Vigilância

Fique atento com as contratações

Clandestinidade na segurança privada coloca em risco a segurança e a vida da população, além de ferir a legislação

Brasília, Janeiro de 2012 – Seja para residências, empresas ou comércio, a contratação de serviços de segurança privada deve seguir à risca as normas e regras estabelecidas pela legislação. Com o intuito de economizar, muitas pessoas acabam contratando serviços irregulares que podem trazer resultado completamente oposto ao pretendido.

Antes de contratar qualquer serviço, o consumidor deve consultar o Departamento de Polícia Federal (DPF) ou o Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistemas de Segurança Eletrônica, Cursos de Formação e Transportes de Valores no Distrito Federal (SINDESP/DF) para verificar a legalidade do prestador. “É importante também pesquisar o histórico da empresa, sua estrutura, há quanto tempo atua no mercado e a qualidade dos serviços oferecidos. As empresas devem estar dispostas a apresentar documentos que comprovem sua regularidade, como a portaria e/ou alvará de funcionamento, o certificado de segurança e de reciclagem bianual dos vigilantes, dentre outros”, afirma Irenaldo Lima.

Contratar pessoas autônomas para a prestação de serviço de vigilância não é recomendado nem mesmo se ela for policial civil ou militar. “O vigilante deve possuir registro no Departamento de Polícia Federal, estar empregado em empresa especializada ou orgânica, e ter a sua função registrada na carteira de trabalho, além de possuir a Carteira Nacional de Vigilantes fornecida pelo Departamento de Polícia Federal”, esclarece o presidente.

Nas empresas clandestinas, o consumidor não tem garantia sobre a origem dos funcionários, seus antecedentes criminais e sua formação. Muitas empresas contratam pessoas inabilitadas para tal serviço e de idoneidade duvidosa. “Essas pessoas acabam tendo acesso a informações, bens e valores do consumidor, podendo causar problemas de ordem criminal”, alerta Irenaldo Lima.

Sobre o SINDESP/DF - O SINDESP/DF é filiado à Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist). Hoje, conta com 30 associados, que geram em torno de 18 mil empregos diretos.

DEMANDA POR SISTEMAS DE VIDEOVIGILÂNCIA CRESCE EM 2012

De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), o mercado de segurança eletrônica vem crescendo cerca de 13% ao ano, sendo que, só a demanda por soluções de vigilância por vídeo (CFTV) deve crescer 25% em 2012, segundo pesquisa da IMS Research.“Fatores como a necessidade maior por sistemas de seguranca e o acesso mais facilitado a estes equipamentos foram cruciais para este aumento”, garante Gustavo Rizzo, diretor da VAULT, especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarmes).

Para Rizzo, este crescimento também se deve à inovação das tecnologias de segurança, como a transição dos sistemas analógicos para os digitais, além da maior adoção pela integração dos sistemas de videovigilância aos de controle de acesso. Segundo ele, a plataforma de controle de acesso integrada a alarmes e CFTV permite ações como visualizar a imagem de uma câmera vinculada a uma porta em tempo real, no exato momento de um acesso ou de um evento de alarme (porta forçada ou deixada aberta).

“A integração dos sistemas de controle de acesso ao de CFTV compreende recursos que otimizam a identificação de eventos suspeitos e o monitoramento do acesso de pedestres e veículos, controle de visitantes, ronda de guardas, controle de elevadores, circuito fechado de vídeo, controle de ponto, entre outras inúmeras possibilidades. Ou seja, aliar as tecnologias reforça a segurança, prevendo e antecipando ações criminosas.”

“A tendência será a integração com inúmeros outros sistemas de segurança, fazendo com que a simples circulação de pessoas identificadas por determinadas áreas acionem automaticamente equipamentos de climatização, ou que luzes acendam ou apaguem automaticamente, que elevadores dirijam-se para determinados andares, além de muitas outras facilidades, contribuindo para o conforto e a segurança dos usuários”, finaliza Rizzo.   

Sobre a VAULT

A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, nossa companhia orienta a convergência dos sistemas de segurança para a plataforma TCP/IP bem como a migração do vídeo analógico para digital com produtos e soluções focados em vigilância e monitoramento remoto.

A VAULT atua com três linhas de produtos:

Linha VAULT - (Portas de segurança, guaritas blindadas, cofres especiais, fechaduras eletrônicas e acessórios de Controle de Acesso).

Linha Biocheck - (Leitores biométricos e Sistemas Integrados de Segurança – Controle de Acesso, Alarme e CFTV).

Linha NUUO - A NUUO, representada no Brasil com exclusividade pela VAULT em parceria com nossos distribuidores e integradores de sistemas, é uma das empresas de Hardware e Software de CFTV que mais cresce no mundo, nos últimos 6 anos, com mais de 21.000 sites instalados em 60 países. Isto, graças a uma completa linha de equipamentos e softwares que compreendem praticamente todos os nichos de vídeo vigilância. Há uma solução para cada tipo de negócio: DVR, NDVR, NVR, NVRmini (NVR Standalone Linux Embedded) e CMS (Central de Gerenciamento Global com Matrizes Virtuais). 

Câmeras de segurança são mal distribuídas pelo Brasil

Mesmo com o aquecimento no mercado de segurança eletrônica, o uso destes equipamentos é mais concentrado no sul e sudeste do país

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos (ABESE), o mercado brasileiro de segurança eletrônica deverá atingir até o final do ano uma meta de US$ 2 bilhões. Um dos fatores que contribuem para esse crescimento é a intensa procura por câmeras de vigilância espalhadas em diversos setores. Entretanto, esses equipamentos são mal distribuídos pelo país. Cerca de 53% das câmeras estão concentradas no Sudeste, 22% no Sul, 12% no Centro-Oeste, 9% no Nordeste e somente 4% na região Norte.

Apesar da desigualdade regional, na última década o setor cresceu no Brasil em um ritmo de 13% ao ano. Com isso, a tecnologia tem contribuído para o desenvolvimento de novos sistemas mais sofisticados e modernos. As câmeras do passado, por exemplo, eram apenas dispositivos para capturar imagens e não influenciavam os sistemas aos quais eram empregadas.

Hoje, os "olhos eletrônicos" auxiliam os gravadores com o armazenamento de dados, realizam análises sobre a imagem em tempo real e podem enviar notificações e configurações de como deverão ser transmitidas e gravadas essas imagens. As câmeras modernas possuem detecção de movimento integrado, mecanismos inteligentes para detecção de áudio, rastreamento de pessoas ou veículos e contagem, utilizando os algoritmos e protocolos de segurança de rede mais avançados do mercado.

Atualmente, as câmeras também são capazes de funcionar como um servidor de imagens, gravando-as localmente (através de um cartão SD ou usando HD em estado sólido) e processando análises complexas para envio à central de monitoramento. Além disso, elas permitem a obtenção das imagens em alta resolução, com métodos de compressão para permitir o tráfego dessas informações sem impactar a rede das empresas.

Para Simão Fernandes, gerente de produto da G4S, multinacional de segurança privada, as tecnologias de compressão de imagem estão em constante desenvolvimento. Ele apresenta as principais tendências para tecnologias em câmeras de segurança: "Acreditamos na migração para sistemas puramente IP, utilizando imagens com resoluções Full HD e novos padrões de compactação que utilizem menor espaço para gravação em disco e maior compactação de pacotes para transmissão via rede", diz. O especialista aposta ainda em outros recursos, como a análise comportamental, que será aperfeiçoada com a possibilidade de reconhecimento facial, utilizando apenas uma câmera.

Segundo Fernandes, o setor de equipamentos de vigilância está em franca expansão, devido às altas tecnologias desenvolvidas para atender às necessidades dos clientes, que estão cada vez mais exigentes: "Temos soluções para todos os tipos de clientes, utilizando o que há de mais moderno. Buscamos passar esse conhecimento em tecnologias a eles e, assim, ter vantagem neste processo, pela nossa experiência e solidez no mercado", afirma.

