Avenida Brasil e na Linha Vermelha — áreas críticas de policiamento, onde atuam tanto traficantes de drogas como quadrilhas especializadas em roubar motoristas. “Instalaremos em pontos estratégicos. Devido ao alto custo, torna-se obrigatória a licitação do serviço”, afirma o chefe do CCC, tenente-coronel Cláudio de Almeida Neto.
As duas vias são, freqüentemente, alvos de ação de bandidos. No dia 25 de fevereiro, o fotógrafo André Azevedo, de O DIA, foi assassinado na Avenida Brasil quando voltava para casa. Na última quinta-feira, o advogado Marcelo Ferreira Cruz, de 35 anos, foi morto na Linha Vermelha com cinco tiros. Até agora, no entanto, não há edital de licitação publicado para a aquisição de câmeras.
Sistema de trânsito ainda está isolado
Os pontos de maior movimento de veículos do Rio já são vigiados por ‘olhos eletrônicos’. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) tem, hoje, 84 câmeras funcionando e mais nove em manutenção para fiscalizar o trânsito. Mas o sinal gerado para controle do fluxo de veículos, que poderia ser também utilizado para monitorar problemas de segurança, não chega para a Secretaria de Segurança.
Um ofício enviado no ano passado pela Secretaria de Segurança pedindo o repasse das imagens para os batalhões aguarda até hoje resposta da Prefeitura. O prefeito Eduardo Paes afirma que já autorizou a medida, mas, até agora, a rede que controla o trânsito continua isolada, já que sequer grava as imagens. Isso impede, por exemplo, que a polícia consulte registros de vídeos de locais onde ocorreram crimes — caso do fótógrafo André AZ, assassinado na Avenida Brasil.
Sem a interação entre as operações de trânsito e de segurança, a polícia fica limitada a imagens de radares de multa de velocidade ou avanço de sinal — que podem registrar barbeiragens dos criminosos.
Para este ano, o chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho, promete que a Prefeitura vai obter mais 300 câmeras para a CET-Rio com dinheiro do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) do governo federal. Para o sonho de um Rio mais bem monitorado virar realidade, três etapas terão que ser cumpridas: R$ 60 milhões da União serem repassados ao município; edital de licitação para a compra e montagem; e criação, pelo estado, da central de processamento das imagens.
Prefeitura de Santos investe R$ 1,5 milhão em rede
O próximo passo do município é finalizar o projeto de uma Infovia e adotar telefonia IP, interligando todos os 238 prédios da administração.
A partir de 2005 a prefeitura de Santos fechou diversas parcerias para reformular a infraestrutura de rede da cidade. Em 2006, a prefeitura investiu R$ 100 mil na aquisição do primeiro core de rede (switch 5500 G) e, posteriormente, na compra de três switches 3824 e de cinco da linha 3226. Dessa maneira, a ligação entre switches e servidores centrais passou a ser de 1 Gbps. Esse aumento na velocidade de rede foi o primeiro grande impacto do projeto de modernização da infraestrutura de TI da cidade.
Para implantar o projeto da Infovia Municipal, a Prefeitura de Santos contou com a ajuda do Banco do Brasil, que investiu cerca de R$ 1,5 milhão na construção de um anel de fibra óptica de 24 km e de quatro pontos de repetição, além de uma central de monitoramento com soluções 3Com (switches 4500 e em alguns pontos o modelo 5500), 28 câmeras, monitores e equipamentos de armazenamento de informações, tendo como vencedora da licitação a revenda Net Telecom, responsável também pela implementação.
Em 2009, a administração espera concluir o segundo anel com 24km de extensão e transformar o backbone principal, os dois anéis de 1 para 10 Gbps, construir 11 anéis secundários de fibra ótica a 1 Gbps e implementar switches 5500 PoE (Power Over Ethernet) em outras 265 unidades da Prefeitura, além de adquirir Telefonia IP e no breaks inteligente. Ao todo, serão mais 200km de fibra óptica. “Nossa meta é ter uma câmera em cada prédio público e levar fibra ótica a 1 Gbps para 98% das unidades e o restante via rádio, garantindo serviços, monitoramento e gerenciamento 24h”, conta Roberto Cruz, da coordenadoria de engenharia da prefeitura de Santos.
“O
próximo passo é investir na
ampliação do anel principal de fibra
ótica, para atender outras áreas da cidade de
Santos, com velocidade de alta performance. Serão instaladas
também mais vinte câmeras dome, com giro de 360
graus e alcance de 500 metros”, afirma Cruz. Com isso, as
informações, dados e imagens, vão
trafegar em alta velocidade e seguirão para um centro de
monitoramento e processamento. Com a padronização
dos equipamentos, a expectativa para 2009 é facilitar o
acesso da população aos serviços
municipais.
Deic contabiliza como positivo o resultado do combate ao crime
A prisão de um dos maiores hackers do Maranhão, em novembro do ano passado, responsável por desviar dinheiro de diversas contas bancárias no Estado, pode ser um dos exemplos da ampla e moderna atuação da Superintendência Estadual de Investigações Criminais, até hoje conhecida como Deic, nome herdado quando ainda funcionava como um Departamento da Secretaria de Segurança do Estado.
“Hoje as nossas condições de trabalhos estão bem melhores. Já possuímos alguns equipamentos de ponta, que nos permite realizar um trabalho em várias frentes de combate ao crime, e com resultados positivos. Ganharemos uma nova sede, que será no prédio da antiga Companhia de Habitação (Cohab), no Outeiro da Cruz, com amplo espaço físico, que nos dará condições de melhorar ainda mais o desempenho de nossas funções”, disse o superintendente da Deic, delegado Robson Rui Lopes da Silva.
Agentes do DRT durante treinamento
Com seis departamentos, a Deic, vinculada à Secretaria de Segurança Cidadã, trabalha no combate a crimes tecnológicos, como foi o caso da prisão do hacker Nelson Santana Oliveira Filho, e ao combate ao roubo de cargas. O resultado foi centenas de criminosos atrás das grades e a certeza da confiança da população no trabalho da Polícia.
“Quando o cidadão deixa de acreditar na sua polícia é o fundo do poço. Aqui a população nos procura porque sabe que temos condições de solucionar o problema”, garantiu Robson Rui.
Em 2008, o Departamento de Narcóticos (Denarc) apreendeu 86,83 Kg de maconha, 82,13 Kg de merla, 1,43 de cocaína e até mesmo três micro pontos de LSD, um ácido lisérgico cultuado pelo movimento hippie da década de 60. O delegado José Frassinetti Couto Júnior, responsável pelo Denarc explica que essas apreensões são frutos das investigações e das denúncias feitas pela própria população. “As denúncias são fundamentais para que consigamos realizar o nosso trabalho”, disse.
Um exemplo foi a prisão de José Ricardo Almeida Souza, o Louro Ricardo, no final de 2008. “Após recebimento de várias denúncias anônimas, fomos até o endereço denunciado na Vila Brasil e encontramos enterrado no quintal um recipiente plástico utilizado para exames laboratoriais, contendo merla”, observou o delegado Frassinetti.
O trabalho do Denarc também detectou um aumento de mulheres e pessoas idosas a serviço do tráfico de drogas. Em 2008, 30 mulheres foram indiciadas. “É uma tática de traficante utilizar mulheres e idosos para facilitar o tráfico e tentar nos sensibilizar na hora da prisão”, explicou o delegado.
Assaltos a banco – Outro departamento da Deic que tem mostrado serviço e conquistado a credibilidade da população é o Departamento de Combate a Roubo de Instituição Financeira (Dcrif). Em 2008, a equipe do delegado José Nilton Souza desmontou verdadeiras quadrilhas que agiam no interior do Estado em operações de alto risco, como a ocorrida no dia 3 de março, em Alto Alegre do Pindaré, quando dos sete assaltantes do Bradesco, dois foram presos e cinco foram mortos.
“Eles andam fortemente armados, o que geralmente provoca confrontos. O nosso objetivo é levar todos para a cadeia, mas acontece de um ou outro bandido ser atingido mortalmente”, explicou o delegado.
José Nilton Souza só lamentou que as instituições bancárias estejam trocando a segurança armada pela eletrônica, o que na sua opinião está facilitando o trabalho dos bandidos. O delegado descarta qualquer ligação dos assaltos a banco no Maranhão com as organizações criminosas instaladas no sul do país, como o Primeiro Comando da Capital (PCC). “Não há nada disso, a maioria ou é daqui mesmo do Maranhão ou dos estados vizinhos”, salientou.
No dia 20 de fevereiro, foi preso o trio Mansidão, Hulk e Batata, responsável por um dos mais ousados assaltos a banco no Estado, o que se poderia tratar-se de uma quadrilha do PCC, por ter utilizado explosivos para arrombar o cofre do Banco do Brasil no município de São Domingos. “Mesmo em casos como esse não há nenhuma ligação com o PCC, como já tentaram fazer crer”, garante Nilton Souza.
A equipe também combate os famosos assaltos nas saídas das agências bancárias. No dia 8 de janeiro de 2008 foi presa uma quadrilha formada por paraenses, especialista na “saidinha de banco”. Ela foi presa em frente ao Banco do Brasil, no São Francisco, com dois revólveres e uma motocicleta.
Mesmo com apenas sete delegados e 40 agentes, a equipe da Deic ainda é responsável pela prisão de vários outros criminosos. Desde o falsificador de ingressos para shows, a seqüestradores. Em 18 de junho essa equipe foi a responsável pela prisão da quadrilha autora do seqüestro de uma empresária em São Luís, que foi localizada por policiais da Deic ainda no cativeiro e libertada com vida e saúde.
Realizando todo um trabalho de combate ao crime nos 217 municípios do Estado, a equipe da Deic acredita que ainda seria preciso a aquisição de mais um helicóptero, pois o do Grupo Tático Aéreo (GTA) é insuficiente para atender toda a demanda, já que ele também é utilizado para localizar plantações de maconha no interior do Estado e fazer resgates à serviço do Corpo de Bombeiros.
“Seria importante termos mais um helicóptero, pois agilizaria o nosso trabalho, principalmente para enfrentar os assaltantes de banco no interior do Estado”, justifica o superintendente da Deic, delegado Robson Rui.
Dos 26 prédios visitados mais da metade facilitaram o acesso de um estranho.
Passe livre: após buzinar com insistência, o repórter recebe aval para entrar em edifício
Na semana seguinte àquela em que dois condomínios sofreram arrastões de bandidos, testamos a segurança de quarenta edifícios em diversos bairros paulistanos. O resultado é preocupante: 65% deles escancararam seus portões sem nenhuma cerimônia
Diante de um prédio equipado com cabine de segurança, câmeras voltadas para os acessos principais e luzes acionadas por sensores de movimento, parece improvável a entrada de uma pessoa não autorizada. Não é bem assim. A bordo de um veículo de luxo cedido pela revista Quatro Rodas, da Editora Abril, rodei 166 quilômetros por sete bairros da cidade, nas noites de segunda (12) e terça (13). De quarenta edifícios escolhidos aleatoriamente ao longo do percurso, os portões dos estacionamentos se abriram 26 vezes. Com um procedimento-padrão, foi moleza conseguir o sinal verde dos porteiros. Embicava o carro (sem insulfilm escuro no vidro) na porta da garagem em velocidade moderada – e não lentamente, como se estivesse na dúvida sobre o endereço –, buzinava e piscava os faróis, para tentar reproduzir a típica atitude do morador impaciente, e acendia a luz dentro do veículo, fazendo sinal positivo com o polegar em direção à cabine. Acesso liberado. Simples assim.
Na maioria das investidas bem-sucedidas, não houve diálogo com a portaria. A Vila Madalena foi o primeiro bairro visitado. Seis de dez edifícios deram sinal verde. Na Rua Arandu, no Brooklin Novo, uma cena quase cômica, não fosse o risco que um comportamento displicente desses pode representar. Sem sair do prédio, um funcionário chegou perto do carro para identificar quem estava ao volante.
– O senhor vai aonde?
– Eu vou à casa do Juan!
– O senhor sabe o número do apartamento?
– Não sei.
Ele pediu um minuto e se afastou para tentar descobrir em qual andar morava nosso personagem fictício. Após dois minutos de espera, comecei a buzinar. O porteiro reapareceu, pediu desculpas e autorizou a abertura da garagem.
Na Rua Pamplona, na Bela Vista, a história do Juan também colou.
– Boa noite, eu vou à casa do Juan!
– Qual é o nome do morador?
– Juan!
– Qual apartamento?
– Não sei, acho que fica no quarto andar.
Ele se volta para dentro da cabine e, segundos depois, pergunta:
– Senhor, aqui só tem Jean!
– Exatamente, Jean!
– Ah, sim! Eu vou ligar para ele avisando.
– Não, não! Primeiro abra o portão para eu estacionar porque estou cansado. Depois você liga para o Jean. Ele já autorizou parar na garagem.
– Tudo bem, senhor.
Em todas as situações, logo que os portões eram abertos, eu engatava a ré e saía sem dar explicações. Por catorze vezes, isso não aconteceu porque o acesso foi negado. Nos Jardins, por exemplo, as cinco tentativas foram frustradas. Uma delas ocorreu no L’Essence, um dos endereços mais valorizados de São Paulo, com apartamentos avaliados em 13 milhões de reais. Ao chegar à entrada, tive o carro cercado por três seguranças. Em poucos segundos, recebi a resposta:
– Senhor, não há nenhum Juan por aqui.
Pedi desculpas pelo engano e segui em frente. Nos prédios com seguranças contratados de empresas especializadas, a tarefa mostrou-se inviável. Essas equipes costumam deixar um profissional de prontidão na calçada para abordar de perto os visitantes.