O monitoramento eletrônico é uma importante ferramenta no combate à criminalidade. As câmeras podem auxiliar flagrantes, provas de delitos e investigações criminais. Por isso, até 2014 espera-se que seu uso seja duplicado, com o objetivo de reforçar a segurança no país com a aproximação dos grandes eventos esportivos. Além dos estádios, os hotéis, prédios públicos e ruas devem ter maior controle. Só em São Paulo, que hoje conta com mais de um milhão de câmeras, o equivalente a uma câmera para cada 10 habitantes, nos próximos três anos, esse número chegará a uma câmera para cada 5 habitantes, segundo estimativas da ABESE.

Sistema de Ronda com a e-Bike, permite inibir o uso dos combustíveis fósseis em condomínios fechados e será destaque em feira de SP

O principal destaque da empresa são os serviços da “Ronda Ecológica”, que podem ser feitos com a e-bike JAVA, uma bicicleta com motor elétrico da General Wings; com o Segway, um equipamento que tem os movimentos controlados através de um sistema composto por sensores e giroscópios instalados na base onde se apoiam os pés e com o EcoCubs, um produto moderno com tecnologia nacional. Todos os equipamentos não utilizam combustíveis fósseis, por isso ajudam na preservação do meio-ambiente. Além disso, não causam incômodo algum aos condôminos, pois não emitem ruídos ou odores.

O “Vigilante Monitorado”, sistema que retransmite o olhar do vigilante durante a ronda estará na feira também. O vigilante com uma mochila carrega uma câmera sem fio que transmite as imagens via GPRS para a central de monitoramento. Com base nas imagens captadas, se houver alguma situação suspeita, o vigilante pode começar os procedimentos de segurança adequados.

Outros destaques da empresa são acompanhamento de dados pode ser feito por telefone celular; sistema integra o monitoramento de alarmes e de imagens de condomínios, residências e empresas

Com o aquecimento do mercado de segurança para condomínios, a Graber Segurança leva para a Exposec Internacional Security Fair 2011, feira internacional de segurança referência do segmento no Brasil, o “Graber Viu”. O sistema integra o monitoramento de alarmes, a vigilância de imagens de segurança, sensores magnéticos, módulo de comunicação de dados, botões de pânico móveis e outras funcionalidades. 

O serviço transmite as imagens em 3G ou GPRS e o cliente pode acompanhar o que se passa em seu condomínio, residência ou empresa através do seu celular. Graças a esse avançado sistema de troca de dados, as falhas de segurança tendem a cair. 

Informações sobre o evento
A Exposec Internacional Security Fair 2011 vai acontecer entre os dias 24 e 26 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. A Graber Segurança estará presente durante todos os dias da feira na rua 400, estande nº 421.

Horários: 
Dias 24, 25 e 26 de maio, das 13h às 20h

Fonte: Sintonia Comunicação

Segurança privada em alta movimenta bilhões no setor

“As empresas e os condomínios já perceberam que a segurança privada é indispensável na atualidade. Com profissionais treinados e capacitados, ninguém terá sua vida colocada em risco e não haverá danos ao patrimônio”, disse Luciano Caruso.

É possível que o setor de segurança privada movimente até R$ 15 bilhões em um ano? Sim, e a resposta para este número está na onda de assaltos e violência que se instaurou no País. É por esse motivo que empresas e condomínios investem tanto em algo que se tornou imprescindível: a segurança pessoal e patrimonial. O País conta com um efetivo total de 452 mil vigilantes particulares, número superior ao de policiais militares.

A Graber, empresa de destaque no setor, oferece treinamento e cursos a seus funcionários para garantir extrema qualidade em segurança de vida e de patrimônio aos seus clientes. Sugerimos a leitura do material abaixo para mais informações.

Expectativa é de que o mercado de segurança fature R$ 15 bi até o fim do ano; já há mais vigilantes particulares do que PMs no País.

A insegurança e o medo da violência são as principais causas do crescimento do mercado de segurança particular no Brasil. A expectativa, segundo a Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (FENAVIST), é de que até o final de 2010 o setor deva faturar R$ 15 bilhões.

De acordo com números da Polícia Federal, existem 452 mil vigilantes particulares legalizados trabalhando no País. Desde 2009, o número é superior ao de policiais militares, com efetivo total de 411 mil.

Os recentes casos de invasão a condomínios e shopping centers chamam a atenção e auxiliam no crescimento do setor. Números do Secovi (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo), mostram que em 2010 já ocorreram 19 invasões a condomínios em São Paulo. Sob a mesma sombra de ameaça na capital paulista, os shoppings já somam 16 casos de invasões, furtos e tentativas, sendo 11 deles apenas no segundo semestre, com base em dados da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping).

Para Luciano Caruso, gerente de Marketing e de Operações da Graber, a segurança é um investimento cada vez mais necessário para as empresas. “As empresas e os condomínios já perceberam que a segurança privada é indispensável na atualidade. Com profissionais treinados e capacitados, ninguém terá sua vida colocada em risco e não haverá danos ao patrimônio”, disse.

Com este crescimento representativo, desenvolve-se também um mercado de segurança, mas é o de segurança particular clandestina. Pessoas sem treinamento, mal preparadas, sem porte legal de armas e sem a perícia técnica que um vigilante particular de uma grande empresa legalizada possui. “Está em início de trâmite um projeto cujo objetivo é criar o Estatuto da Segurança Particular, que visa barrar a atuação de vigilantes clandestinos, punir os envolvidos neste mercado e auxiliar o cliente para que não contrate serviços ilegais. É importante as pessoas pesquisarem sobre a empresa e se certificarem de que ela é confiável”, declara.

Nos últimos anos, o que se observa é um investimento por parte das empresas de segurança em seus funcionários. Algumas oferecem cursos e treinamentos constantes. “Na Graber, os funcionários passam por treinamentos e palestras de atualização com as novidades do mercado, fazem cursos e-learning e são remunerados de acordo com os serviços prestados em escala de evolução. Nós temos essa visão pioneira de valorização do funcionário, isso acaba refletindo no trabalho e os funcionários ficam mais incentivados a proteger nossos clientes”, explica Luciano.

Graber na rede

A GENERAL WINGS ESTÁ FABRICANCO NO BRASIL A BIKE ELÉTRICA

Com um detalhe, o modelo JET 500 foi especialmente desenvolvido para o setor de segurança patrimonial para o serviço de ronda e, ainda, pode sai de fábrica personalizada com sua marca.

O NetSeg será o veículo oficial para o modelo JET 500 que oferece inúmeros benefícios para as empresas de vigilância uma vez que é anti aquecimento global e o contra o efeito estufa provocado pela poluição do ar; é silenciosa evitando assim a poluição sonora atuando como anti-stress; sem a necessidade de carteira de moto e, de quebra sem taxa de ipva; custa apenas cinquenta centavos para "encher o tanque" e tem autonomia para rodar 30km, podendo ser carregada tanto com 110 como 220v; quer mais? tem 1 ano de garantia.

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Judiciário instala vigilância eletrônica

Nas comarcas do interior

O Tribunal de Justiça do Estado do Acre iniciou a instalação de vigilância eletrônica monitorada nas comarcas do interior do Estado. A iniciativa pretende imprimir maior modernização e segurança nas unidades judiciárias, além de contribuir para melhor atendimento à população.

Com o investimento, o TJAC reduzirá os custos com segurança. A forma tradicional de segurança humana custa mensalmente cerca de R$ 9 mil. Enquanto isso, a vigilância eletrônica custará, pelo mesmo período, aproximadamente R$ 2 mil.

O sistema será implantado pela empresa especializada vencedora do processo licitatório realizado recentemente, por meio do pregão nº 11/2009, processo administrativo 2009.001265-5.

De acordo com a licitação, a Vigiacre terá de instalar o novo sistema em 26 prédios, em 15 comarcas: Acrelândia, Brasiléia, Bujari, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Mâncio Lima, Manoel Urbano, Plácido de Castro, Sena Madureira, Senador Guiomard, Tarauacá, Vila Campinas e Xapuri.