No sábado (10), o porteiro de um condomínio nos Jardins foi rendido ao abandonar a guarita para checar se havia uma falha no alarme, que sinalizava uma invasão nos fundos do prédio. Dez integrantes de uma quadrilha entraram em nove dos 22 apartamentos. "Não adianta pagar caro por uma parafernália eletrônica se a pessoa responsável por monitorar esses equipamentos não tem um treinamento adequado", afirma o delegado Edison de Santi, titular da 2ª Delegacia do Patrimônio do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). No mesmo dia, um assalto a um condomínio de casas na região de Pedra Branca, na Zona Norte, reuniu trinta homens armados e dez veículos. Com fuzis e metralhadoras, eles renderam os seguranças. "Identificamos três quadrilhas em atividade praticando roubos a residências, mas não são especializadas só nesse tipo de crime", diz Santi.
Não faltam orientações para evitar que assaltantes entrem nos edifícios residenciais de São Paulo pela porta da frente. "A cabine de segurança deve ser blindada e quem está dentro não deve sair durante seu turno em hipótese alguma", explica o consultor Evandro Pamplona Vaz, diretor de uma empresa de gerenciamento de risco. Os moradores também precisam colaborar. "Muitas vezes, os porteiros são repreendidos quando não reconhecem de imediato um morador", diz o consultor Hugo Tisaka. Quando o pior já aconteceu, também é importante seguir as dicas dos especialistas. Não reagir é a mais clássica de todas. Foi o que (graças a Deus) consegui fazer ao sofrer uma tentativa de assalto durante a execução desta reportagem. Ao parar em um farol com o carro emprestado da Quatro Rodas, na altura do número 200 da Avenida República do Líbano, às 21h30 da terça-feira, um homem se aproximou, bateu com a mão esquerda espalmada no vidro lateral do motorista e com a mão direita mostrou uma pistola 9 milímetros.
– Abaixa o vidro! Senão, vou atirar.
– Calma, estou saindo do carro.
– É para abaixar o vidro.
– Calma. Vou sair, pode levar o carro.
O ladrão, que olhava desesperadamente para os lados, desistiu da abordagem quando abri a porta do carro. Saiu correndo na direção contrária do trânsito. Por acaso, assim como os moradores dos condomínios invadidos na semana passada, fiquei sob a mira de um revólver. E, por sorte, os porteiros que liberaram sem cerimônia o acesso a esses 26 edifícios estavam passando apenas por um teste. n
Porteira (quase) sempre aberta
A bordo de um carro de luxo, a reportagem de Veja São Paulo circulou por sete bairros da cidade para verificar se os porteiros permitem a entrada nos edifícios mesmo sem identificar quem está ao volante. Confira o resultado em cada região
Anália Franco
Sinal
verde: três prédios (Rua Eleonora Cintra).
Acesso negado: dois prédios (ruas Francisco Zicardi e
Luís dos Santos Cabral).
Bela Vista
Sinal
verde: cinco prédios (ruas Pamplona, dos Ingleses, dos
Franceses e Itapeva)
Acesso negado: nenhum.
Brooklin Novo
Sinal
verde: três prédios (Avenida Portugal e ruas
Indiana e Arandu).
Acesso negado: dois prédios (Avenida Portugal).
Jardins
Sinal
verde: nenhum.
Acesso negado: cinco prédios (ruas Haddock Lobo, Peixoto
Gomide e Ministro Rocha Azevedo).
Moema
Sinal
verde: cinco prédios (Rua Tuim e avenidas Macuco, Juriti e
Rouxinol).
Acesso negado: nenhum.
Vila Madalena
Sinal
verde: seis prédios (ruas Harmonia, Jericó e
Morás).
Acesso negado: 4 prédios (ruas Harmonia e Morás).
Vila Olímpia
Sinal
verde: quatro prédios (Avenida Doutor Cardoso de Melo e ruas
Gomes de Carvalho e Professor Vahia de Abreu).
Acesso negado: um prédio (Avenida Doutor Cardoso de Melo).
Com
a palavra, os especialistas
O que fazer para evitar um assalto
A cabine de segurança precisa ser blindada e o funcionário responsável por monitorar o acesso não pode sair de lá enquanto está de guarda. Nem para ajudar moradores com sacolas de compras.
Câmeras de qualidade, fornecendo imagens com definição e coloridas, facilitam o trabalho de quem está na guarita diante do monitor. No acesso à garagem, recomenda-se instalar uma câmera para identificar o carro e a placa e direcionar outra ao motorista.
Para quem fica na portaria, um item essencial é o chamado botão de pânico, alarme silencioso conectado à empresa de segurança que vai acionar a polícia em caso de emergência. Há inclusive modelos que cabem no bolso, no formato dos controles remotos usados nas garagens.
Quando um veículo se aproxima com um motorista não identificado, o segurança da cabine deve permanecer em seu lugar. A função de averiguar a identidade do visitante caberia a outro funcionário.
Como agir em uma emergência
Puxar conversa para ficar amigo do ladrão não funciona. O importante é ser objetivo. Procure saber o que ele quer para ir embora o mais rápido possível.
Não minta em perguntas objetivas. Se o bandido quiser saber sobre a existência de um notebook ou alguma joia, diga a verdade. Caso encontre algo que você disse anteriormente não existir, ele pode ter uma reação violenta.
Evite olhar diretamente para o assaltante. Isso pode deixá-lo ainda mais nervoso durante a ação.
Mantenha a calma e jamais discuta com o invasor.
Por Fabio Brisolla
Plastrom registra faturamento 40% maior em 2008
SÃO PAULO, dezembro de 2008 - A Plastrom Sensormatic, empresa especializada em soluções eletrônicas de segurança para o varejo, assegurou hoje, durante encontro com a imprensa, que 2008 foi um ano de crescimento para a empresa, que hoje detém 70% do mercado de segurança eletrônica de mercadorias no país.
A empresa registrou em 2008 um aumento no faturamento de 40% e o número de funcionários saltou de 200 para 300. Além disso, ao completar 21 anos de existência, a Plastrom Sensormatic passou por uma reestruturação interna destinada, principalmente, a aproximá-la ainda mais do seu cliente e a reforçar sua posição de liderança no mercado.
Para 2009, de acordo com a empresa, a reestruturação promovida neste ano forneceu as bases para a Plastrom Sensormatic poder crescer no próximo ano. Sua meta é dobrar o tamanho da receita em relação a 2008.
Para isso, a empresa pretende continuar seu plano de expansão geográfica no país e até partir para o exterior. Uma nova filial, em Brasília, será inaugurada no início do ano que vem. Com isso, além da sede em São Paulo, a Plastrom Sensormatic passará a ter quatro regionais de serviços -- as outras três estão localizadas em Porto Alegre, Rio de Janeiro e Recife.
Também em 2009, a Plastrom Sensormatic pretende implantar um projeto de governança corporativa, com a adoção das melhores práticas do mercado nessa área. Dessa forma, ela estará preparada para assumir o papel de empresa principal do Grupo Plastrom, que também inclui a Virtual Gate, a AlarmTek, a Rayton e a Plastrom Video, além de participações acionárias nas empresas Strat Digital Signage e ImediaData.