A vigilância eletrônica será implementada, em breve, na Comarca de Rio Branco. Inicialmente, serão contempladas as comarcas de Sena Madureira, Senador Guiomard, Plácido de Castro, Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Acrelândia.

Polícia Federal fiscaliza empresas de segurança privada em MS

Cinquenta agentes participam da ação.
Agências bancárias e casas noturnas também serão visitadas.

A Polícia Federal realiza, desde segunda-feira (22), uma operação de fiscalização de empresas de segurança privada em Mato Grosso do Sul. A ação segue até dia 30. Se os agentes encontrarem irregularidades, devem ser tomadas medidas administrativas e penais, incluindo o encerramento das atividades.

Cinquenta policiais participam da Operação Varredura, que também tem o objetivo de fiscalizar agências bancárias, casas noturnas e sedes sociais de empresas, mesmo autorizadas, mas com indícios de irregularidades.

A Polícia Federal informa que, para a constituição de uma empresa de segurança privada, é necessário registro oficial.

Março/2009 – TV Corporativa da Graber promove gestor de segurança por meio do marketing

ATV Graber lançou neste mês a TV Graber, uma nova ferramenta de marketing que tem como objetivo promover os gestores de segurança dentro da empresa

Existe um profissional no mercado de segurança privada conhecido como Gestor de Segurança, ele é responsável por estruturar e administrar todo o departamento de segurança das empresas. A nova iniciativa da Graber, a TV Graber, oferece a esse profissional a possibilidade de promover seu trabalho dentro da empresa em que atua por meio do conteúdo disponibilizado pela TV Graber, convidando seus colaboradores e cliente internos a se utilizarem da ferramenta.

O Gestor de Segurança poderá utilizar a TV Graber com uma extensão de seu trabalho levando aos colaboradores da empresa desde dicas básicas de segurança até palestras específicas. Os temas vão de Comunicação Empresarial a Direção Defensiva e auxiliam o profissional fazendo com que haja uma atribuição de valor e reconhecimento de seu trabalho dentro da empresa.

Para conhecer a TV Graber e falar com o Diretor de Marketing da empresa, Luciano Caruso, entre em contato conosco:

Por Sintonia Comunicação Empresarial
Ceasa implanta câmeras de vigilância

A CeasaMinas implantou um sistema de monitoramento por câmeras de vídeo para tentar evitar casos de violência no entreposto em Contagem, na Grande BH. Trinta e duas câmeras - 14 fixas e 18 móveis foram instaladas em pontos estratégicos da Central de Abastecimento e estão interligadas com a Polícia Militar. As câmeras estão funcionando, em caráter experimental e serão ligadas oficialmente.

Segundo a Ceasa, o monitoramento será feito durante o dia todo e as imagens ficarão gravadas por um período de três meses. As câmeras fixas estão localizadas principalmente em portarias e as móveis, são controladas pela central, com zoom avançado e movimento num ângulo de 360 graus. Ainda segundo a Ceasa, as imagens serão monitoradas temporariamente no interior do Pelotão da Polícia Militar na CeasaMinas, por profissionais terceirizados especializados na área de segurança e serão mantidas no mais absoluto sigilo.

A implantação do projeto é uma parceria entre a CeasaMinas, a Associação dos Produtores de Hortigranjeiros do Estado de Minas Gerais (Aphcemg) e a Associação Comercial da CeasaMinas (ACCeasa), com apoio da Polícia Militar e da empresa de vigilância Plantão.

Contra todas as probabilidades, Naucalpan tem um sistema de segurança na vanguarda.

Por Lyda Durango

Apesar de muitas dificuldades, o novo sistema de videovigilância Naucalpan é um dos mais modernos na Austrália. Desde o tráfego veicular até as pessoas circulando na mesma lente.

Naucalpan de Juarez é um dos 125 municípios que compõem o Estado do México. Com uma população de cerca de 1 milhão de habitantes, é um lugar onde elas parecem viver duas cidades diferentes, o que os seus habitantes chamam setor popular e setor residencial.

Por isso, requer um sistema de segurança de ponta com o objetivo de se juntar as duas partes da cidade e acompanhar todo o território que abrange cerca de 155 quilômetros quadrados.

Além disso, estando dentro da zona metropolitana da Cidade do México, a principal dificuldade tem a ver com a segurança pública e o tráfego veicular. Com altas taxas de criminalidade, foi imprescindível para modernizar o sistema de segurança pública da cidade.

Centro de Curitiba tem mais três câmeras de vigilância

Um dos equipamentos está instalado no cruzamento da Cândido de Abeu com a Inácio Lustosa

Parcerias Público Privadas propiciaram a instalação de mais equipamentos de vigilância

O prefeito Beto Richa recebeu ontem um grupo de empresários que doou à Prefeitura de Curitiba três câmeras de vídeo para ampliar a vigilância das ruas centrais. A doação faz parte do plano de parceria social, entre o Município e a iniciativa privada, para contribuir com a segurança pública da cidade. Com os novos equipamentos, a Central Integrada de Monitoramento Eletrônico de Curitiba (Cimec) passa a operar 41 câmeras na região central. 

“É uma visão de parceria público-privada, com vantagens reais para quem se dispõe a participar e a colaborar com a administração municipal”, disse Richa. “Quem ganha com esta iniciativa são os curitibanos, que passarão a contar com mais segurança nas ruas do Centro da cidade”.

Maracanaú ganhará mais uma ação complementar de combate à violência

O recurso para instalação de um sistema de monitoramento com câmeras de vigilância em pontos estratégicos da Cidade está disponível para liberação. O financiamento provém do Ministério da Justiça e o investimento faz parte de um convênio entre a Secretaria Nacional de Segurança Pública – Senasp e a Prefeitura de Maracanaú.

O futuro sistema de vigilância por meio de imagens vem para somar com outras medidas de segurança do cidadão implementadas pela atual gestão nos últimos quatro anos. Dentre as ações que resultaram na queda no número de homicídios, estão a elaboração do Plano de Combate à Violência, com o Levantamento Epidemiológico da Violência – LEV e a implantação da Guarda Municipal, que conta hoje com um efetivo de 149 componentes.

Vigilantes devem estar sempre atentos

SINDESP/DF alerta para a necessidade de contratar empresas de segurança privada autorizadas pela Polícia Federal, a fim de evitar transtornos e falhas na segurança. Profissionais despreparados podem arriscar a própria vida sem necessidade   

Brasília, 10 de novembro de 2008 – O caso do vigilante Eduardo Gomes Figueiredo, que trabalhava no Recando das Emas, assassinado há pouco mais de um mês, ressalta ainda mais a importância do profissional da área tomar uma série cuidados no posto de trabalho. De acordo com a 27ª Delegacia de Polícia, os assaltantes tentavam roubar a arma de Eduardo.

De acordo com Irenaldo Pereira Lima, diretor do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistemas de Segurança Eletrônica, Cursos de Formação e Transportes de Valores do Distrito Federal (SINDESP-DF), atualmente está mais difícil encontrar armas no mercado clandestino. Os assaltantes acabam tentando roubá-las do próprio vigilante, o que exige um cuidado maior dos profissionais da área. “Por isso se torna essencial o vigilante estar bem preparado”, afirma.

A segurança privada no Brasil é regulamentada pela Lei nº 7.102/83, que exige dos vigilantes a realização de um curso de formação em escola credenciada pela Polícia Federal (PF) e vínculo empregatício com empresa especializada, devidamente autorizada pela PF, o que, segundo Irenaldo, traz mais segurança em relação ao serviço prestado.

Além do cumprimento das normas estabelecidas pela legislação vigente, o diretor do SINDESP/DF ainda recomenda que o vigilante adote alguns procedimentos de segurança que poderão garantir a sua própria tranqüilidade e a qualidade na execução do trabalho. “O vigilante não pode fazer do trabalho dele uma rotina, ele precisa estar atento e tomar as precauções adequadas, definidas por um plano de segurança que vai depender do patrimônio ou da pessoa a ser protegida”, considera.

Lima, que também é empresário do setor, aconselha seus funcionário a chegar um pouco mais cedo do horário estipulado para a troca da guarda, fazer uma ronda no perímetro do local vigiado, verificar se há alguma pessoa suspeita e, obrigatoriamente, usar o equipamento de proteção individual composto de colete balístico e arma com a manutenção periódica em dia. “Tudo isso deve ser feito dentro de um planejamento definido pelo consultor, gestor e operador de segurança da empresa”, argumenta.

Segundo ele, o clandestino que se aventura em fazer a segurança, muitas vezes, por não traçar um plano eficaz, arrisca a própria vida e compromete a qualidade do trabalho. “O contratante desse tipo de serviço é o mais prejudicado”, completa.

O vigilante ainda deve evitar desempenhar outras funções em seu posto de trabalho. De acordo com Irenaldo Lima, há casos de o segurança vigiar estacionamentos, distribuir senhas de atendimento, entre outras atribuições que às vezes lhe são passadas. “O vigilante é contratado para fazer a segurança patrimonial de uma localidade específica, de uma pessoa e de transporte de valores”, ressalta. Lima explica que qualquer outra atividade que não seja àquela correspondente ao serviço pelo qual o vigilante foi contratado, estaria colocando em risco a segurança do próprio profissional e do cliente.

Sobre o SINDESP/DF - O Sindesp/DF é filiado à Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) e associado à Federação do Comércio do Distrito Federal (Fecomércio/DF). Hoje, conta com 37 associados, que geram mais 14 mil empregos diretos.

EMPRESAS DE SEGURANÇA PATRIMONIAL ESTÃO ATRÁS DE BONS NEGÓCIOS

São Paulo, 23/Agosto/08 - O crescimento setor de segurança patrimonial, alavancado pelo aumento da violência nas grandes cidades, está criando um movimento de migração no setor. Em busca de oportunidades em mercados pouco explorados e fugindo da concorrência com empresas ilegais, empresas como FortKnox e Gocil investem em novos mercados.

A FortKnox, que atuava só no mercado de São Paulo, acaba de inaugurar uma filial em Lauro de Freitas, na Bahia. Segundo Edgard Leite Neto, superintendente da empresa, o foco é atender, principalmente, a demanda das empresas do pólo industrial e petroquímico de Camaçari. "É um mercado mal servido de segurança profissional", afirma.

Segundo dados do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp) para cada vigia legalmente contratado, há dois vigias que atuam em empresas ilegais. Esse fato dificulta as estatísticas do setor. A entidade tem cadastradas cerca de 370 empresas de segurança, que empregam 120 mil trabalhadores, num mercado estimado em R$ 3 bilhões. De acordo com Leite, no entanto, dados informais indicam mais de 1,5 mil empresas só no mercado paulista. "E só quinhentas têm o Certificado de Regularidade em Segurança, que atesta que o funcionamento da empresa está dentro dos rígidos padrões estabelecidos pelo Ministério da Justiça", diz.

De acordo com Leite, outro mercado potencial vem sendo gerado pela expansão imobiliária. "Acredita-se que o número de arrastões em condomínios diminuiu, mas eles apenas deixaram de ser divulgados pela imprensa", afirma Leite". Antes, o foco eram os edifícios de alto padrão, mas os assaltos já se popularizaram para os condomínios de classe média", conta.

Segundo José Adir Loiola, presidente do Sesvesp, o setor imobiliário é o que mais cresce no mercado de segurança. "Os demais têm um crescimento vegetativo", avalia.

A FortKnox atende cerca de 200 clientes, entre condomínios, indústrias, bancos, residenciais e pessoas físicas. A expectativa da empresa é alcançar um faturamento de R$ 90 milhões neste ano, um crescimento de 26% em relação ao ano anterior. A Sesvesp estima um crescimento para 2008 bem menor que o previsto pela FortKnox, de apenas 5%.

A empresa de segurança Gocil, que atua nos mercados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, quer levar seu negócio para o mercado carioca. Segundo Ricardo Bacci, diretor corporativo da empresa, o projeto de autorização já foi encaminhado para a Polícia Federal. E empresa também está investindo em levar a público a primeira arma não letal a ser utilizada em segurança patrimonial.

A Gocil foi a primeira empresa nacional a protocolar a autorização de importação do equipamento junto aos órgãos do governo americano. A pistola Taser foi desenvolvida nos Estados Unidos, e que passou a ser usada pelas polícias americanas a partir de 2000. Hoje mais de oito mil agências já utilizam o equipamento nos EUA. A pistola também é utilizada em outros 45 países.

A arma funciona por meio de um sistema que lança dois dardos a uma distância de até dez metros. Estes dardos penetram na roupa do suspeito e aderem ao corpo, liberando uma descarga elétrica de 50 mil volts e de apenas 0,0036 amperes, o que não representa risco à saúde, segundo a empresa.

(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 2)(Regiane de Oliveira)

Segurança eletrônica de perímetros

A melhor solução aliando barreira física, psicológica e eletrônica

Nossa solução visa controlar o acesso de intrusos por meio físico e eletrônico, bem como prevenir possíveis intenções de fuga ou invasão através do efeito psicológico que a cerca de segurança proporciona. Nosso sistema não causa dano físico algum, e foi desenvolvido para incorporar a proteção física à eletrônica. Quando em contato com algum intruso, ou se for interrompido ou ainda aterrado, acionará os dispositivos de alarme locais ou remotos na central de monitoramento. Tem como objetivo melhorar consideravelmente os sistemas de segurança convencionais a um baixo custo.

É importante salientar que a preocupação geral, em termos mundiais, está voltada para o impedimento da invasão das propriedades, sem causar danos físicos ao cliente e, por que não, ao invasor. Ilustrando essa afirmação, podemos citar o exemplo de um simples roubo tornando-se um seqüestro. De que adianta alertar somente quando o intruso já está na área protegida, se o desejo do cliente final é não deixar que alguém indesejado entre?

O Botão de Pânico e sua função para a sua segurança

Botão de acionamento comumente utilizado para a função "pânico". Possui contatos NA, C e NF banhados em prata, reduzindo assim drasticamente o risco de mau contato devido à oxidação. Acompanhado de etiqueta em escrita vermelha "EMERGENCY", permitindo a identificação da aplicação pelo usuário. Pode ser utilizado para testes da sirene do sistema de proteção de muros (cerca eletrificada), bem como para acionamento de fechaduras eletromagnéticas ou eletromecânicas. Vendidos em pacotes com 5 peças.

Cercas Elétricas, uma área da segurança eletrônica em franco crescimento!

A Proter, de olho no grande crescimento deste mercado, disponibiliza a seus clientes 3 modelos de painéis de cerca elétrica com o que há de mais avançado em tecnologia de proteção. Os painéis de cerca elétrica da Família Force. Estes painéis geram uma tensão elétrica desenvolvida para a proteção de áreas externas visando conter a invasão de intrusos na área protegida através da eletrificação de cercas instaladas em muros ou grades. A família FORCE é composta por 3 modelos.

FORCE 

Com potência de saída de 8000 volts e que mantém descarga mesmo com a cerca rompida, tem entrada para receptores de RF ou chave sem mola e saída NA / NF positiva e negativa, além de identificação visual dos leds (rede, arme/desarme, pulso) e vem em caixa plástica com alojamento para bateria selada. 

FORCE TX 

Com as mesmas características da FORCE além de trazer receptor 433,92 Mhz incorporado e um transmissor Tango.

FORCE SECTOR 

Com as mesmas características da FORCE TX e ainda a comodidade de um alarme de um setor incorporado acionado pelo transmissor Tango e traz na sua caixa um led de identificação de setor de alarme violado. A família Force tem o modelo mais apropriado para qualquer tipo de utilização em sistemas de segurança.

VAULT implementa a quarta torre de segurança blindada no RJ

Em parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, a VAULT, empresa especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme), implementou mais duas torres de observação blindadas para a Polícia Militar, no Rio de Janeiro: no dia 30 de maio, a instalação foi realizada no Elevado da Perimetral, em frente a Bolsa de Valores. A outra torre foi implantada no dia 03 de junho, na Avenida Brasil, no Trevo das Margaridas. Ambas têm cerca de 6 metros de altura e são compostas de aço e vidro blindados com proteção Nível III, resistente a tiros de fuzil AR-15 ou AK-47. 