O passo seguinte será a internacionalização da empresa, que pretende iniciar a oferta dos seus produtos nos países da América Latina e Europa. Para isso, a idéia é firmar parcerias e até mesmo comprar outras empresas no exterior.
(Redação - InvestNews)
Câmeras IP monitoram tráfego em Porto Alegre
A Atlantis Tecnologia, provedora de serviços e soluções na área de Telecomunicações e Sistemas de Segurança, foi a empresa responsável pela instalação das câmeras IP, cabeamento da central de monitoramento e configuração do software para gerenciamento das imagens na Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
A necessidade do cliente era controlar e monitorar o tráfego de veículos, identificar pontos bloqueados, além de apoiar a equipe de fiscalização ao indicar veículos em estacionamento proibido, acidentes e outras ocorrências. O benefício alcançado foi que a Central de Controle e Monitoramento da Mobilidade (CECOMM), obtêm as imagens em tempo real, via fibra óptica. A CECOMM está equipada com 14 monitores e data show para projeção dos vídeos, armazenados remotamente pela Procempa (companhia de processamento de dados do município) durante dez dias.
Implementado em 45 dias, o projeto contou com a instalação de 12 câmeras dos modelos Axis 213 PTZ e uma do modelo Axis 223, em cruzamentos que apresentam maior congestionaento de veículos, principalmente no centro da cidade.
A Axis 213 PTZ traz controle de movimento panorâmico, vertical (tilt) e zoom óptico de até 26 vezes e digital de 12 vezes. A câmera IP opera em variadas condições de luminosidade e gera vídeos em motion JPEG e MPEG-4 simultaneamente. Já o modelo AXIS 223M apresenta vídeo em resolução de 2.0 megapixels, o que garante alto nível de detalhe para monitoramento dia-e-noite.
A cada 33 minutos, um veículo é roubado
A cada 33 minutos um veículo é levado por assaltantes no Grande ABC. De janeiro a setembro deste ano, 12.496 carros e motos foram roubados ou furtados nos sete municípios, segundo estatísticas da Secretaria de Estado da Segurança Pública. Santo André lidera o ranking de ocorrências, com 16 casos por dia. Entre as grandes cidades da região, Mauá é a que oferece menor risco ao motorista, com 3,7 registros diários.
Apesar de oficial, a conta do Estado não leva em consideração casos de latrocínio, quando o roubo é seguido de morte. No ano passado, a maioria deste tipo de crime na região estava diretamente relacionada ao roubo de veículos. O governo, porém, garante que, na média, o percentual caiu 5,5% em relação aos três primeiros trimestres de 2007.
Mas para quem sente a violência, os números se mantêm altos. O motorista profissional Nilton Judeci dos Santos, 55 anos, já teve o veículo roubado por três vezes, duas delas enquanto circulava em serviço por Diadema.
"Há dois anos eu passava pela região da Avenida Piraporinha, por volta das 11h, e um carro bateu no meu. Quando desci para ver o estrago os assaltantes chegaram e fui levado para uma favela. Roubaram toda mercadoria e me fizeram muitas ameaças. Fiquei com a imagem dos bandidos por muito tempo na cabeça", conta.
Além do trauma, a maioria das vítimas ainda precisa conviver com o prejuízo financeiro. Fazer seguro em cidades da região ainda é mais caro do que contratar o serviço na Capital, mesmo com a redução de preço estimada em 5% neste ano, segundo cálculos do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança) de Santo André.
O comandante da Polícia Militar no Grande ABC, coronel Cláudio Antonio Rissotto, ressalta ambas as quedas, mas reconhece que os índices continuam altos. "Temos conseguido bons resultados, com operações e bloqueios programados de acordo com o levantamento dos pontos que registram as maiores incidências. Nestes três primeiros trimestres conseguimos recuperar 4.329 veículos (34,6%), o que representa 15% de aumento em relação a 2007", diz.
Informações detalhadas da PM mostram, ainda, que o número de motocicletas roubadas ou furtadas tem aumentado. Em Diadema, por exemplo, a relação de crimes contra motos e carros é praticamente a mesma. Por lá, o modelo preferido dos assaltantes é a Honda Titan. Em Santo André, o perfil é diferente. Carros estão no topo do ranking, com destaque para o Corsa, da GM, e a Parati, da Volkswagen.
Oportunidade - Atualmente, crimes relacionados a veículos são considerados de oportunidade. "Carros encomendados são mais raros, mas ainda nos deparamos com esta situação de acordo com o modelo procurado. Tem gente que vem de outras regiões do Estado atrás de determinado veículo para venda de peças no mercado ilegal", explica Rissotto.
O risco deve ser evitado com a fiscalização das divisas, seja por vigilância eletrônica ou policiamento ostensivo. Especialistas ainda indicam que a solução dos crimes é igualmente importante para a queda dos números. A sensação de impunidade incentiva a ação criminal.
Olho Vivo e integração das forças de segurança diminuem ocorrências no trimestre
Com a intensificação de procedimentos e a integração entre Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal, com a efetiva participação da Central de Monitoramento do Olho Vivo, houve em Itatiba uma diminuição das ocorrências nos meses de julho, agosto e setembro, em comparação com o trimestre anterior.
Os casos de furto de veículos apresentaram a queda mais significativa: 58%. Em abril, maio e junho deste ano foram registrados 95, enquanto que em julho, agosto e setembro foram registrados 39 casos. Os furtos apresentaram o segundo maior índice de diminuição: 40,5%, com 392 casos em abril, maio e junho, e 233 casos no último trimestre.
Os roubos de veículos tiveram queda de 30%, com 40 casos em abril, maio e junho, e 28 casos em julho, agosto e setembro. Os roubos diminuíram em 12%. Foram 59 casos no último trimestre, e 67 no trimestre anterior.
“Essa queda nos índices de ocorrências já era esperada quando os segmentos de segurança começaram a utilizar com mais freqüência o Sistema Olho Vivo. O reforço no efetivo da Polícia Militar, viabilizado por reivindicações do prefeito Fumach, também contribuíram para isso”, diz o secretário municipal de Administração, Siles Antonio Sanfins.
Melhorias no Olho Vivo
Para reduzir ainda mais os índices de criminalidade no município e oferecer aos segmentos de segurança uma ferramenta de apoio mais eficaz, a Prefeitura está investindo em melhorias no sistema de monitoramento por câmeras Olho Vivo e no sistema de reconhecimento de placas de veículos (Sentry). Estão em fase de instalação novas rotas de fibras ópticas e rádios para possibilitar a implementação de mais sete câmeras PTZ (que giram em 360 graus e podem dar zoom), e câmeras com sistema de reconhecimento de placas em mais oito pontos da cidade.
Atualmente o sistema Olho Vivo tem uma equipe especializada que monitora os pontos com câmeras durante 24 horas, e o Sistema Sentry fotografa todos os veículos que passam na frente das câmeras e reconhece automaticamente suas placas para identificar se o mesmo tem registro de alguma ocorrência que precise atenção ou intervenção das polícias.