Outras duas torres de segurança já foram instaladas na cidade pela VAULT. A primeira, em março deste ano, na Praça Cristiano Ottoni, no Morro do Chaves. Já a segunda foi implantada em abril, na Av. Brasil, próxima à entrada da cidade. Ao todo, serão 15 torres blindadas instaladas em locais como Linha Amarela, Av. Das Américas, entre outros pontos estratégicos da cidade que demandam uma maior proteção. 

“O Estado do Rio de Janeiro tem demonstrado preocupação com investimento em segurança e infraestrutura, especialmente com a aproximação dos eventos esportivos no Brasil (Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos em 2016). Ambos já estão sinalizando excelentes oportunidades de negócios com a demanda do reforço na segurança e as torres são uma garantia a mais de tranquilidade tanto para os policiais, que ganham segurança e maior visibilidade, como para os cariocas e os cerca de 1, 2 milhão de turistas estrangeiros que virão assistir aos jogos”, afirma Cristiano Vargas, diretor da VAULT.

Sobre a VAULT

A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, nossa companhia orienta a convergência dos sistemas de segurança para a plataforma TCP/IP bem como a migração do vídeo analógico para digital com produtos e soluções focados em vigilância e monitoramento remoto.

A VAULT atua com três linhas de produtos: 

Linha VAULT - (Portas de segurança, guaritas blindadas, cofres especiais, fechaduras eletrônicas e acessórios de Controle de Acesso). 

Linha Biocheck - (Leitores biométricos e Sistemas Integrados de Segurança – Controle de Acesso, Alarme e CFTV). 

Linha NUUO - A NUUO, representada no Brasil com exclusividade pela VAULT em parceria com nossos distribuidores e integradores de sistemas, é uma das empresas de Hardware e Software de CFTV que mais cresce no mundo, nos últimos 6 anos, com mais de 21.000 sites instalados em 60 países. Isto, graças a uma completa linha de equipamentos e softwares que compreendem praticamente todos os nichos de vídeo vigilância. Há uma solução para cada tipo de negócio: DVR, NDVR, NVR, NVRmini (NVR Standalone Linux Embedded) e CMS (Central de Gerenciamento Global com Matrizes Virtuais). 

por Flávia Ghiurghi

Blindagem automotiva cresce 17,9%

A quantidade de automóveis blindados no Brasil cresceu 17,96% em 2008em relação ao ano anterior. É o que revela a mais recente pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin) e que contou com a participação de 23 empresas blindadoras filiadas à instituição. Elas representam 78% da produção nacional de veículos equipados com blindagem. De acordo com o estudo6.982 veículos foram blindados no ano passadoante 5.312 unidadescontabilizadas em 2007. 

Ainda segundo a Abrablina expectativa é de que a frota atual de carros equipados com proteção balística já tenha superado 82 mil unidades. "O motivo é sempre o mesmo. Com medo da violência urbanaque hoje atinge não só as grandes capitaismas também o litoral e até mesmo cidades do interiorantes consideradas pacatasas pessoas procuram a blindagem de seus veículos"explica Christian Condepresidente da Abrablin. "O crescimento na venda de veículos novos e a possibilidade de financiamento no pagamento do serviçoconcedido por diversas blindadorassão outros fatores que explicam o crescimento"concluiu o executivo.

Quarto do pânico: item de luxo no setor de segurança

As vendas no comércio de luxo tiveram alta de 30% no primeiro trimestre deste ano e a estimativa para 2010 é que o setor fature cerca de R$ 8,5 bilhões. Impulsionado pela venda de produtos de grife, o mercado também conta com a oferta de serviços de alto padrão. Dentre estes, está o setor de segurança eletrônica, que fechou o ano de 2009 com um crescimento de 7%, registrando um faturamento de aproximadamente US$ 1,5 bilhão, segundo estimativas da ABESE. O setor, que tem registrado uma média anual de crescimento de 13% no Brasil, conta atualmente com mais de 650 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes, o que corresponde a 10,5% de um total de 6,18 milhões imóveis com possibilidade de receberem sistemas de alarmes monitorados. 

Um dos itens de segurança que vem ganhando espaço no mercado de luxo é o “quarto do pânico”, um cômodo da casa totalmente blindado, com câmeras que monitoram a área externa. O sistema de comunicação se dá por meio de um celular carregado disponível só para caso de emergência no ambiente de segurança, segundo Vinicius de Luca, diretor da VAULT, empresa especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Nesse próprio celular é possível instalar um software especializado que possibilita o acesso às imagens das câmeras pelo próprio aparelho (desde que seja um iPhone), senão será necessário um laptop. 

Além disso, a VAULT atua com sistemas integrados em IP para controle de acesso e monitoramento de CFTV e alarme, leitoras biométricas de reconhecimento facial, equipamentos blindados para monitoramento de grandes eventos, entre outras tecnologias inovadoras que permitem que o usuário monitore sua casa pelo iPhone, controle o sistema de segurança de sua casa à distância, entre outras possibilidades. Tudo isso por meio da automação de sistemas inteligentes de segurança e monitoramento que vem, cada vez mais, despertando o interesse de um público seleto. “O número de pessoas de alta renda que vem buscando estas soluções é impressionante, dada a necessidade de assegurar a proteção da família e do patrimônio”, confirma de Luca.

Sobre a VAULT 

A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, a VAULT surgiu como um embrião dentro de uma empresa de engenharia voltada para execuções de projetos e estruturas metálicas no segmento de módulos habitáveis para plataformas de petróleo, containers de cargas e vagões ferroviários. 

Com o aumento da violência no início dos anos 90, a empresa de engenharia decidiu criar uma empresa destinada especialmente à fabricação de portas de segurança em função da crescente demanda por estes produtos. Atualmente, a VAULT desenvolve projetos mais complexos, customizados, que preservam a integridade arquitetônica da estrutura, com proteções de ambientes inteiros para residências, condomínios, bancos, empresas e representações diplomáticas para garantir a segurança total de seus clientes. A VAULT já atendeu mais de 3000 clientes e realizou desde blindagem de portas residenciais (mais de 1500 residências) até blindagem de fachadas inteiras de prédios localizados em área de risco de bala perdida no Rio de Janeiro, como da Fiocruz, White Martins, Tribunal de Justiça e Petrobrás. Este último, resultou na maior blindagem feita no Brasil (Nível III contra fuzil), totalizando mais de 1000 m2 de área protegida (vidros blindados). 

Por Flávia Ghiurghi

Como proteger sua casa nas férias de julho?

Muitas pessoas aproveitam as férias escolares do mês de julho para viajar com a família. Porém, deixar a casa vazia por um longo período pode ser um grande problema, fazendo com que a adoção dos sistemas de segurança eletrônica seja uma boa alternativa. Segundo a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), o setor, que fechou o ano de 2009 com um crescimento de 7%, registrando um faturamento de aproximadamente US$ 1,5 bilhão, conta atualmente com mais de 650 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes. 

Dentre as empresas que oferecem tecnologias em segurança está a VAULT, especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança, que atua com sistemas integrados em IP para controle de acesso e monitoramento de CFTV e alarme, leitoras biométricas de reconhecimento facial, equipamentos blindados para monitoramento de grandes eventos, entre outras tecnologias inovadoras que permitem que o usuário monitore sua casa pelo iPhone, controle o sistema de segurança de sua casa à distância, entre outras possibilidades. Tudo isso por meio da automação de sistemas inteligentes de segurança e monitoramento que vem, cada vez mais, despertando o interesse dos usuários. 