O sistema ainda colabora no trânsito com fiscalização em tempo real; estatísticas de utilização das ruas por meio da contagem de veículos por faixa de rolagem nos locais monitorados; e interligação dos radares com a central de segurança. Para a segurança central, as câmeras possibilitam fiscalização em tempo real das áreas centrais da cidade e solicitação de serviços das forças policiais, caso seja necessário, como, por exemplo, quando há constatação de pessoas paradas por tempo maior que o normal nas proximidades de caixas eletrônicos, ou com atitudes suspeitas, aglomeração incomum de pessoas, pessoas escondendo-se em lugares ermos ou escuros, entre outras situações.
O sistema de monitoramento por câmeras colabora no combate a roubos e furto de veículos por meio de levantamento de rotas de fuga utilizadas; análise de padrão comportamental do tráfego na cidade para identificar suspeitos; e alarme de veículos com algum tipo de restrição que cruzam a cidade. Também funciona como suporte investigativo para a Polícia Civil e ferramenta de combate ao tráfico de drogas.
População investe cada vez mais em segurança
Por Ricardo Zanon
Medo da violência faz os moradores de Balneário Camboriú e região investirem cada vez mais em segurança
A crescente onda de viol ência assusta cada vez mais os residentes de Balneário Camboriú e região. A população busca alternativas para conter este avanço e investe em produtos para assegurar a segurança nas residências. Alarmes, câmeras de segurança, grades para portas e janelas são os produtos mais procurados nas lojas especializadas neste segmento.
Os prédios de alto padrão apostam em tecnologia para garantir a segurança dos moradores. Muitos optam por senhas particulares, que acessam somente o andar desejado, desta forma os outros moradores não possuem acesso aos outros pavimentos do prédio. Câmeras de segurança são instaladas em todas as áreas comuns do edifício. "A procura de grades para janelas, portões e cerca eletrônica tem aumentado bastante", afirma Eric Santos, da Serralheria Real, em BC.
As medidas impostas pelos condomínios muitas vezes constrangem os visitantes dos residentes fixos. As pessoas necessitam mostrar documentação, como carteira de identidade ou outra. As regras evitam a entrada de estranhos nos edifícios, para garantir um controle das pessoas que freqüentam os apartamentos.
A situação por muitas vezes confunde os visitantes não acostumados com as novas regras de segurança. "Fiquei perdida", declara a comerciante Ivonete da Silveira. "Havia ido visitar uns amigos em um edifício na Avenida Atlântica. Entrei pela garagem após me identificar na portaria. Acontece que quando entrei no elevador percebi que o botão correspondente ao andar do meu amigo continha uma senha para acesso e eu não sabia", revela a comerciante. "Eu fiquei presa no edifício e liguei para o meu amigo, que desceu para me buscar. Foi constrangedor, mas rimos muito depois", brinca.
As entidades municipais pretendem implantar câmeras de segurança nas entradas e saídas de Balneário Camboriú. Valdir de Andrade, presidente do Conselho de Segurança de Balneário Camboriú (Conseg), explica que o projeto "Adote uma câmera" será de grande valia para a segurança de BC. "Os empresários ajudam na compra de câmeras de segurança e a população poderá cuidar", afirma o presidente. No mês de agosto, várias entidades municipais entregaram um protocolo de segurança às autoridades. O protocolo é composto de 72 itens basicamente relacionados à segurança. Reuniões periódicas são realizadas pelas entidades para cobrar as medidas compostas no protocolo. A próxima será mês de outubro.
Câmeras de segurança inibem ocorrências policiais
A instalação de câmeras de segurança na região central, parques e terminais de ônibus de Curitiba vem reduzindo o número de ocorrências policiais nos pontos monitorados.
As prisões em flagrante feitas pela Guarda Municipal caíram 40% entre 2008 e 2010. Em 2008, foram 151 flagrantes e no ano passado, 92.
"Os números significam que as câmeras estão inibindo ações criminosas", afirma o diretor da Guarda Municipal, Odgar Nunes Cardoso. Atualmente, 88 câmeras de segurança estão em operação em Curitiba, sendo 45 na região central e outras 43 distribuídas pelas nove Regionais.
“Hoje, o monitoramento eletrônico é fundamental no combate à criminalidade. Além de ser um instrumento poderoso nas ações dos órgãos de segurança, a própria existência das câmeras já assusta os criminosos”, acrescenta o diretor da Guarda.
Amazonas recebe novos equipamentos de segurança antibombas
MANAUS - A Polícia Federal no Amazonas apresentou hoje (21) uma remessa de novos equipamentos que vão integrar o projeto de segurança para Copa de 2014. Entre os produtos estão um canhão a laser, um raio X de alta precisão e uma roupa especial para aproximação de bombas. Somente este último traje pesa cerca de 40 quilos.
O esquema de segurança de Manaus para o Mundial de Futebol conta ainda com uma unidade robô antibomba, apresentada em agosto deste ano. Os equipamentos são acionados por controle remoto e utilizados para remoção e desarticulação de bombas. Um tiro com canhão de água é usado para desarticular a bomba e separar carga principal, fonte de energia e detonador do artefato.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) também confirma investimentos na segurança da Copa. Ao todo, cerca de R$ 590 mil foram destinados à aquisição de armamento não letal – como spray de pimenta e gás lacrimogêneo - conforme recomendação da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Pelo cronograma do órgão, está prevista a chegada de mais armamentos não letais até 2013, ano anterior a competição. (IP)
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PM prende 118 pessoas desde início de ataques no Rio
A
Polícia Militar do Rio de Janeiro divulgou na tarde desta
segunda-feira novo balanço das
operações iniciadas no dia 21 de novembro, quando
teve início a onda de ataques violentos no Estado. Segundo a
PM, 118 pessoas foram presas e 130, detidas. Os confrontos
já deixaram 39 mortos. Os números podem ser ainda
maiores, já que o balanço leva em conta apenas as
ações realizadas até ontem e
não contém informações das
operações encabeçadas pela
Polícia Civil e pelas Forças Armadas.
Foto: Reinaldo Marques/Terra
De acordo com o balanço da PM, 164 armas foram apreendidas entre a última segunda-feira e o domingo. Além disso, também foram apreendidos 12 coquetéis molotov, dois artefatos explosivos, 77 granadas ou bombas caseiras, 14 l de gasolina, 5 l de álcool, 12 garrafas com material inflamável, sete galões de gasolina, seis dinamites e seis espoletas. A PM contabiliza cinco suspeitos feridos e quatro policiais baleados. Ao todo, 102 veículos foram incendiados.
Ontem, 30 pessoas foram presas pela Polícia Militar, que contabiliza um morto nas ações. Foram apreendidas mais de 21 t de maconha, mais de 12 kg de cocaína, 60 armas e 26 granadas.
Violência
Os ataques tiveram início na tarde de domingo, dia 21, quando seis homens armados com fuzis incendiaram três veículos por volta das 13h na Linha Vermelha. Enquanto fugia, o grupo atacou um carro oficial do Comando da Aeronáutica (Comaer). Na terça-feira, todo efetivo policial do Rio foi colocado nas ruas para combater os ataques e foi pedido o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para fiscalizar as estradas. Ao longo da semana, Marinha, Exército e Polícia Federal se juntaram às forças de segurança no combate à onda de violência que resultou em mais de 180 veículos incendiados.