A grande novidade para quem quer reforçar a segurança da sua residência são os produtos que compõem a plataforma NUUO, empresa especializada em Vídeo Vigilância, e representada no Brasil exclusivamente pela VAULT, como NDVR (sistema híbrido de gravação), NVR, NVRMini (NAS Storage) e o CMS (sistema de Gerenciamento Global de CFTV). Mas a principal inovação da NUUO é o lançamento de uma forte tendência no mercado mundial de Vídeo Vigilância, que irá aprimorar sua linha revolucionária de equipamentos e softwares: o primeiro NDVR Standalone (sistema híbrido autônomo) H.264 de 16 canais com vídeo analítico integrado, possibilitando alternar canais de vídeo analógico e IP. Outro destaque é a lente panorâmica digital, que pode transformar uma câmera fixa analógica ou IP em uma câmera panorâmica, com pan, tilt e zoom digital. “As pessoas estão buscando o que há de mais inovador em termos de tecnologia para garantir a segurança de seus bens e, principalmente, de sua família”, afirma Vinicius de Luca, diretor da VAULT.

Sobre a VAULT 

A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, a VAULT surgiu como um embrião dentro de uma empresa de engenharia voltada para execuções de projetos e estruturas metálicas no segmento de módulos habitáveis para plataformas de petróleo, containers de cargas e vagões ferroviários. 

Com o aumento da violência no início dos anos 90, a empresa de engenharia decidiu criar uma empresa destinada especialmente à fabricação de portas de segurança em função da crescente demanda por estes produtos. Atualmente, a VAULT desenvolve projetos mais complexos, customizados, que preservam a integridade arquitetônica da estrutura, com proteções de ambientes inteiros para residências, condomínios, bancos, empresas e representações diplomáticas para garantir a segurança total de seus clientes. A VAULT já atendeu mais de 3000 clientes e realizou desde blindagem de portas residenciais (mais de 1500 residências) até blindagem de fachadas inteiras de prédios localizados em área de risco de bala perdida no Rio de Janeiro, como da Fiocruz, White Martins, Tribunal de Justiça e Petrobrás. Este último, resultou na maior blindagem feita no Brasil (Nível III contra fuzil), totalizando mais de 1000 m2 de área protegida (vidros blindados).

Sobre a NUUO 

A NUUO, representada no Brasil com exclusividade pela VAULT, é uma empresa especializada em Sistemas de Vídeo Vigilância, conhecida internacionalmente pela sua performance confiável, pelo pronto atendimento e pelo espírito inovador. Fundada em 2004, a NUUO aposta em tecnologias inovadoras, combinando as soluções NVR's, NDVR's híbridos e tecnologia IVS (vídeo inteligente) e garantindo crescimento de seu market share na indústria internacional de segurança. Os produtos NUUO são de fácil instalação, possuem interface gráfica de fácil compreensão e utilização, e são baseados em plataformas abertas, o que permite integração com diferentes marcas de equipamentos de rede. 

Por Flávia Ghiurghi

ÁFRICA IMPORTA BLINDAGEM BRASILEIRA

A VAULT, empresa especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança, realizou um projeto de blindagem para reforçar a segurança de algumas das agências bancárias da Nigéria. Solicitado pela empresa de segurança nigeriana Serv Armor, o projeto, que custou 150 mil dólares e levou cerca de dois meses para ser concluído, consistiu na implementação de equipamentos especializados que funcionam como verdadeiros escudos blindados. Compostos de aço e vidro blindados com proteção Nível III, resistente a tiros de fuzil AR-15 ou AK-47, esses escudos (ver imagem anexada) ficam posicionados em frente aos seguranças das agências bancárias e garantem uma maior proteção em caso de tentativa de assalto, além de inibir os criminosos. 

Considerado o país mais populoso da África, a Nigéria tem cerca de 160 milhões de habitantes. E, apesar de seu subsolo ter uma das maiores reservas de petróleo do mundo, o país tem um baixíssimo nível de qualidade de vida, com um sistema bancário muito precário em que não há utilização de talão de cheque, tampouco cartão de crédito. A economia é movimentada, basicamente, por meio de dinheiro vivo. Por conta do grande volume de dinheiro em circulação no país, os bancos nigerianos identificaram a necessidade de investir fortemente em sistemas de segurança para o transporte de valor e para a proteção das próprias agências bancárias. “Este projeto para os bancos nigerianos foi um importante passo para iniciarmos exportações para outros países”, afirma Vinicius de Luca, diretor da VAULT.

Sobre a VAULT 

A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, a VAULT surgiu como um embrião dentro de uma empresa de engenharia voltada para execuções de projetos e estruturas metálicas no segmento de módulos habitáveis para plataformas de petróleo, containers de cargas e vagões ferroviários. 

Com o aumento da violência no início dos anos 90, a empresa de engenharia decidiu criar uma empresa destinada especialmente à fabricação de portas de segurança em função da crescente demanda por estes produtos. Atualmente, a VAULT desenvolve projetos mais complexos, customizados, que preservam a integridade arquitetônica da estrutura, com proteções de ambientes inteiros para residências, condomínios, bancos, empresas e representações diplomáticas para garantir a segurança total de seus clientes. A VAULT já atendeu mais de 3000 clientes e realizou desde blindagem de portas residenciais (mais de 1500 residências) até blindagem de fachadas inteiras de prédios localizados em área de risco de bala perdida no Rio de Janeiro, como da Fiocruz, White Martins, Tribunal de Justiça e Petrobrás. Este último, resultou na maior blindagem feita no Brasil (Nível III contra fuzil), totalizando mais de 1000 m2 de área protegida (vidros blindados). 

Por Flávia Ghiurghi

VAULT APRESENTA INOVAÇÕES EM SEGURANÇA NO EXPOSEC 2010

A VAULT, empresa especializada em Sistemas Integrados de Segurança e Blindagem Arquitetônica, irá apresentar sua linha de produtos e as principais novidades para o mercado de segurança na EXPOSEC 2010 - XIII - Feira Internacional de Segurança Eletrônica, Empresarial e Patrimonial, que será realizada entre os dias 25 e 27 de maio no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Em seu estande, estrategicamente localizado em um dos pontos de maior circulação do evento, a VAULT irá expor o que há de mais inovador em tecnologia para segurança, incluindo sistemas integrados em IP para controle de acesso e monitoramento de CFTV e alarme, leitoras biométricas de reconhecimento facial, equipamentos blindados para monitoramento de grandes eventos, cofres de alta resistência padrão tesouraria (especialmente para instituições financeiras como agências bancárias e empresas de transporte de valores), entre outros. 

“Em relação aos cofres, iremos mostrar a proteção com blindagem química tipo asfixiante entre as chapas de aço; concreto de alta resistência; sistemas de trancamento mecânico compostos de came, relocks e ferrolhos; fechadura de segredo; fechadura tubular mecânica e fechadura eletrônica randômica”, conta Vinicius de Luca, diretor da VAULT. Mas a grande novidade fica por conta de um equipamento móvel blindado, que servirá para monitoramento de grandes eventos, pontos estratégicos ou até ação tática nas grandes cidades. Na ocasião, serão apresentados também os produtos que compõem a plataforma NUUO, empresa especializada em Vídeo Vigilância , e representada no Brasil exclusivamente pela VAULT, como NDVR (sistema híbrido de gravação), NVR, NVRMini (NAS Storage) e o CMS (sistema de Gerenciamento Global de CFTV). Mas a principal inovação da NUUO será o lançamento de uma forte tendência no mercado mundial de Vídeo Vigilância, que irá aprimorar sua linha revolucionária de equipamentos e softwares: o primeiro NDVR Standalone (sistema híbrido autônomo) H.264 de 16 canais com vídeo analítico integrado, possibilitando alternar canais de vídeo analógico e IP. Outro destaque será a demonstração de uma lente panorâmica digital, que pode transformar uma câmera fixa analógica ou IP em uma câmera panorâmica, com pan, tilt e zoom digital. 

Outra novidade, desenvolvida pela VAULT, são as Leitoras Biométricas da linha Biocheck (de impressão digital e reconhecimento facial), uma grande inovação para o mercado de segurança. “A Exposec nos possibilita mostrar ao setor o que há de mais moderno e eficiente em termos de soluções de Controle de Acesso, Blindagem Arquitetônica e Monitoramento Eletrônico. Um dos nossos diferenciais nesta edição serão as demonstrações ao vivo, simulações reais dos produtos e serviços que proporcionarão ao público a noção exata dos benefícios e das vantagens das nossas aplicações de segurança”, antecipa de Luca.