Na quinta-feira, 200 policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) tomaram a vila Cruzeiro, no Complexo da Penha. Alguns traficantes fugiram para o Complexo do Alemão, que foi cercado no sábado. Na manhã de domingo, as forças efetuaram a ocupação do Complexo do Alemão, praticamente sem resistência dos criminosos, segundo a Polícia Militar. Entre os presos, Zeu, um dos líderes do tráfico, condenado pela morte do jornalista Tim Lopes em 2002.
Desde o início dos ataques, pelo menos 39 pessoas morreram em confrontos no Rio de Janeiro e 181 veículos foram incendiados.
PAC 2 destinará R$ 3,2 bilhões para segurança pública
Em entrevista ao programa de rádio Bom Dia, o ministro Luiz Paulo Barreto (Justiça) detalhou os investimentos previstos na segunda fase do PAC para a segurança pública.
Segundo Barreto, o setor contará com R$ 3,2 bilhões para a estruturação de postos de polícia comunitária e construção de espaços integrados voltados aos jovens, projeto que conta com a parceria dos ministérios do Esporte, Cultura, Trabalho e Emprego, e Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
A estimativa é que sejam construídos 2.883 postos de polícia comunitária em 543 municípios espalhados pelos 26 estados do Brasil e no Distrito Federal.
A entrevista é produzida e coordenada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República, e transmitida ao vivo pela TV NBR e via satélite, das 8 às 9 horas.
O ministro da Justiça explicou detalhes do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), que tem como público-alvo jovens de 15 a 24 anos à beira da criminalidade, presos e os que já cumpriram pena. Integram hoje o programa 170 municípios, 23 estados e o Distrito Federal.
Outro tema da entrevista concedida pelo ministro Barreto foi o 12º Congresso das Nações Unidas sobre Prevenção ao Crime e Justiça Criminal, maior evento mundial sobre o tema. O evento – organizado pela ONU em parceria com o governo brasileiro, por meio do Ministério da Justiça – deve reunir delegações de 140 países em Salvador (BA), entre os dias 12 a 19 de abril. Na pauta estarão temas como: infância, juventude e crime, terrorismo, prevenção criminal, tráfico de migrantes e de pessoas, lavagem de dinheiro, crime cibernético, cooperação internacional na luta contra o crime e violência contra migrantes e suas famílias.
Secretaria aguarda regulamentação para implantar sistema de tornozeleiras para presos
Conforme o secretário Edson Goularte, após a assinatura, o projeto sairá do papel em um mês
O decreto regulamentando o uso de tornozeleiras por presos está pronto para ser assinado pela governadora Yeda Crusius. Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública, após a assinatura, serão disponibilizados R$ 500 mil para um projeto piloto, que começará por presos do Albergue Pio Buck, em Porto Alegre. Conforme o secretário Edson Goularte, após a assinatura, o projeto sairá do papel em um mês.
Está sendo disponibilizado o recurso para o primeiro grande lote piloto. De qualquer maneira, R$ 500 mil já está sendo disponibilizado. O ideal é que o monitoramento eletrônico pudesse abrir vagas no regime.
A lei que cria o monitoramento eletrônico de presos do regime aberto e semiaberto foi sancionada há oito meses pela governadora Yeda Crusius.
Estado implanta complexo penitenciário modelo até 2010
Um novo conceito de sistema penitenciário, dentro das linhas de ação do Pacto pela Vida, será implantado pelo Governo Eduardo Campos em Pernambuco. Trata-se do Centro Integrado de Ressocialização, que foi apresentado pelo secretário-executivo de Ressocialização, Humberto Vianna, em evento na Secretaria de Defesa Social, com a presença do secretário de Justiça do Espírito Santo, Ângelo Roncalli, e do intendente-geral do Sistema Penitenciário de Alagoas, Luiz Bugarin.
O complexo, que ficará localizado no município de Itaquitinga, na Zona da Mata Norte do Estado, numa área de 100 hectares, vai representar um investimentos da ordem de R$ 248 milhões com a geração de 3.126 vagas. A primeira transferência de presos está prevista para o final de 2010.
No evento, Vianna mostrou que a administração do complexo será feita em gestão compartilhada pelo Governo do Estado (diretor, diretor adjunto e chefe de segurança, além dos policiais militares nas guaritas externas) e pela iniciativa privada (demais funções, como: serviços gerais e área de saúde) e, que o espaço contará com seis módulos independentes entre si, mas integrados e edificados sob a mesma base territorial.
Um dos módulos será destinado à administração central, dois ao regime semiaberto (600 vagas cada) e três para detentos do regime fechado (642 vagas cada). Também são previstas áreas para produção com oficinas de capacitação profissional, salas de aula, quadras poliesportivas, canil, granja, refeitório, cozinha, lavanderia e padaria.
Humberto Vianna, que também é presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apresentou ainda detalhes relacionados à questão de segurança dentro do complexo prisional, lembrando que faz parte do projeto dividir os presos por faixa etária e tipos de crimes.
“Com o advento do Centro Integrado de Ressocialização otimizaremos a segurança funcional, tornando restrita tanto a circulação dos reeducandos como dos visitantes. Ainda na parte de segurança, vamos investir na instalação de alambrados com cabos de sensor óptico, parlatório, sistemas eletrônicos, raio X, biometria e credenciamento”, explicou.
Com as obras, vão ser gerados 4.500 empregos diretos - 3 mil na construção e outros 1,5 mil na operação. Também haverá um incremento na arrecadação do Imposto Sobre Serviços - ISS, levando-se em conta que o sistema contará com a participação da iniciativa privada. Outra preocupação do projeto é quanto à preservação e uso sustentável do meio ambiente.
Complexo Penitenciário Manoel Carvalho, em São Cristóvão recebe equipamentos de segurança
A segurança de sete estabelecimentos penais, de cinco estados, foi reforçada nesta sexta-feira (15), com a entrega de novos equipamentos para reprimir ações de violência nas unidades. Tocantins, Sergipe, Espírito Santo, Bahia e Distrito Federal receberam, juntos, cerca de R$ 2,7 milhões em equipamentos para implantação do Sistema de Segurança Eletrônica nas penitenciárias.
Cada unidade recebeu 1 aparelho de Raio-x, 6 detectores de metal e 8 detectores de metal portáteis, aparelhos que compõem o kit básico de inspeção do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). Além disso, os equipamentos vão evitar a entrada de materiais proibidos ou ilegais e contribuirá, ainda, no bloqueio da utilização de equipamentos de comunicação (aparelhos celulares) no interior das unidades.
Para o diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Airton Michels, esses equipamentos podem trazer um pouco mais de controle nas entradas e saídas dos estabelecimentos penais e proporcionar mais segurança para sociedade de um modo geral, facilitando, também o exercício dos servidores que atuam nos estabelecimentos penais.
O Sistema de Segurança Eletrônica prevê ainda, dentro das ações do Pronasci, a implantação de 50 kits de inspeção e 20 equipamentos de extração de identidade de telefone celular. O mesmo sistema também será instalado nas cinco penitenciárias federais.
Estados contemplados
Até o momento, 14 estabelecimentos penais, dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro já contam com o Sistema de Segurança instalados nas unidades, um investimento de aproximadamente R$ 5,5 milhões. Os próximos serão: Ceará, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Acre, Goiás, Maranhão, Pará, Piauí, Rio Grande do Sul e Rondônia com investimentos de R$ 5,7 milhões em equipamentos até o fim do mês de maio para 15 penitenciárias.
Pronasci
A reestruturação do sistema penitenciário é um dos eixos principais do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). O projeto articula políticas de segurança com ações sociais, prioriza a prevenção e busca atingir as causas que levam à violência, sem considerar as estratégias de ordenamento social e de segurança pública. São 94 ações integrando a União, os estados, municípios e diversos setores da sociedade. O Programa não tem apenas os profissionais de segurança pública como público-alvo. Jovens de 15 a 24 anos à beira da criminalidade, jovens presos e o que já cumpriram sua pena. Atualmente são 96 municípios, de 20 estados e o Distrito Federal integrados ao Pronasci. A meta é que até 2012 o Programa seja levado gradualmente a todo o país.
Tabela de investimento para cada unidade prisional.
Estabelecimentos Penais
Valor investido
Unidade
de Tratamento Barar da Gota – Araguaina - TO
R$ 285.900,00
Complexo
Penit. Manoel Carvalho – São
Cristóvão - SE
R$ 364.000,00
Casa
de Custódia de Viana – Espírito Santo
– ES
R$ 364.000,00
Penitenciária do Distrito Federal - DF
Centro
de Detenção Provisória de
Brasília - DF
R$ 893.900,00
Presídio Salvador - BA
Penitenciária
Salvador - BA
R$ 728.000,00
Nova reunião debaterá sistema de monitoramento eletrônico em São Marcos
Previsão
inicial é de oito equipamentos
Por Juliana Almeida
Até o final desta semana, uma nova reunião da Comissão Pró-Segurança Pública será realizada para definir de onde virão os recursos para a aquisição de câmeras de vigilância em São Marcos. A comissão foi formada na última sexta-feira. Pelo menos oito equipamentos comporiam o sistema, segundo o prefeito Evandro Ballardin (PMDB).
As câmeras poderão ser instalados no Centro, em praças e em alguns bairros da cidade, conforme o prefeito Evandro Ballardin (PMDB). Um dos orçamentos aponta um custo de R$ 8 mil por mês para o funcionamento do sistema, segundo Ballardin.
— A Brigada Militar vai gerenciar as câmeras. O que precisamos definir é de que forma vamos adquiri-las: se será por meio de licitação ou se a prefeitura repassará uma verba ao Consepro — afirma o prefeito.
A comissão é formada por integrantes da Associação Comercial e Industrial de São Marcos, da Câmara dos Dirigentes Lojistas, da Polícia Civil, da Brigada Militar, da Polícia Rodoviária Federal, do Corpo de Bombeiros, da Câmara de Vereadores e da prefeitura. Hoje, os integrantes irão se encontrar em uma audiência pública na Câmara, às 19h30min, para debater a segurança em São Marcos.
PM terá mais 102 câmeras IP em São Paulo
Por Felipe Zmoginski, de INFO Online
Câmeras vão observar cruzamentos perigosos de SP
SÃO PAULO - A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo anunciou investimentos de R$ 6 milhões para instalar mais 102 câmeras de vigilância IP na capital paulista.
O projeto, que deve ficar pronto já em abril, é um desdobramento de investimentos iniciados em 2007, quando a polícia estreou sua primeira rede de 100 câmeras conectadas a centrais de monitoramento por conexões de internet.
Na primeira etapa, as câmeras foram instaladas preferencialmente no centro da cidade e suas imagens compartilhadas entre a Polícia Militar e as Guarda Metropolitana e Municipal de São Paulo. Os equipamentos giram 360º, permitem filmar à noite (com pouca luz) e captam imagens a até seis quilômetros de distância, além de permitir zoom óptico de até oito vezes.
De acordo com a SSP, nos locais onde já existe este tipo de monitoramento a ocorrência de crimes caiu 25%. Assaltos e furtos de automóveis são os crimes que mais caíram graças a ação de câmeras. Afinal, o criminoso evita um local monitorado se deseja roubar um carro ou cometer um assalto.
Nesta segunda etapa, as novas 102 câmeras serão preferencialmente instaladas na Zona Leste e em áreas da Zona Sul onde há maior índice de criminalidade. Os cruzamentos de vias como Ibirapuera, Bandeirantes e Ricardo Jafet (na Zona Sul) e Paes de Barros, Sapopemba e Itaquera (na Zona Leste) são os que mais câmeras vão receber.
Os dados gerados pelas câmeras são transmitidos ao vivo para uma central de monitoramento, que pode acionar as viaturas mais próximas caso note movimentos suspeitos ou flagre um crime. As informações geradas são armazenadas temporariamente num data center. De tempos em tempos, porém, as imagens que não forem selecionadas pelos operadores (como o registro de um flagrante, por exemplo) são descartadas.
Freixo diz que diretor não pode ser único culpado pela fuga de Batman
RIO - O secretário Estadual de Administração Penitenciária, César Rubens Monteiro de Carvalho, compareceu à audiência pública convocada pela Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Alerj para prestar esclarecimentos sobre a execução do diretor de Bangu 3, tenente-coronel José Roberto do Amaral Lourenço, e a fuga do presídio Bangu 8 do ex-policial militar Ricardo Cruz , conhecido como Batman. Carvalho confirmou que o monitoramento das câmeras de Bangu 8 fica na sala do diretor do presídio, mas o equipamento não estava quebrado ou desligado. Segundo o secretário, as câmeras estavam funcionando, mas foram desativadas para a gravação. No entanto, os integrantes da comissão ressaltaram que o diretor não deve ser responsabilizado pelo desligamento das câmeras, quando ocorreu a fuga deBatman.
- Uma coisa é alguém cometer falha administrativa, que pode ter facilitado a entrada de outras pessoas na sala do diretor, mas isso não implica em cumplicidade – afirmou o deputado Marcelo Freixo, membro da comissão, ressaltando que muitas pessoas devem estar envolvidas na fuga de Batman.
O presidente da comissão, o deputado Alessandro Molon (PT) lamentou que após um mês, as investigações não tenham avançado.
- Queremos saber as responsabilidades de todos aqueles que contribuíram para que essa fuga ocorresse. Sem a participação de diversos membros isso não seria possível – cometou Molon, ressaltando que a comissão pode solicitar nova audiência após a conclusão da sindicância, prevista para na semana que vem, dia 2.