EXPOSEC 2010 - XIII - FEIRA INTERNACIONAL DE SEGURANÇA ELETRÔNICA, EMPRESARIAL E PATRIMONIAL
Local: Centro de Exposições Imigrantes
Endereço: Rodovia dos Imigrantes km 1,5 - Água Funda - São Paulo 

Data: 25/05/2010 até 27/05/2010 

Horário: 25/05 a 27/05 das 13h às 20h

Sobre a VAULT 

A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, a VAULT surgiu como um embrião dentro de uma empresa de engenharia voltada para execuções de projetos e estruturas metálicas no segmento de módulos habitáveis para plataformas de petróleo, containers de cargas e vagões ferroviários. 

Com o aumento da violência no início dos anos 90, a empresa de engenharia decidiu criar uma empresa destinada especialmente à fabricação de portas de segurança em função da crescente demanda por estes produtos. Atualmente, a VAULT desenvolve projetos mais complexos, customizados, que preservam a integridade arquitetônica da estrutura, com proteções de ambientes inteiros para residências, condomínios, bancos, empresas e representações diplomáticas para garantir a segurança total de seus clientes. A VAULT já atendeu mais de 3000 clientes e realizou desde blindagem de portas residenciais (mais de 1500 residências) até blindagem de fachadas inteiras de prédios localizados em área de risco de bala perdida no Rio de Janeiro, como da Fiocruz, White Martins, Tribunal de Justiça e Petrobrás. Este último, resultou na maior blindagem feita no Brasil (Nível III contra fuzil), totalizando mais de 1000 m2 de área protegida (vidros blindados). 

Sobre a NUUO 

A NUUO, representada no Brasil com exclusividade pela VAULT, é uma empresa especializada em Sistemas de Vídeo Vigilância, conhecida internacionalmente pela sua performance confiável, pelo pronto atendimento e pelo espírito inovador. Fundada em 2004, a NUUO aposta em tecnologias inovadoras, combinando as soluções NVR's, NDVR's híbridos e tecnologia IVS (vídeo inteligente) e garantindo crescimento de seu market share na indústria internacional de segurança. Os produtos NUUO são de fácil instalação, possuem interface gráfica de fácil compreensão e utilização, e são baseados em plataformas abertas, o que permite integração com diferentes marcas de equipamentos de rede. 

Por Flávia Ghiurghi

Fachadas de prédios são focos de blindagem

Os números comprovam: cada vez mais, as balas perdidas fazem vítimas no Estado do Rio de Janeiro. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, em sete meses incompletos em 2009, houve 18 vítimas fatais enquanto ao longo de 2008 foram registradas 16 mortes. Para as empresas localizadas em regiões consideradas de risco, a necessidade de aumentar a proteção por meio da Blindagem Arquitetônica tornou-se primordial, tanto pela segurança dos profissionais como para evitar prejuízos patrimoniais. Foi o caso do prédio da Petrobrás que fica em Cidade Nova, bairro de classe média e média-baixa da cidade do Rio de Janeiro, localizado na convergência entre o Centro e a Zona Norte, onde a incidência de criminalidade e balas perdidas é muito grande. A pedido da Racional Engenharia, a proteção do edifício da Petrobrás foi realizado pela VAULT, empresa especializada em Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme), e resultou na maior blindagem feita no Brasil (Nível III contra fuzil), totalizando mais de 1000 m2 de área protegida (vidros blindados). 

Outra fachada protegida pela VAULT foi do prédio do Fórum da Leopoldina, também no Rio de Janeiro. Neste caso, foram blindadas as esquadrias e os vidros da fachada e da guarita. Keli Regina Barreto da Mata, engenheira civil do Departamento de Fiscalização de Obras do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, confirma que o reforço na segurança do edifício foi necessário em função de o local já ter sido alvo de balas perdidas. “A blindagem proporcionou aos Magistrados, serventuários e ao público em geral uma maior proteção e tranquilidade.” Para Vinicius de Luca, diretor da VAULT, a tendência é que a demanda pela blindagem de estruturas inteiras cresça cada vez mais, acompanhando o aumento da violência.

Sobre a VAULT 

A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso, CFTV e Alarme). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, a VAULT surgiu como um embrião dentro de uma empresa de engenharia voltada para execuções de projetos e estruturas metálicas no segmento de módulos habitáveis para plataformas de petróleo, containers de cargas e vagões ferroviários. 

Com o aumento da violência no início dos anos 90, a empresa de engenharia decidiu criar uma empresa destinada especialmente à fabricação de portas de segurança em função da crescente demanda por estes produtos. Atualmente, a VAULT desenvolve projetos mais complexos, customizados, que preservam a integridade arquitetônica da estrutura, com proteções de ambientes inteiros para residências, condomínios, bancos, empresas e representações diplomáticas para garantir a segurança total de seus clientes. 

Com faturamento de 12 milhões de reais em 2009, a VAULT já atendeu mais de 3000 clientes e realizou desde blindagem de portas residenciais (mais de 1500 residências) até blindagem de fachadas inteiras de prédios localizados em área de risco de bala perdida no Rio de Janeiro, como da Fiocruz, White Martins, Tribunal de Justiça e Petrobrás. Este último, resultou na maior blindagem feita no Brasil (Nível III contra fuzil), totalizando mais de 1000 m2 de área protegida (vidros blindados). 

Por Flávia Ghiurghi

Blindagem de carros pode não proteger como cliente imagina

Da Redação

Recebemos um email do leitor do blog do Jornal Alpha Autos, Fabio Rovêdo de Mello, da empresa Concept Blindagens, sobre a matéria publicada no dia 22 de março
(http://alphaautos.blogspot.com/search?q=Blindagem+de+carros+pode+n%C3%A3o+proteger+como+cliente+imagina) como segue: 

"Ao contrário do que é afirmado na edição de 22 de março de 2010 do Jornal Alpha Autos, na reportagem `Blindagem de carros pode não proteger como cliente imagina´, a Concept Blindagens também é possuidora do Certificado Cesvi 5 Estrelas, bem como o ISO 9001. Mais além, preocupada com a qualidade na prestação de serviço envolvida nesse tipo de proteção, é grande defensora desses relevantes diferenciais, que devem ser ponderados no momento da escolha da empresa que executará a blindagem”.

O Jornal Alpha Autos percebeu a relevância da informação e por este motivo decidiu publicar esta observação.

POR QUE BLINDAR UM CALL CENTER?

As novas regulamentações do setor, como Do Not Call List e Lei do SAC, exigiram reestruturações dos call centers, como a maior capacitação dos profissionais do atendimento. Entretanto, o bom funcionamento técnico da estrutura de um call center se tornou igualmente essencial para atender devidamente essas novas exigências legais. Neste cenário, a blindagem arquitetônica passou a ser importante aos call centers em função da proteção que ela proporciona contra a intrusão de criminosos que visam ao roubo de equipamentos, já que essas empresas possuem um elevado valor de ativos em seus call centers. 

Já a blindagem eletromagnética, outra crescente demanda do setor, consiste na aplicação de painéis de aço e cobre revestindo o perímetro do call center; e garante a proteção contra a constante emissão de frequências eletromagnéticas que podem deteriorar os aparelhos, ocasionado prejuízo tanto aos sistemas como ao andamento dos processos de atendimento. Um dos exemplos da VAULT, empresa especializada em blindagem arquitetônica e controle de acesso, foi a implementação de blindagem contra Interferência Eletromagnética no Centro de Processamento de Dados (CPD) da Contax, em sua unidade no Recife, realizada no final do ano passado. O projeto, desenvolvido especialmente para o call center, contou com a utilização de materiais diferenciados da blindagem convencional, como aço e vidro. 