A fuga de Batman
Para Carvalho, uma pessoa teria entrado no gabinete do ex-diretor de Bangu 8, Luiz Henrique Burgos, exonerado logo após a fuga, e usou seu computador para desativar a gravação do circuito interno – que ficou sem operar entre os dias 22 e 28 de outubro.
- Era alguém que tinha conhecimento técnico para operar o programa. Não houve solicitação à empresa responsável para desabilitar e habilitar novamente – contou o secretário, explicando que as câmeras começam a gravar sempre que há alguma movimentação nos corredores do presídio e que o armazenamento das filmagens é de apenas sete dias, em um único disco rígido.
Molon pede que monitoramento das câmeras mais rígido
Molon ainda solicitou ao secretário de Administração Penitenciária que o monitoramento das câmeras seja mais rígido e que passe a ser feito na própria secretaria, e não mais nas unidades prisionais.
-O monitoramento tem que sair dos presídios e ir para a secretaria. É inadiável. Se isso não ocorrer rapidamente, outras fugas podem acontecer – alertou Molon.
O deputado Marcelo Freixo (PSOL), membro da comissão, lembrou que a diretoria de Bangu 8 havia solicitado a transferência de Batman para outro presídio, mas a solicitação não foi atendida. O secretário esclareceu que apesar de Batman não atender as exigências do presídio – como nível superior, prisão temporária, entre outros – estava no local por ordem judicial.
- O preso já tinha sentença julgada e não cumpria as exigências para estar nesse presídio. Por que manter o Batman em Bangu 8? O presídio não é sequer de segurança máxima, não tem nem celas individuais. Vou questionar a decisão do judiciário – avisou Freixo, que solicitou o documento imediatamente ao secretário.
Batman é suspeito de integrar a milícia Liga da Justiça, que atua na Zona Oeste do Rio. A fuga só foi descoberta 24 horas depois, durante a contagem dos presos.
Uso da tecnologia pode ser aliado da Segurança Pública
De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Paraná – Sindesp/PR – Jeferson Nazário, o poder público de modo geral precisa entender a instalação destes equipamentos em locais públicos de grande concentração de pessoas como mais uma ferramenta contra o crime. “A tecnologia em segurança deixou de ser um artigo de luxo e passou a ter papel fundamental para a sociedade, podendo auxiliar o poder público na garantia da segurança da população”, afirma.
Um bom exemplo vem de Londres, onde há mais de 150 mil câmeras instaladas nas ruas e espaços públicos com grande concentração de pessoas, como estações de metrô e praças e que fazem o monitoramento diário da movimentação de pessoas. “O Brasil precisa assumir a sua posição de país em desenvolvimento e aprender com os bons exemplos que vêm de fora”, completa Nazário.
Bloqueio legal
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) finalmente divulgou o cronograma para a instalação de dispositivos antifurto em veículos novos a serem licenciados no país, tanto nacionais quanto importados.
Segundo a Resolução 295, a partir de agosto de 2009 será iniciado o processo compulsório de instalação, que inicialmente deverá abranger 20% da produção de cada fabricante. Até dezembro de 2010, esse patamar deverá abranger todos os modelos produzidos no país.
O dispositivo deverá conter um sistema que permita o bloqueio - que só poderá ser acionado se o automóvel estiver parado - e o rastreamento do veículo. Como a legislação não permite a ativação do rastreamento sem o prévio conhecimento e autorização expressa do proprietário, o uso da função não será obrigatório.
Chip para controlar rondas policiais é questionada na corporação
Por Felipe Sales, Jornal do Brasil
RIO - As rondas dos policiais militares no pólo boêmio da Lapa vêm sendo monitoradas pelo 13º BPM (Praça Tiradentes) com uma nova tecnologia, mas a falta de uniformidade nas ações de policiamento da Polícia Militar transforma a experiência numa sucessão de testes sem fim.
Por meio de bastões eletrônicos e chips instalados em diversos estabelecimentos, o comando do batalhão aufere quantas vezes os PMs passaram pelo chamado perímetro de segurança.
O sistema foi inaugurado há três anos no 2º BPM (Botafogo), onde hoje os 100 chips adquiridos não funcionam por falta de manutenção. O 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) também implantou o projeto, mas com apenas três equipamentos e a corporação sequer soube informar desde quando funciona naquela região.
Criado em 2004 pelo então comandante do 2º BPM, coronel Romão Vilaça, o projeto foi inspirado numa idéia da Associação de Comerciantes e Empresários do bairro (Asceb).
Na época, cadernos eram deixados em comércios e edifícios para que os PMs assinassem e, assim, comprovassem que passaram pelo local. Romão adaptou a idéia com uma nova tecnologia – usada por empresas de vigilância: um bastão eletrônico que lê chips instalados nas portas e paredes de estabelecimentos, anotando o horário em que o policial passou pelo local.
Os chips são instalados por critérios técnicos, depois que o comandante determina o perímetro de segurança necessário à região. Se os PMs não passarem por determinado local, terão de apresentar boletins de ocorrência ou justificativa para a ausência da ronda.
Na Lapa, o sistema está em fase de testes há duas semanas, segundo o comandante do 13º BPM, tenente-coronel Antônio Henrique de Oliveira – embora a assessoria da corporação tenha informado que o equipamento funcione há três meses.
Segundo Oliveira, duas motopatrulhas, munidas do bastão, têm de passar por cerca de 30 pontos espalhados pelas ruas do Senado, Gomes Freire e Lavradio, entre outras.
O sistema foi implantado depois que um empresário da região, durante reunião do Conselho Comunitário de Segurança, sugeriu ao comandante a instalação do equipamento, custeado pelos próprios empresários a R$ 2 mil cada.
– Ainda estamos em nível de teste, mas temos notado uma grande receptividade da população – comentou Oliveira.
– O equipamento nos permite ainda liberar para o policiamento ostensivo os dois policiais responsáveis por fazerem a supervisão. É importante dizer que não beneficiamos determinados comércios, pois os chips são instalados com base em critérios técnicos. Moradores também podem solicitar o chip, mas nós temos que avaliar.
Extinto
na Zona Sul
Em Botafogo, o projeto foi extinto há cerca de um ano, após o tenente-coronel Gileade Albuquerque assumiu o comando do batalhão. A PM adquiriu cerca de 100 chips, mas vários estão danificados, assim como os bastões, segundo o presidente da Asceb, Marcelo Ferreira. Gileade não foi encontrado para falar sobre o caso, mas a assessoria da PM negou que o projeto tenha deixado de funcionar na região.
– Os empresários doaram seis computadores para o projeto, que também não estão funcionando – acusou Ferreira. – O comandante diz que não há empresa para fazer manutenção dos equipamentos, e ficamos sem entender como em outros batalhões continua funcionando plenamente.
O comandante do 31º BPM, coronel Paulo Mouzinho, também aprovou o projeto e manteve o equipamento funcionando na região. Porém, tanto o coronel quanto a Polícia Militar não souberam informar desde quando o projeto funciona na região.
– Funciona bem na região – disse Mouzinho.
– É importante para aproximar a polícia da sociedade.