A blindagem eletromagnética de um call center de aproximadamente 1.000m2 gira em torno de R$200.000,00. Já para a blindagem arquitetônica, o custo depende da quantidade de acessos (portas, janelas) que necessitam de proteção. “Para o operador, aquele que está na linha de frente do atendimento, a blindagem, especialmente a eletromagnética, significa maior proteção aos sistemas e, consequentemente, maior produtividade no atendimento”, afirma Vinicius de Luca, diretor da VAULT.

Sobre a VAULT 

A VAULT é uma empresa especializada em Engenharia para Ambientes Seguros, com atuação em duas divisões de negócios: Blindagem Arquitetônica e Sistemas Integrados de Segurança (Controle de Acesso). Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, a VAULT surgiu como um embrião dentro de uma empresa de engenharia voltada para execuções de projetos e estruturas metálicas no segmento de módulos habitáveis para plataformas de petróleo, containers de cargas e vagões ferroviários. 

Com o aumento da violência no início dos anos 90, a empresa de engenharia (hoje extinta) decidiu criar uma empresa destinada especialmente à fabricação de portas de segurança em função da crescente demanda por estes produtos. Atualmente, a VAULT desenvolve projetos mais complexos, customizados, que preservam a integridade arquitetônica da estrutura, com proteções de ambientes inteiros para residências, condomínios, bancos, empresas e representações diplomáticas para garantir a segurança total de seus clientes. 

Com faturamento de 12 milhões de reais em 2009, a VAULT já atendeu mais de 3000 clientes e realizou desde blindagem de portas residenciais (mais de 1500 residências) até blindagem de fachadas inteiras de prédios localizados em área de risco de bala perdida no Rio de Janeiro, como da Fiocruz, White Martins, Tribunal de Justiça e Petrobrás. Este último, resultou na maior blindagem feita no Brasil (Nível III contra fuzil), totalizando mais de 1000 m2 de área protegida (vidros blindados). 

Por Flávia Ghiurghi

Classe média compra carro blindado em até 36 vezes, e produção bate recorde

Com 70% do mercado, São Paulo puxou produção e vendas em 2008. 

Abrablin afirma que 1º trimestre sinaliza movimento igual em 2009. 

Hoje a classe média tem perfeitas condições de andar em blindado, afirma Jurandir Oliveira, que está há dez anos no mercado. 

Antes restritos a milionários, os carros blindados chegaram à classe média paulista, que, embarcada em maior oferta de crédito, fez a produção e vendas baterem recorde em 2008. 

As blindadoras afirmam que, apesar da crise econômica, as vendas nos primeiros três meses deste ano repetiram o bom desempenho de igual período de 2008. 

"A crise impactou no final do ano, o que significa que teríamos um 2008 ainda melhor caso ela não tivesse existido, mas 2009 começou bem de novo. Janeiro, fevereiro e março de 2009 estão muito parecidos com os mesmos meses de 2008", disse o vice-presidente da Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), Tito Anspach. 

O modelo mais blindado do ano passado foi um sedan médio produzido no Brasil que sai da montadora por aproximadamente R$ 70 mil. Para blindar o veículo com o nível III-A, que protege o ocupante até contra disparos de pistola ponto 40, o proprietário paga entre R$ 40 mil e R$ 60 mil. A conta pode ser dividida em até 36 vezes. 

"O maior motivo para o bom desempenho é que o crescimento da economia trouxe um pessoal que não tinha condições e que hoje tem poder aquisitivo para tal. Antes era a classe AA, agora é a classe A que compra. A classe média está colocando a blindagem no rol das compras", afirmou Anspach.

Financiamento 

Mudou também a forma de financiamento. "O normal era pagar à vista no recebimento do veículo. Agora, pode-se, ao comprar carro zero, incluir a blindagem no financiamento do automóvel. Aí vai para até 36 meses. Direto com a blindadora tem até 12 vezes", disse Anspach. 

São Paulo, que detém 70% do mercado, continua puxando o movimento para cima, mas começa a influenciar os vizinhos. O dirigente da Abrablin afirma que o modelo está sendo exportado para Rio de Janeiro e Recife. 

"Nessas cidades começa um processo que acontecia em São Paulo há 10, 15 anos. Os ícones da cidade estão se blindando. As pessoas que têm muito dinheiro e visibilidade estão se preocupando." 

O aumento das vendas de blindados em São Paulo coincide com o aumento das ocorrências de latrocínios no estado, segundo dados do primeiro trimestre publicados pela Secretaria da Segurança Pública. 

Anspach evita relacionar as estatísticas. "Não vi esses números. Considero que as vendas aumentaram porque a economia cresceu e por causa da sensação de conforto e segurança [que a blindagem] dá", afirmou. 

Carro é desmontado para receber blindagem em oficina de São Paulo 

A venda de veículos zero impulsiona a de usados, também financiados em até 36 vezes, mas com juros mais altos. Há 10 anos instalado no Campo Belo, na Zona Sul de São Paulo, Jurandir de Oliveira afirma que é possível comprar um blindado completo, com bancos de couro e outros itens de luxo, pagando o mesmo valor que se pagaria pela blindagem de um novo. 

A diferença está apenas na idade e nas exigências de manutenção. "Tem uma safra de 2003, 2004 e 2005 que estão no mercado pela metade do preço", afirma. Mas ele mesmo recomenda cuidado, com a revisão e certificação do veículo junto ao Ministério do Exército.

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Novas ameaças fazem da segurança nas ruas uma consideração cada vez mais importante todos ao redor do mundo. Nossa empresa é Brasileira! 

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VIDROS À PROVA DE BALAS DA BMW X5 SECURITY SÃO FABRICADOS NO BRASIL

Utilitário da montadora alemã que foi apresentado no Salão do Automóvel usa vidros da PG Products, uma das líderes do segmento de vidros balísticos no Brasil

Não foi apenas a X6 que fez sucesso no stand da BMW durante o recém terminado Salão do Automóvel. A montadora também lançou o mais recente modelo da sua linha de veículos blindados – o BMW X5 Security - que traz requisitos de proteção aos ocupantes do mais alto nível. 

O que muita gente não sabe é que os vidros balísticos que compõem a blindagem da X5 Security são fornecidos por uma empresa brasileira, a PG Products, que tem investido no desenvolvimento de vidros para equipar os automóveis que já saem blindados das montadoras. "O Security pode parar qualquer coisa, até uma Magnum 44",comenta Michael Gallman, gerente-geral de vendas de veículos especiais da BMW. 

Nos testes do X5 Security, mais de 600 disparos de Magnum. 44 e 9mm foram descarregados no veículo a partir de uma variedade de ângulos. De modo geral, os materiais balísticos são testados somente com disparos feitos com ângulo de 90 graus. "Essa é uma das grandes diferenças de nossos carros", diz Gallman. 

“A PG Products vinha negociando o fornecimento de seus vidros para a montadora há mais de dois anos, época que decidimos aumentar nosso foco nas exportações e abrimos um escritório na Europa. Priorizar o mercado europeu surgiu pela identidade dos nossos produtos com o continente onde se encontram os melhores fabricantes,” comenta Edson Yoshikuma, diretor da PG. 

A empresa brasileira forneceu vários kits de avaliação antes de ser aprovada. Segundo o dirigente, os vidros foram submetidos a vários testes para obtenção de certificados adequados às normas e fornecimento para a montadora. Os vidros que equipam os automóveis da BMW são do tipo GlassGuard e suportam tiros de armas de grosso calibre, como a Magnum 44, por exemplo. 

A PG está fornecendo 100% dos kits DE X5 para a montadora alemã e prevê para o ano de 2009 a expansão de sua presença no mercado externo. Atualmente a receita com exportação representa cerca de 20% do faturamento da indústria. 

No Brasil, a PG investiu recursos de mais de R$ 3 milhões nos últimos dois anos em tecnologia e aprimoramento da qualidade de seus vidros balísticos, tanto para exportações quanto para o mercado interno. “Ficou mais fácil fornecer para o exterior porque não tivemos que mudar nada na qualidade dos produtos que fabricamos para o mercado brasileiro”, argumenta Yoshikuma. 

PG PRODUCTS 

Indústria brasileira de vidros balísticos automotivos 

Mais informações: (11) 2244-7474 – www.pgproducts.com.br

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